Notas iniciais
Olá meninas... Tudo bem?

Depois de um bom tempo retornei para postar o segundo e ultimo capitulo.

Espero agradá-las.

Quero agradecer às meninas que leram e comentaram.

Boa leitura meninas.

Relevem os erros.

Sammy acordou sentindo seu estomago reclamar. Estava morrendo de fome, e só então se lembrou do macaco em sua mochila.

Droga. Deve está estragado.” – Pensou ela, mas quando levantou da cama, começou a sentir um cheirinho bom vindo da cozinha. Andou até lá e viu uma pequena fogueira improvisada no chão e sobre ela estava alguns pedaços de carne, que Sammy supôs ser do macaco. O homem girava o espetinho sobre o fogo para assar a carne.

- Fumaça não atrai eles? – Sammy questionou, cortando o silencio.

O homem ergueu os olhos do fogo para a moça, que corou sob seu olhar intenso. Sammy permitiu-se contemplar o homem. Tinha os cabelos grandes, olhos azuis e barba por fazer. Pela roupa, o julgava ser um tipo de caipira misturado com um play boy, resultando assim num Bad Boy. Estranhamente Sammy sentiu-se quente ali, não sabia se era porque tinha se sentido atraída por ele ou por não ter transado há muito tempo. Abaixou os olhos do rosto do homem para o corpo. O peito estava coberto por uma camiseta encardida e uma jaqueta de couro sem mangas, deixando expostos os magníficos e fortes braços. Sammy imaginou-se como seria está sendo abraçada por eles e sua boca salivou em desejo.

O homem notou o olhar de Sammy sobre seu corpo, então como ela estava o examinando sem a menor discrição, começou a contemplá-la também. Como todo homem faz, começou examinando-a por baixo. Ela vestia botas de couro e calça jeans surrada colada ao corpo. Subiu o olhar para o torso da mulher, onde contemplou a cintura fina e os médios seios, subiu para o rosto e admirou os lábios carnudos e os olhos cinza. Desejou sentir o gosto dela, desejou sentir seu toque sobre si, desejou senti-la a se contorcer de baixo de si enquanto investia com força dentro dela, levando-a até o paraíso.

Num gesto involuntário, ambos umedeceram os lábios, como se estivessem prestes a devorar um ao outro. Sammy, percebendo que admirava o homem há muito tempo, pigarreou para limpar a garganta e desviou o olhar.

- Você não respondeu a minha pergunta. – Disse ela.

- E qual era mesmo? – Rebateu ele, pois realmente havia esquecido a pergunta.

- Fumaça atrai mortos-vivos?

- Acho que não, senão já teria um monte aqui. Acho que eles só são atraídos pelo barulho. Se ficarmos calados, não vai aparecer nenhum aqui. – O homem respondeu.

Sammy, meio hesitante sentou-se ao lado dele, mas não manteve contato visual.

- Me chamo Sammy Travellins. – Estendeu a mão para ele.

- Dixon. – Respondeu ele, segurando a mão da moça num aperto firme. Sentiu a mão delicada e macia dela sobre a sua, áspera e calejada.

- Só Dixon? – Questionou a moça, dessa vez olhando-o nos olhos.

- Daryl, mas esse nome é só para os mais chegados. – Respondeu ele, virando o espetinho.

- Quer dizer que só posso te chamar de Dixon? – Perguntou ela.

- É.

- Esse macaco é o meu? – Sammy perguntou.

-É. E este espeto é meu. Se quiser, vá fazer um para você. – Ele respondeu grosso.

- Peraí. Ta me dizendo que você pegou o meu macaco, fez um espeto para você e nem fez um para mim? A mulher que te salvou? – Sammy ficou em pé, olhando-o com raiva.

- Primeiro: Fale baixo, não queremos mortos-vivos aqui. Segundo: Eu não pedi pra você me ajudar em nada. Terceiro: Eu não sou seu empregado. – Respondeu Daryl olhando para o espetinho no fogo.

- Rawr. Você é tão grosso. Amanhã, logo cedo eu quero você fora dessa casa. – Brigou ela, virando as costas e indo para o quarto. Quando ia fechar a porta já totalmente podre, Daryl pôs o pé. – Mas o que diabos você está fazendo? – Perguntou ela, tentando fechar a porta, mas não conseguia. Num empurrão forte, Dary conseguiu fazer com que a porta se abrisse. – Sai daqui. – Protestou ela.

- Eu estava brincando com você, mas parece que você não sabe brincar. – Ele disse, irritado.

- O que? – Rebateu ela, confusa.

- É claro que eu fiz um espeto pra você. Sou grato por ter me salvado, mas não sou muito de agradecer, então se faz tanta questão da porcaria da comida, é só ir lá pegar. Aquele é seu, o meu eu já comi. – Daryl falou grosso.

- Eu não quero mais. – Rebateu ela, exasperada.

- Ficou com raiva e agora vai fazer manha, princesa? – Indagou ele, sorrindo de lado, fazendo Sammy se irritar ainda mais.

- Vai se fuder. – Gritou ela com raiva.

- Não. Eu vou te fuder. – Respondeu ele, agarrando-a.

De imediato, Sammy ficou surpresa, não sabia nem o que fazer. Sentiu os braços fortes em volta de sua cintura e aquilo teve efeito no meio de suas pernas. Então ela começou a acariciar os braços do rapaz, porém, quando olhou para seu rosto, viu ele sorrindo de lado.

- Tá doida pra que eu te coma, não é? – Perguntou ele.

Por mais excitante que as palavras tivessem sido, ela sentiu que devia refreá-lo, e assim o fez.

- Sai daqui, seu porco, e se encostar um dedo em mim novamente, eu juro que meto uma faca na sua cabeça. – Ela disse enquanto se soltava dele.

Daryl pensou que ela iria gostar do que ele falou, pois ela estava praticamente se oferecendo para ele na sala, mas pelo visto, ele estava errado. Condenou-se mentalmente e sem nem mesmo olhar para Sammy, saiu do quarto e fechou a porta atrás de si.

- Idiota. – Sammy resmungou e encostou-se na porta. Não podia negar que queria que ele insistisse mais um pouco, mas ela também não queria que ele achasse que ela era uma vagabunda qualquer. Parecia que a noite havia acabado para ela.

Cansada, tirou as botas e a calça jeans, ficando apenas com um short curto e a regata que vestia por baixo da blusa. Deitou-se na cama e tentou dormir, mas o sono estava muito longe de chegar.

...

Após rolar na cama por horas, Sammy resolve tomar uma decisão. Passou tanto tempo longe de alguém que nem sabia mais lidar com uma pessoa, e ela assim como ele, merecia um pouco de calor humano. Não queria nem saber se ele ia achar que ela era uma vagabunda fácil, só queria saber de se aninhar nos braços definidos do único homem ali. Abriu a porta do quarto e pôs a cabeça para o lado de fora, vendo que a sala era iluminada por uma lamparina em cima da mesa. Viu Daryl sentado no chão apoiando sua cabeça na parede, parecendo dormir. Sem delongas, Sammy andou até ele e sentou-se em seu colo, ficando assim com uma perna de cada lado do corpo do homem. Dixon primeiro assustou-se, depois se surpreendeu com a atitude da mulher.

- O que você... – Começou ele, mas ela o interrompeu.

- Cala a boca e me fode.

Como um tigre pula em cima de sua presa, Daryl agarrou Sammy pela cintura e a puxou contra si. Sua mão foi até a nuca da menina e a puxou para sua boca. Bocas sedentas se encontraram e até não sabiam muito como acompanhar o outro, mas aprenderam o ritmo. As mãos da menina percorreram a os braços de Daryl, alisando-os e arranhando-os também conforme o beijo se consumia. Sammy tirou a jaqueta do homem e a jogou para longe, juntamente com a camiseta dele. Com o peito desnudo, Daryl sentiu as unhas da moça arranhando-o. Ela quebrou o beijo para saborear o gosto dele. Começou mordendo e lambendo o pescoço dele, depois foi baixando, começando agora a lamber o peitoral definido do homem. Daryl estava ofegante e quando sentiu as mãos de Sammy em seu cinto. Ele já sabia o que estava por vir, então apenas ajudou-a a desabotoar sua calça. O relevo na cueca verde de Daryl fez a moça praticamente babar em cima de si.

— O que aconteceu pra você vir até aqui? – Perguntou ele, com a respiração entrecortada.

- Você quer a verdade? – Perguntou ela, após traçar uma linha de beijos da barriga até o pescoço do homem.

- Quero. – Ele puxou a blusa dela e a jogou longe, deixando-a de sutiã.

A mulher riu, o que deixou o homem confuso. Ela levantou-se e tirou seu short curto. O volume na cueca de Dixon cresceu ainda mais, tanto é que Sammy percebeu isso.

- Gosta do que vê? – Perguntou ela enquanto dava uma volta para exibir seu traseiro duro e redondo.

A resposta que teve foi um duro empurrão contra parede, em meio segundo, Daryl já se fazia presente atrás dela, prensando-a contra a madeira.

Ter o corpo prensado entre o quente e o frio era uma sensação indescritível para Sammy, que apenas empinou mais o bumbum contra a latejante ereção do homem. Daryl então deu um leve tapa no traseiro da bela mulher e ouviu em resposta um gemido languido. Deu outro mais forte e ela apenas se empinou mais para ele. Sorrindo de lado, pegou as duas mãos da moça e as colocou na parede, então lhe tirou o sutiã. Sem perder tempo, Daryl levou suas mãos à parte frontal do corpo de Sammy, onde acariciou os seios durinhos e macios. A loira gemeu, mordendo os lábios para não fazer barulho. Dixon então desceu as mãos do seio da mulher pela barriga e sem pudor algum enfiou-a dentro da calcinha de Sammy, onde passou-lhe a acariciar seu botãozinho inchado de prazer. Foi impossível para garota segurar o gemido que veio alto e sôfrego.

- Shee. – Daryl falou no ouvido da garota. – Não quero ter que tirar minha mão de dentro de você para matar zumbis.

A moça então calou-se, mas os movimentos rápidos da mão de Dixon a estavam deixando doida, e ela mal podia se segurar. Quando sentiu que Sammy estava próxima do gozo, interrompeu seu trabalho com a mão e então agachou-se. Fez com que a menina se curvasse contra parede, e então mergulhou sua boca no sexo faminto dela. Sammy já estava molhada antes mesmo de Daryl começar a lambê-la, mas assim que a língua do homem circulou-lhe pela terceira vez o clitóris, a moça derramou-se na boca de Dixon. O corpo contorcendo-se em espasmos languidos e arrebatadores. Teve que morder os lábios fortemente para conter os desesperados gritos que queriam ser libertos, mas se deixasse apenas um escapar, poderia pôr em perigo sua vida e a de Daryl também.

Após sugar todo o mel que Sammy despejou em sua boca, Dixon ergueu-se e virou a moça abruptamente, que ainda estava mergulhada no universo de prazer, e lhe contemplou a face angelical. O que lhe chamou a atenção foi o pequeno filete de sangue que escorria de seus lábios. Sammy, concentrando-se no homem, lhe fitou nos olhos. Olhos que se devoravam. Sem pensar duas vezes, Daryl esbarrou sua boca duramente contra a da loira, que até assustou-se com o gesto do homem, porém, em meio segundo já estava a compartilhar seu gosto com o dele.

Num impulso, Daryl a agarrou pelo traseiro e ergueu em seu colo. Estava ofegante, queimando em luxuria e estava tão próximo do alivio que quase gozou só de sentir a fricção entre seus sexos. Sammy logo segurou nos braços quentes e fortes de Dixon para apoiar-se e dar a ele livre acesso para remover sua boxer. O homem prontamente e agilmente tirou sua cueca e percebeu o quanto estava duro pela garota. Segurou em seu membro e o posicionou na entrada úmida da mulher em seu colo, mas antes de penetrá-la, procurou-lhe os olhos em um pedido silencioso se devia ou não prosseguir. Sorrindo maliciosamente, Sammy inclinou-se para trás, o que fez com que a glande de Daryl entrasse por completo em sua gruta. Extasiado, Dixon empurrou-se duro e completamente dentro da mulher que dessa vez não conseguiu conter o gemido e gritou, mas logo mordeu o pescoço do homem para conseguir se conter.

Investindo fortemente dentro de Sammy, Daryl pela primeira vez quis que sua parceira sentisse prazer juntamente consigo. Ele via nela uma aura boa, que o contagiava, que o deixava leve e ela via nele um escudo protetor, um guerreiro solitário necessitado de calor humano, não carnal, e sim, emocional. Ele necessitava de amor, e isso ela estava disposta a dar, claro, se ele quisesse receber.

Os corpos se moviam companheiramente, a fricção entre eles os levava cada vez mais para a borda, cada vez mais alto, mais perto do paraíso. Sammy então olhou nos olhos claros de Dixon e contemplou neles a adoração que tinham pela ser que miravam, ou seja ela. Sorriu de um jeito inocente, o que fez com que Daryl aumentasse ainda mais a intensidade das investidas.

Sammy sentiu as pernas começarem a formigar, sabia que estava muito próxima do prazer, então disse a ele:

- Estou quase... Awr – Calou-se quando sentiu os dentes de Daryl beliscando e mordendo seu mamilo que já intumescido, ficava cada vez mais duro quanto mais estimulado.

- Quero você. – Confessou ele, roucamente no ouvido dela.

- Você... Arws – Mordeu os lábios – Você me tem.

- Então me dê tudo que você tem – Comandou ele, então ela, liberando-se, entregou-se a ele e deixou seu orgasmo fluir. Imediatamente ela foi arrebatada para o sub espaço, completamente a mercê do prazer que lhe consumia até a alma.

Vendo que ela se contorcia em seu corpo, Dixon investiu mais forte, porém lentamente. Queria gravar aquela cena em sua cabeça para lembrar sempre que possível. Investiu uma, duas, três vezes, então foi a sua vez de migrar até onde sua garota estava. O paraíso do prazer.

...

- E agora... O que vamos fazer? – Perguntou Daryl, enquanto a moça amarrava seus cabelos em um rabo de cavalo frouxo.

- Não sei. – Respondeu dando de ombros. – Pensei em sair por ai à procura de sobreviventes. E você? – Daryl virou-se de costa. Sammy estranhou quilo. – Dixon? – Chamou.

- Eu... Eu... – Virou-se para ela. Pareci nervoso. – Eu pensei em ficarmos juntos até... sei lá. Até onde der.

Sammy sorriu. Ele queria ficar com ela, mas estava com vergonha de falar. Andou até ele e o surpreendeu com um abraço caloroso.

- Você quer que eu fique COM você? Ou apenas ANDE com você? – Questionou-lhe olhando-o nos olhos.

Ele corou, mas respondeu.

- Quero que fique COMIGO.

Sorrindo, Sammy roubou-lhe um beijo, que pendurou por mais alguns minutos.

- Vai me dizer seu nome agora? – Sammy perguntou sorrindo.

- Daryl.

- Acho que vou te chamar de Dixon.

- Por quê?

- Porque caso um dia esse inferno todo acabe... É o sobrenome que quero carregar comigo para sempre.

Notas finais
Fim.

O que acharam?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!