Notas iniciais
Olá, para você que veio conhecer minha história o meu mais sincero obrigada. Eu já trabalho com a escrita a alguns anos mas eu nunca chego realmente a postar o que eu produzo, mas ai um dia eu pensei "por que não fazer logo isso de uma vez?"
Sim, caro leitor. Eu pensei isso agora, nesse momento em que escrevo esse prólogo. Então eu só estarei na espera pela sua mais sincera opinião e os agradecimentos por dedicar uma pequena parcela do seu tempo lendo algo produzido por mim.
Obrigada e tenham uma boa leitura.

Um...

Dois...

Três...

Contei as maçãs no topo daquela macieira. Eu não teria como subir ali, não com aquele vestido longo. Suspirei magoada. Eu estava morrendo de fome naquela tarde quente do verão e aquelas pareciam as mais deliciosas maçãs que eu sequer provara em toda a minha vida.

Tentei escalar de maneira falha a macieira. Cai com um baque surdo e meu cavalo relinchou assustado de onde pastava um pouco longe de mim sobe o sol quente. Levantei os olhos instintivamente, poderia ser o meu pai! Dei um salto de alegria mas parei no mesmo instante. Tudo estava quieto demais para ser a volta dos caçadores. Observei o meu redor dando pequenos passos para trás, tentando uma falha proteção no tronco da arvore. Escutei passos vindo em minha direção e pensei em correr quando senti mãos nos meus ombros...

— Peguei você!

Soltei um grito engasgado retesando os músculos tentando escapar. As mãos me seguraram mais forte.

— Isabel! Sou eu, calma!

Ele gritou e me soltou. Soltei um bufido muito parecido com o meu cavalo o que fez ele rir.

— Maldição, Benjamin!

Ele riu ainda mais.

— Oh! Segundo a Sra. da etiqueta, moças educadas não blasfemam.

— Aos infernos com as etiquetas dela!

Ele ficou sério por um momento... então caiu no chão como prestes a desmaiar de tanto rir. Não segurei o riso e me sentei ao seu lado também rindo.

— Você é um idiota! Levanta agora!

Ele me puxou para junto dele no chão e beijou a ponta do meu nariz. Depois ergueu o tronco ainda com os braços ao meu redor.

— Por que tanto medo? — Ele perguntou e me soltou.

Eu estava corada inevitavelmente mas olhei na direção do grande campo e suspirei.

— Estou sozinha aqui em cima, tudo pode acontecer.

Ele sorriu novamente.

— Eu protejo você.

— Por Deus! Me seguiu até aqui? — levantei em um salto lhe olhando.

— Eu? Não... escuta de que adiantou a Sra. Lancel lhe permitir estudar com a filha Lady quando você ainda se comporta como uma grosseirona da taverna?

— Eu? Me chamou de grosseirona de taverna? Escuta aqui seu imb...

Ergui a mão para lhe acertar um belo soco como aprendi com seu irmão mais velho mas baixei no mesmo instante.

— Que som é esse? — perguntei de repente.

Ele me olhou confuso.

—Minha nossa...

Ele começou.

— Eles chegaram!

Eu gritei.

Sai correndo na direção do meu cavalo e montei em seguida.

— Adeus seu imbecil. É uma pena você estar tão longe para que eu não possa te pisotear com as ferraduras do meu cavalo.

Acenei com a mão e sai em disparada descendo o monte em direção à vila.

Notas finais
Se você chegou até aqui... OBRIGADA! Sou grata e feliz. Não esquece de deixar seu review.
Beijos da Jenny e até logo.