Notas iniciais
Boa leitura...

Clarisse e Chris se sentaram conosco a mesa e ficamos batendo papo falando sobre tudo que vinha a cabeça, nos somos a mesa mais animada que deveria ser naquela festa, estávamos rindo parece um bando de hienas.

–Percy eu quero dançar. –Annabeth se levanta me puxando pra pista e começou a dançar uma musica do Justin Timberlake em remix. –Já que nos vamos fazer isso quero fazer bem feito entendeu? –Me pergunta Annabeth.

–Sim... –Nos estamos dançando bem próximos.

–Presta atenção.

–Claro. –Digo.

–Na frente da imprensa dos amigos nos fingimos está completamente apaixonados e tal...

–Por mim tudo bem. –Digo já com um único pensamento em mente “Vou me aproveitar desses momentos e conquista lá” ficamos dançando até o DJ trocar de musica formos até a mesa de bebidas e pegamos uma taça de champanhe quando os garçons passavam perto de nós, nos aproveitávamos pra tira algumas coisas pra beliscar.

–Não gosto desses tipos de festa. –Comenta Annabeth pra mim.

–Por quê? –Fiquei curioso.

–Só tem gente metida, a comida e menor que minha unha do dedo mindinho, a única coisa que da pra fazer e beber e eu não sou muito fã de beber. –Diz ela jogando o peso pra uma perna só.

–Também não gosto, e eu percebi ontem a noite que você não se dar bem com a bebida. –Falo.

–O que foi que aconteceu? Ontem. –Pergunta ela.

–E serio!

–O que? –Ela me olha confusa.

–Que você não lembra mesmo.

–Bom nada não... a ultima coisa que me lembro foi que nós estávamos brigando na balada e o beijo, depois apenas flash da memória. –Fiquei de frente pra ela, pra poder olha lá bem.

–Bom depois da nossa “briga” nós nos beijamos... –Percebi que ela ficou vermelha. –Depois quando estávamos pedindo o meu carro pro manobrista... –Não segurei um riso.

–O que foi que eu fiz...? –Me pergunta espantada.

–V-você gritou no meio da rua que queria transar... –Ela botou a mão na cara e negou com a cabeça.

–E não acredito que fiz isso. –Ela fala com um sorriso nos lábios.

–E, mas fez... –Digo.

–Continue...

–Você me pediu pra lhe levar para um lugar mais particular...

–E você claro se aproveitou... –Me interrompe ela.

–Não vou negar... você gostosa e o tipo de mulher que qualquer homem gostaria de ter lá na cama ou ao seu lado. –O vermelho dos tomates nem chegam perto do vermelho que Annabeth tinha na cara.

–Sim... –Ela fez um gesto com a mão pra eu continuar.

–Quando estávamos a caminho no meu apartamento você começou a canta a musica do rádio, e me atacou. –Digo bebendo um cole da minha bebida.

–Defina atacar. –Pergunta Annabeth.

–Você começou a me beijar e a mexer no meu pênis eu até tentei fazer você esperar até chegar em casa mais não... nos transamos no carro, quando terminamos e estávamos o vestindo um bêbado aparece e fica olhando pro carro... –Eu fico segurando o riso. – Você pensou que ele tava nós vendo mais eu disse que a película do carro não deixava, não demorou muito e estávamos no meu prédio, formos nós agarrando pelo elevador até entra em casa íamos pra segunda rodada da noite quando você desmaia por causa da bebida. Acabou vomitando na sua blusa que tá lá em casa, eu lhe limpei botei uma blusa minha em você e fui arrumar a bagunça que ficou meu apartamento e eu achei melhor dormir no sofá caso você acorda se de noite e desse um chilique, mas não adiantou muito já que quando você acordou...

–E você me fala isso assim... você não tem vergonha na cara não? –Fala Annabeth, eu começo a rir dela.

–Perto de você eu não tenho... –Annabeth abre um sorriso e não se segura também.

–Pra mim já chega... não quero saber mais da minha noite doida, a propósito me desculpa... –Diz Annabeth.

–Tudo bem... –Somos interrompidos pela assistente do meu pai.

–Percy, falei com seu pai e ele até que está satisfeito com você aqui... ele disse que já posso ir e lhe deixar mais ainda continua pelas ordens de não fazer nada de errado.

–Tá pode deixar...

–Tchau... –Ela me beija em cada lado da bochecha e se despede também de Annabeth, nós deixando novamente a sós.

Vem vamos volta pra mesa... –Em mais uma das minhas tentativas eu pego na mão dela e ela aceita e seguimos pra mesa onde tava Clarisse e Chris se pegando loucamente.

–Ai vão pra um lugar privado. –Fala Annabeth se sentando, eu tive que rir do comentário dela.

–Fala serio Chase... –Diz Clarisse se separando de Chris que tem um sorriso no rosto. –Até parece que você não se pega com o Jackson por ai.

–Oh se pega... –Estique minha mão pra Chris e fizemos um toque de mão, Annabeth me lançou um olha mortal mais deu de ombros.

–Cadê Thalia e Nico? –Pergunto me sentando a mesa ao lado de Annabeth.

–Eles também tavam se pegando também mais eles sumiram. –Assim que eles terminaram de fala Nico e Thalia aparecem, Thalia ajeitando o batom e Nico endireitando o cabelo.

–Que bonito vocês em... –Diz Chris.

–Pelo menos tivemos a decência de ir pra um lugar mais privado e você que tavam se pegando na frente de todos. –Reponde Nico.

–Ares não deve tá por perto... pra você estarem se pegando assim... –Diz Thalia, e Clarisse mostra o dedo do meio pra ela que mostra a língua.

–Você duas... que maturidade em? –Diz Annabeth recebendo língua de Clarisse e Thalia e Annabeth devolve a língua pra elas que riem juntas da atitude delas.

–Nossa! Quanta língua. –Diz Nico nos fazendo rir.

–Nossa essa festa tá muito parada. –Comenta Annabeth fazendo todos nossos olhamos pra ela assustados.

–Tem razão... olha o tio dormindo ali na cadeira. –Digo apontando pra um senhor já com bastante idade quase caindo da cadeira por que tava com sono. –Todos olham pra ele e começa a rir discretamente no senhor.

–Um amigo meu tem uma boate aqui perto que tal irmos lá. –Pergunta Chris.

–Eu topo... –Diz Nico. –Thalia...

–Também... –Lhe responde. Eu olho pra Annabeth.

–Não quero chegar tão cedo perto de uma boate/balada, alias já são quase meia-noite e meia. Vem Percy vamos nos despedir de alguns convidados e me leve pra casa.

–Tudo bem... –Nós despedimos dos nossos amigos e de alguns pessoas que nem conhecia e formos dos despedir da família dela.

–Mãe, pai já estou indo e pedir pro Percy me levar pra casa.

–Daqui a pouco também já estarem indo filha. –Diz Frederick beijando a testa da filha. –Cuide bem dela Perseu...

–Tchau filha, e Percy você nunca tinha falado em publico? –Fala Athena.

–Não senhora... –Digo.

–Você falou muito bem.

–O que o nervosinho na faz na pessoa... –Arranco uma risada do senhor Chase e de Malcolm.

–Já estamos indo, bom resto de noite pra você... –Annabeth sai me puxando em direção a porta que estava cheia de fotógrafos.

–Você quer fala com algum deles. –Ela me pergunta e uma coisa que ainda não tinha percebido e que era ela que tinha entrelaçado nossas mãos.

–Não... pra mim já deu por essa noite. –Lhe respondo.

–Então tá. –Pedimos o meu carro pro manobrista, esperamos alguns minutos e ele estacionou o carro na entrada do prédio mais pra entra no carro teríamos que passar pelos fotógrafos.

–Vamos. –Digo pegando na cintura dela e a guiando até o carro. Se eu achei ruim a chuva de flash na entrada então quando eu sair foi uma tempestade, mal dava pra ver o que tinha na minha frente eles faziam perguntas pra mim e pra Annabeth que não nada pra entender nenhuma, enfim chegamos ao carro. Eu botei um óculo escuro pra poder ver o caminho enquanto Annabeth botava o cinto de segurança, acelerei o carro e em alguns segundos já tínhamos saído de tudo aquilo.

–Não foi uma noite tão ruim assim como eu pensava. –Comento no silêncio do carro.

–Não foi mesmo e o que mais me surpreendeu foi a sua companhia. –Diz Annabeth olhando para celular.

–Hã... –Digo confuso.

–Sim... você até que não e uma mal companhia com eu pensava.

–Devo considera isso um elogio? –Pergunto.

–Não seu, considere com quiser. –Diz ela.

–Então vou considera como um elogio, por que nunca se sabe quando haverá outro, e alias você também não e má companhia, eu pensei que você fosse mimada e tal... –Annabeth abre um sorriso e me olha.

–A ultima coisa que sou e mimada Percy diferente se você depois que eu terminei a faculdade comecei logo a trabalhar.

–E mais tem ajuda da mãe no trabalho. –Digo.

–Como assim. –Ela faz uma cara muito divertida.

–Sim você trabalha na empresa de sua família, nunca teve trabalho se sair de casa e ir atrás de um trabalho.

–E verdade... você não tão cabeça de algas como eu pensava. –Diz ela.

–Hum você se lembra do cabeça de algas! De tudo que aconteceu ontem a noite e você tinha que se lembra desse maldito apelido. –Digo tentando fica serio, mas não tava dando muito certo. Annabeth começa a rir, preenche com silencio do carro com sua bela risada. –Me desculpa se eu não sou tão sabido quanto a você.

–Eu não sou sabido. –Diz ela.

–Então se você pode-me botar um apelido eu também posso botar um em você. –Falo.

–E que tipo de apelido. –Diz Annabeth.

–Já sei SABIDINHA.

–Hã...

–E esse seu novo apelido sabidinha. –Afirmo.

–Esse não e bem uma apelido você sabe. –Diz ela.

–A me deixa! Eu nunca fui bom em apelidar os outros.

–O.k.

–Pronto chegamos... –Digo parando na frete da casa dela.

–Boa noite cabeça de algas. –Ela fala rindo e me pegando de surpresa com um beijo na bochecha, não tive reação de me despedir dela direito, ela saio do carro e eu liguei o carro e dirigir de volta pra casa.

Notas finais
ATÉ O PRÓXIMO CAP... E VEJAM MINHA OUTRAS HISTORIAS.