Notas iniciais
Oi espero que gostem do cap e já passei dos 100 leitores e quem me dera que eles metade deles comenta sem obrigado a Alex Daddario pela recomendação e a todos que favoritaram, espero que gostem do cap até as notas finais.

Fiquei no meu quarto até a hora do almoço depois, Poseidon não apareceu em casa pra almoça minha mãe desceu e almoçamos juntos.

–Filho, você conhece algum advogado bom o suficiente pra cuida do meu caso de separação com seu pai, sabe eu trabalhava na contabilidade da empresa não tinha contato com esse tipo de pessoas...

–Mãe eu conheço alguns mais comparados aos advogados que o “GRANDE POSEIDON” vai contrata nem chega perto... com o que vocês se casaram, comunhão parcial de bens,universal de bens... –Pergunto a ela.

–Bom nos casamos com comunhão universal de bens. –Diz Dona Sally.

–Bom Poseidon vai querer fazer um acordo.

–Ainda não sei quanto a isso mais eu sei que quero me separa dele. –Diz minha mãe suspirando.

–Nunca pensei em ver vocês separados... –Digo meio triste mais não demonstrando.

–Nem eu filho mais as coisas mudam de um dia pro outro literalmente...

–Com certeza... –Terminamos de jantar e formos pra sala, eu liguei a televisão e fique assistindo-a e minha mãe pego um livros e ficou lendo.

–Sabe, se você não fosse contadora poderia seguir a carreira de escritora. –Digo a ela.

–Sabe filho meu sonho sempre foi ser escritora mais, mas meu pai disse que não dava futuro então pra não contrariar ele virei contadora.

–Não sei se você vai continuar trabalhando como contadora, mas... –Fui interrompido.

–Com assim se vai continuar trabalhando como contadora? –Era meu pai! O que ele tava fazendo há essa hora em casa olhei pro meu celular e ele marcava 3 da tarde.

–Hã... –Foi à única coisa que conseguir dizer sou muito rum de mentira principalmente se não tive um tempo pra prepara lá.

–Filho me deixe com seu pai, nos precisamos conversa. –Diz minha mãe.

–Não acredito que você vai continuar com isso! –Diz meu pai alterado, me sentir uma criança de sete anos vendo os pais começarem uma briga e não sabe o que fazer, fui tirado dos meus pensamentos por minha mãe.

–Filho nos dê licença. –Fiz que sim com a cabeça e fui pra cozinha atrás de Dona Keyla.

–Oi Dona Keyla. –Digo fazendo cosquinha nela.

–Ai moleque...! Para com isso. –Diz ela me batendo com o guardanapo.

–Eu também te amo. –Me sento no balcão de mármore.

–O que faz por aqui? –Dona Keyla estava fazendo uma cobertura de bolo que com certeza iríamos lanchar.

–Não posso vim ver a minha segunda mãe! –Era verdade Dona Keyla era com uma segunda mãe pra mim, na minha adolescência quando eu passei por aquela fazer rebelde Keyla me ajudou muito.

–Tá bom... cadê a Sra. Jackson?

–Tá lá na sala conversando com meu pai que acabou de chegar, ela me pediu pra deixa ló a sós.

–E melhor pelo menos eles se resolvem. –Diz do Keyla.

–Pelo jeito aquilo ali não tem mais jeito não.

–Claro que tem menino.

–Não... minha mãe já falou que vai se separa dele, ela não aceito a traição.

–Vai ser uma pena a separação deles. –Não falei nada ainda não sabia com me sentir sobre isso pode até parece estranho mais e assim, tratei de mudar de assunto.

–Então Dona Keyla isso que a senhora tá preparando e pro lanche de mais tarde? –Apontei pra vasilha.

–Sim, mais e você Percy com se sente em relação a isso?

–Não sei e meio confuso tipo não vai fazer nenhuma diferença o meu pai se mudar ou a gente, ele nunca foi presente na minha vida. –Digo dando de ombros.

–Seu pai sempre se preocupou com você menino, quando você passava a noite fora ele dava apoio a sua mãe fica te esperando pra saber se você ia chega vivo se tinha sofrido um sequestro se ele nunca teve tempo pra você foi porque tava ocupado tentando fazer um futuro pra você, se você não percebeu isso até agora mais você e privilegiado por ter isso tudo as pessoal ai fora venderiam a alma pra ter isso e você não sabe aproveitar da maneira certa.

–Tá bom depois de ter levado esse sermão de você eu estou me retirando. –Sai da cozinha e fui em direção à sala, meus pais não estava mais lá consegui ouvir meu pai falando o barulho vinha do escritório. Bom eu sabia que meu pai não chegaria a bate na minha mãe então fui pro meu quarto, assistir um pouco de televisão passava Os Simpson nossa gosto muito de ver isso desde criança. Quando dei por mim já era 7 da noite, fiquei olhando pro celular e pensando será que eu vou a festa, fiquei pensando por aproximadamente uns 15 minutos até que me decidir me levante e fui em direção ao banheiro toma um banho, de acordo com as informações que consegui a festa começava as 8 então tinha que me arrumar rápido mesmo eu sendo um pouco irresponsável (na: um pouco sei.....) eu não gosto de chega atrasado em meus compromissos. Saio do banheiro e quando estava colocando a calça minha mãe entra no meu quarto.

–Mãe! –Minha mãe era parece policial primeiro ela entrava e depois batia.

–Desculpa filho.

–Então com foi? –Pergunto a ela.

–Demorou um pouco pra seu pai aceitar mais ele se rendeu admitiu que o erro foi dele e que nosso casamento não tinha mais jeito a muito tempo.

–E com vocês ficaram? –Falei vestindo a minha blusa.

–Bom seu pai vai sair de casa vai deixa a casa pra gente e tudo ai ser dividido ao meio com diz a lei.

–Ele não tentou nenhum acordo nem nada disso?

–Não... –Respondeu simplesmente minha mãe. –Pelo jeito vai à festa da empresa de Athena.

–Sim, eu tenho que usa esse troço de gravata? –Pergunto fazendo cara feia.

–Claro filhote, pra você fica gato.

–não preciso de uma gravata pra mim fica gato, eu já sou assim naturalmente com o sem. — Faço minha mãe rir, ela que me ajudava a bota a bendita gravata.

–Não sei da onde você puxou tão convencido assim. –diz dona Sally.

–Nem eu... –Já estava pronto. –Com estou? –Dou uma voltinha.

–Lindo bebê.

–Ah mãe.

–Bom, tome cuidado e na de dirija bêbado.

–Pode deixa, tchau... –Sai do meu quarto acompanhado de minha mãe até a entrada do quarto dela, quando passei pela sala vi a porta do escritório um pouco aberta então fui fala com meu pai, entrei lá e o vi sentado com a cara entre as mãos.

–Tudo bem? –Foi tudo que consegui, eu e Le nunca tivemos um verdadeiro diálogo.

–O que você acha. –Ele me olha.

–Bom, espero que fique tudo bem entre você e minha mãe mesmo eu não aprovando o que você fez com ela.

–Ela lhe contou não? –Pergunta meu pai.

–Não um passarinho me contou, mais eu pensei que você iria tenta um acordo com minha mãe dividir sua fortuna inclusive a empresa não vai ser fácil pra você não?

–Tem razão mais fui eu que errei ela não precisa fica prejudicada nisso, principalmente agora que ela vai para de trabalhar na empresa. –Diz meu pai.

–E então ela já se decidiu mesmo, e você o que vai fazer?

–Vou à procura de um contador pra empresa se não ela vai falir e sinceramente não sei...

–Essa mulher que... você saber... nos conhecemos? –Pergunto a ele.

–Isso foi a muito tempo quando você tinha alguns aninhos sua mãe e eu tínhamos brigado e eu estava de cabeça cheia da empresa e aconteceu, eu estava em um bar e encontrei uma amiga de faculdade e bebemos e bebemos e acabou que no final da noite ficamos juntos, sua mãe descobriu e quase nos separamos mais eu disse que isso nunca mais ia acontecer e... –Interrompi meu pai.

–E ela acreditou...

–Hey... espera um pouco! Eu não trair sua mãe, aquela vez foi à única vez... uma única vez pra mudar minha vida completamente.

–Do que você esta falando?

–Nada...

–E como fico eu e Annabeth? –Pergunto a ele.

–Normal com a minha separação sua mãe vai levar a metade da minha parte da empresa as ações vão cair pelo menos uns 10 por cento agora mais que nunca você vai ter que casa.

–Bom, eu to de saída, até.

–Posso saber pra onde vai? –Pergunta-me Poseidon.

–Hum rum... estou indo pra festa da empresa dos Chase’s.

–E hoje!...

–Sim bom tenho que ir até. –Digo me virando.

–Não espera... preciso que me faça um favor. –Diz meu pai.

–O que!?

–E você já que você vai pra lá preciso que me represente, ou melhor, a empresa na festa, eu estou sem a menor vontade de ir pra essa festa mais eu tenho que manda alguém, Athena vai anuncia a parceria da empresas.

–Eu não sirvo pra isso... eu... –Tentei argumentar.

–Você não vai fala nada, e a minha secretaria vai tá lá pra lhe ajudar em qualquer coisa.

–Não sei...

–Você sabe que eu não lhe pediria isso se não fosse serio. –Diz meu pai.

–Tá bom. –Dou-me por vencido.

–Ótimo! Vou liga pra minha secretaria e vou avisar que você vai ao meu lugar. –Diz Poseidon.

–Não sei se vou conseguir fazer isso.

–Não se preocupe e só não fala mal da empresa e nem dar nenhum vexame. –Diz meu pai com o telefone no ouvido dando um meio sorriso.

–Então combine com ela e eu já vou indo tchau... –Me retiro do escritório e vou em direção à garagem e pego minha Hyundai e vou em direção a casa de Annabeth ir pega lá pra acompanha lá a festa.

Notas finais
Espero pelos comentarios de vocês e agora só vou postar daqui a a duas semanas ou se algum me mandar uma recomendação eu posto antes tchau......