Uma Mulher Em Minha Vida
3 Tenho uma surpresa.
Notas iniciais
Alguns dias se passaram desde minha conversa com meus pais, e mesmo depois de suas regras eu ainda escapava para sair. Porém certa noite na mesa de jantar meu pai anunciou que na noite seguinte nos iríamos jantar com a família Chase, e eu iria poder conhecer minha futura esposa. A noite seguinte chegou e admito que estava ansioso, como minha mãe sugeriu me vesti bem – não que eu me vista – desci as escadas e encontrei apenas meus pais com o Sr. E Sra. Chase.
–Boa noite a todos. –Disse e Poseidon me olhou como se fosse me matar ali mesmo. Eu não estava vestido como os homens ali presentes, eu apenas usava minha camisa Polo com um terno preto, uma calça jeans escura e tênis.
–Esse é Perseu. -Fala meu pai sem a menor animação na voz.
– É Percy. – Cumprimentei os estranhos.
–Percy meu filho esses são Athena Chase e Frederick Chase... -Diz minha mãe.
–E um prazer conhece-los, bom onde está minha futura esposa. –Disse irônico.
– Ela está na biblioteca. -Fala Athena.
– Então vou lá. -Então me retiro de lá, sigo para a biblioteca e encontro uma garota de costas vendo alguns livros, ela pega um de arquitetura.
– Você gosta de arquitetura... -Quando ela se vira tive uma grande surpresa.
– Você... –Falamos ao mesmo tempo, para a minha surpresa era a garota do estacionamento, fiquei olhando-a e percebi os olhos cinza e os cabelos louros eram lindos.
–Não acredito que é você o... –Ela disse surpresa.
–Seu futuro marido? –A completei –Pois eu também não acredito que você será minha futura mulher –Falei me aproximando dela, ela devolve o livro pra estante.
–Por que você saiu correndo daquele jeito? –Ela se referia o incidente na garagem.
– Vamos dizer que eu e Poseidon estamos meio brigados e se eu fosse pra cadeia eu corria o risco de não sair mas de lá. E quanto ao seu carro... –Tentei beijá-la mas ela se desviou.
– Já sei que tipo de homem você é. -Fala Ela.
–Então me diga. –Deixei nossos corpos bem próximos, ela se aproximou do meu ouvido o que fez eu me arrepiar e disse.
–Você é o tipo de homem que acha que vai pegar todas só porque é bonito e rico. -Entrei no jogo dela e falei no seu ouvido.
–Eu bonito?! –Perguntei com ironia.
–Não vai rolar nada entre nós. -Ela me olha serio, nós ficamos nos olhando quando alguém bateu na porta, olhei em direção da porta e vi minha mãe.
– O jantar está servido. -Fala Dona Sally.
– Claro mãe, já estamos indo. -Minha mãe faz que sim com a cabeça e sai nós deixando a sois novamente.
– Antes de irmos, vamos deixar umas coisas claras. -Ela me segura elo braço e me faz olhar pra ela.
– Claro, como? –Falei.
– Nenhum de nós dois queremos estar aqui “quase noivos” então na frente das pessoas fingimos nos gostarmos.
– Por mim tudo bem.
Fomos para sala de jantar onde todos nos esperavam, eu com certeza iria me aproveitar daquilo. Peguei na mão dela e a guiei até a cadeira ao meu lado. Ela agradeceu. O jantar foi totalmente chato, Athena e minha mãe conversaram sobre a empresa e sobre eu e a garota, nossa nisso tudo nem perguntei o nome dela. Poseidon e Frederick conversaram apenas sobre os negócios. Depois do jantar fomos para a sala onde minha mãe pedia pra servir um café, durante o café a garota parecia estar no mundo da lua então resolvi que iria ganhar a confiança dela aos poucos então me pronunciei.
– Senhorita Chase gostaria de fazer um passeio ao ar livre pela propriedade?
– Pois não... Desculpa o que você disse? -Ela faz uma cara de confusa.
– Você gostaria de dar um passeio ao ar livre? – Todos olharam para ela.
– Claro, eu adoraria. -Estiquei a mão pra ela que a segurou.
– Já voltamos. – A guiei pra fora da casa e começamos a andar. -Bom, nisso tudo que está acontecendo nem perguntei o seu nome.
– É Annabeth.
– Annabeth... Não e um nome que se ouve por ai, gostei e diferente.
– E o seu é Perseu né?
– Percy, me chame de Percy, Perseu e muito formal e até parece nome de velho... -Ela dar um sorriso de lado.
– Então Percy, você trabalha na empresa? -Annabeth pergunta
– Ah... Não.
– Eu posso saber por que não? Mas acho que já tenho uma teoria.
– Ah é? Então acho que a sua teoria é que eu levo uma vida de playboy rico.
– E não é isso? – Ela para de andar e fica me olhando.
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