Uma Mulher Em Minha Vida
12 Compramos um anel.
Notas iniciais
No dia seguinte fui trabalha com a Anna e ela parecia distante não estava prestando atenção no julgamento.
–Aconteceu algo, parece distante e parece que não esta prestando atenção no julgamento. –Pergunto a ela que limitou se apenas a responder.
–Quem deve presta atenção e você Percy, eu só estou aqui pra lhe tira alguma duvida sobre o caso. –Depois dessa resposta me virei pro julgamento que até estava interessante a mulher que e cliente da empresa estava processando a antiga impressa que trabalha por não paga os plantões que ela tinha feito e eles não pagaram todos. Hoje o juiz tomaria sua decisão final depois de um mês enrolando, o julgamento teve um intervalo e quando o juiz volta se já era pra dá a sentença, aproveite e ligue pra Annabeth pra saber se ainda íamos sair pra compra o anel, eu ligo pra ela que atende logo no segundo toque.
–Aló, Annabeth... -Falo.
–O que foi Percy? –Me pergunto ela. -Seja rápido estou um pouco ocupada no momento.
–Liguei apenas pra saber se nós ainda vamos sair.
–Há claro você passa aqui e me pega e então vamos pra joalheria tudo bem.
–Claro então passo ai daqui a pouco o julgamento já esta acabando só estou esperando a sentença. -Digo.
– Tá ok... Então até daqui a pouco tchau... –Então desliguei o celular e fui comer algo antes de voltar pra sala, o juiz deu a sentença que a empresa deveria paga tudo com juros a mulher e blá blá. Dirigir em direção ao edifício empire state e subir pro 60 andar que era onde ficava o escritório da empresa Chase. Como já conhecia o lugar não tive problema nenhum em encontrar a sala de Annabeth, Silena avisou que eu já estava aqui e Annabeth me deixou entrar.
–Já chegou Percy pensei que iria demorar mais. –Fala Annabeth mal olhando pra mim eu não sei se já falei isso pra vocês, mas odeio quando estão falando comigo e não me olha nos olhos.
–E o julgamento já terminou então vim logo. –Falo me sentando na cadeira em frente a Annabeth.
–E como foi? –Me pergunta Annabeth mexendo no computador.
–Dá pra olhar pra mim enquanto falo.
–Olha Percy eu sou disléxica então demoro um pouco pra entender as palavras que estão escritas então estou um pouco atrasada nisso aqui então eu não posso presta muita atenção em você me desculpa... Mas se quiser fala enquanto tento entender isso agradeceria. –Diz Annabeth agora olhando pra mim.
–Tudo bem... Desculpa... -Peço a ela.
–Tá tudo bem...
–Voltando, nós ganhamos o caso.
–O que já se era de se espera a empresa de Zeus e uma das melhores do País.
–Eu sei o que me faz pensa se vou da conta de defender um caso. –Digo sinceramente pra ela.
–Você vai dar conta Percy a propósito quando vai ser o seu primeiro caso eu quero está presente pra ver com ira se sair.
–Provavelmente semana que vem, mas não sei se e uma boa ideia já não me basta paga mico na frente dos jurados e ainda vai ter você lá eu vou ter um ataque. –Digo brincando.
–Relaxar... Bom, já acabei por aqui já podemos ir.
–Como você sabe que vai dar tudo certo? –Pergunto a ela enquanto me levantando.
–Não sei e só um modo de falar mais você vai ter que conseguir esse emprego porque não quero “marido desempregado” — Diz Annabeth rindo e abrindo a porta de sua sala pra saímos.
–Valeu...
–Silena estou saindo com Percy talvez demore um pouco. –Diz Annabeth a Silena.
–Ok, mais antes sua mãe me pediu pra lhe avisar que e pra você passa na sala dela antes de sair pra almoça.
–Tá, já estou indo lá.
–Se importa de passa na sala da minha mãe antes — Diz Annabeth se virando pra mim.
–Não pode ir lá. –Respondo com um sorriso, ela me deixa sentado em um sofá de espera de frente a mesa de Silena que conversava com alguém ao telefone.
–Percy eu tenho que dá uma saída pra resolver algumas coisas pra Annabeth se importa de fica sozinho alguns minutos em quanto Annabeth volta? –Me pergunta Silena.
–Claro que não pode ir sem problema algum.
–Então tchau... –Silena sai me deixando mexendo no meu celular, depois de um tempo vejo alguém se aproximando de mim.
–Oi Percy com vai? –Era Charlie.
–Há, oi Charlie vou bem e você?
–Também vou bem, onde esta a Silena? –Me pergunta ele olhando ao redor.
–Ela teve que dar uma saída pra resolver algumas coisas pra Annabeth.
–Se importa de eu esperar por ela um pouco aqui com você?
–Não senta ai. –Charlie se senta ao meu lado e começamos a conversa.
–Cadê a Annabeth? –Diz Charlie.
–Ela foi conversa com a mãe.
–Espero que eles não se matem. — Diz Charlie em meio em tom de brincadeira.
–Como assim “espero quem elas não se matem”? –Pergunto a ele.
–Há você não sabe. –Fala Charlie surpreso.
–Não sei do que.
–Acho melhor esquecemos esse assunto não e da minha conta. –Diz Charlie tentando mudar de assunto.
–Não agora fiquei curioso me conte.
–Bem e que de vez em quando a Senhora Athena e a Annabeth discutem por causa de alguns projetos de Annabeth, mesmo sento uma grande empresa e tendo os clientes mais ricos do País eles na maioria das vezes pedem projetos de um jeito muito barato e em prazo muitos pequenos então Annabeth se mata tentando fazê-lo. E o maior medo de Annabeth e que uns de seus projetos um dia desmorone/caia por conta de ser feito as pressas e você seu pai sento dono de uma empresa de engenharia fazer um prédio as presas não e nada bom.
–Sei... –Pensei comigo talvez seja por isso que Athena resolveu se associar com Poseidon pra fazer um trabalho mais rápido e economizas tempo e dinheiro.
–Agora que já te contei vamos mudar de assunto. –Charlie e eu começamos a conversa sobre qualquer coisa de vinha na cabeça e viramos bons amigos depois de meia hora conversando Silena aparece com Annabeth ao lado rindo.
–Oi Charlie... –Diz Annabeth o cumprimentando.
–Oi Annie também. –Eles se abraçam.
–E eu não ganho um nada mesmo? –Pergunta Silena.
–Claro que ganha, você ganha o melhor de tudo que e o meu beijo. –Eles se beijarão e eu fiquei meio sem graça com aquilo e acabo encontrando os olhos de Annabeth que estava vermelha provavelmente de vergonha. Joguei a cabeça em direção a saída indicando pra nós saímos dali e ela fez que sim e deixamos os dois se beijando e entramos no elevador e assim que ele começou a desce Annabeth e eu nós olhamos e começamos a rir loucamente e ela tinha uma risada tão bonita e mas engraçada ainda.
–Foi meio constrangedor. — Digo olhando os números que já estava chegado ao vigésimo.
–É foi um pouco. –Diz Annabeth tentando se recompor.
– Você tava vermelha...
–Nem fala nada que você não estava muito diferente de mim. –Chegamos ao estacionamento e entramos no meu carro.
–Então aonde e essa tal joalheria?
–E a algumas quadras daqui. -Diz Annabeth me indicando o caminho e em poucos minutos por causa do transito de NY estamos na joalheria, entramos e logo um mulher veio nós atender.
–Bom dia, posso ajudar o belo casal em algumas coisa? –Pergunta a atendente.
–Pode sim nós viemos compra um anel de noivado pra mim. -Fala Annabeth.
–Há claro temos os melhores anéis da cidade por aqui. –Ela nos guiou até o balcão de joias. –Que tipo de anel vocês querem. –Pergunta a atendente.
–Algo nada muito caro... –Falo.
–Nós mostre o que você tem. –Diz Annabeth se sentando em uma mesa e cruzando as pernas que são lindas.
–Só um instante. –Diz a atendente se retirando.
–Espero que não escolha nada muito caro. -Peço a Annabeth.
–Há Percy, esse e o meu primeiro casamento e eu querendo ou não vai ser com você, então eu vou aproveitar e quanto eu puder. –A moça volta.
–Pronto aqui estão os nossos melhores anéis.
–Eu gostei desse. –Mostro um anel de brilhante com ouro.
–Há não Percy... –Diz Annabeth olhando outro.
–Anão e um ser humano bem pequeno. –Respondo pra ela.
–Há, há ,há... Muito engraçado, que tal esse e bonito. –Annabeth me mostra um anel de ouro branco e um diamante maior que meu dedo mindinho.
–Nossa Annabeth olha o tamanho dessa pedra, quanto custa esse anel.
–Vinte mil dólares dólares. –Diz a mulher.
–Ai caramba...! -Exclamo.
–Qual e Percy você pode paga dois desse anel. –Fala Annabeth experimentando ele. –Mas não vou poder sair com ele por ai então pra sua sorte não vamos leva-lo. –Agradeci a ela mentalmente. –Eu quero algo bonito e não chamativo.
–Que tal esse. -Pego um anel de esmeralda com diamantes.(http://www.polyvore.com/blue_nile_tsavorite_diamond_double/thing?context_id=10484855&context_type=user_fav&id=102079982). –E bonito e eu acho delicado. –Annabeth Abreu um sorriso que eu não entendi o do por que.
–Me deixa ver. –Disse Annabeth pegando o anel da minha mão.
–E bem bonito vamos leva-lo. –Diz Annabeth dando o anel a atendente.
–Ótima escolha senhora... –Pergunta a atendente.
–Por enquanto e senhorita Chase. –Diz Annabeth.
–E quanto custa esse anel? –Pergunto a atendente.
–Dez mil dólares. –Responde ela simplesmente e se retirando, depois que ela falou dez mil doares eu quase desmaie.
–Dez mil dólares Annabeth... –Fala pra Annabeth.
–Qual e Percy, para de ser pão duro e foi você que escolheu o anel. –Diz Annabeth se levantando.
–Eu escolhi...?!
–E você disse olha esse e bonito e delicado. –Fala Annabeth tentando imitar minha voz.
–Eu apenas lhe mostrei. –Digo me levantando também.
–Para de frescura e vai logo paga. –Diz Annabeth apontando pra atendente que estava vindo em nossa direção de volta.
–Se eu soubesse que custaria tão carro tinha...
–Tinha o que. –Pergunta Annabeth.
–Nada...
–Vai se acostumando eu adoro presentes e mesmo sendo um casamento de fechada quero que me trate como sua mulher mesmo. –Diz Annabeth.
–É... Mas num casamento tem de verdade você sabe o que rola entre quatro paredes. –Falo quase rindo.
–Muito engraçado Percy nós já conversamos sobre isso e você entendeu o que eu quis falar.
–Sim vamos ver se você for uma boa companheira. –Digo vendo a atendente voltar.
–Vai ser em dinheiro, cheque ou cartão? –Pergunta a atendente.
–Cartão mesmo a vista. –Falo pegando a minha carteira. –Esta aqui. –Lhe entrego o cartão de credito.
–Só um instante e já lhe trago de volta senhor.
–Por não usa cheque? –Me pergunta Annabeth.
–Não gosto vem um juro absurdo e maior que a do cartão. -Digo.
–Hã... –A atendente volta e entrega de volta o meu cartão e uma caixa de veludo.
–Bom dia pra você. -Fala a atendente.
–Igualmente. –Diz Annabeth e saímos da loja.
–Me dar o anel. –Diz Annabeth pulando na minha mão.
–Não. –Annabeth faz uma cara de confusa.
–Quando chegar à hora eu lhe darei o anel já que você quer um casamento tradicional assim será.
–Aff... –Caminhamos um pouco pelas ruas de NY e quando menos espero Annabeth tem um ataque de risos.
–O que foi. –Pergunto a ela.
–Não foi nada e que na joalheria você disse “e bonito e delicado” e isso pareceu meio gay. –Diz Annabeth ainda rindo.
–Gay é... –Seguro Annabeth pela cintura e aproximo nossos corpos e isso faz Annabeth para de rir. –Quem e gay agora em...?
–Tá Percy pode para agora.
–Não, agora diz que eu não sou gay. –Eu aproximo ainda mais nossos corpos nos deixando a poucos centímetros.
–V... Você não e gay. –Diz Annabeth. –Tá bom.
– Tá. –Largo ela e voltamos a andar.
–Quer ir almoçar? -Pergunta Annabeth.
–Você paga?
–O que?
–E acabei de compra um anel de trinta mil dólares pra você e o anel que to usando acho que não vale nem cem dólares pra mostra que to compromissado com você o que injusto.
–Tá tudo bem mais, vamos ao restaurante perto da empresa.
–Sim sinceramente eu preferia almoça na rua mesmo. –Digo a ela.
–Ai mais você não tem jeito mesmo em... Percy essa comidas de rua não são o mínimo saudáveis e quem tá pagando sou eu então eu escolho onde comer. –Entramos no carro e comecei a dirigir.
–Um dia eu vou te fazer comer na rua.
–Tá bom mais dirige estou morrendo de fome. –Diz Annabeth botando o cinto de segurança e seguimos pro restaurante.
Continuação no próximo cap....
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