Uma Jornada Começa
2 Decepção e Surpresa
Notas iniciais
– Professor, você não precisa me dar o inicial necessariamente, eu aceito qualquer pokémon disponível no seu criadouro. — disse Gustavo implorando para o Professor
– Sinto muito mas isso não será possível porque todos os pokémons do criadouro já estão destinados aos respectivos treinadores devido a demanda pela falta dos iniciais. — falou Prof.Carvalho
– Então me dê uma pokébola e me empreste um pokémon. Se você não tem nenhum pokémon disponível, eu irei atrás do meu. — Gustavo falou decidido
– Isso também não será possível. — informou o Professor. Todo o estoque de pokébolas que eu possuia acabou
Já desanimado, com uma cara triste, quase chorando, Gustavo pergunta
– Tem pelo menos a Pokédex?
– Tenho, e a última. Aqui, pegue. — disse Prof.Carvalho
– Obrigado pela a atenção professor. Vou para a minha casa agora. Tenha um bom dia. — disse Gustavo já virando as costas e indo em direção a porta.
Quando saiu do laboratório, já estava perto do meio dia e como não ia ter mais o que fazer durante a manhã, Gustavo resolveu voltar para casa. Com a cabeça baixa e perdido em seus pensamentos, ele seguiu até sua casa chutando uma pedra pequena para passar o tempo. Quando chegou em casa, sua mãe o recebeu com uma alegria enorme, esperando que ele mostrasse qual havia escolhido.
– E aí filho me conta qual você escolheu: Charmander, Squirtle ou Bulbasaur?? — perguntava a mãe com um sorriso de orelha a orelha.
O filho apenas balança a cabeça negativamente e começa a chorar, falando que o Professor não tinha mais pokémons disponíveis, muito menos pokébolas e que apenas lhe deu a Pokédex. A mãe vendo a tristeza do filho, subiu as escadas, foi até seu quarto e de lá trouxe uma caixa de madeira já desgastada pelo tempo.
– Aqui filho, abra. — falou sua mãe
– O que tem aí? — falou Gustavo sem dar importância ao presente de sua mãe.
– Era uma coisa que seu pai me deu antes de morrer. Ele deu isso para eu me proteger enquanto eu estivesse sozinha em casa e acho que será melhor se ficar com você. — disse a mãe com lágrimas no olho lembrando da cena.
Ao ver a tristeza da mãe, ele concordou em abrir a caixa e, para sua surpresa, havia algo que ele desejava muito em ter.
– Is-Isso é u-uma po-pokébola — disse Gustavo completamente emocionado com o que acabou de ver.
– Dentro dela, há um pokémon muito especial. Eu o estou dando para você pois sei que você irá cuidar muito bem dele. — disse sua mãe enquanto o abraçava
Gustavo então atirou a pokébola e de dentro dela apareceu o pokémon que o pai tinha dado para a proteção de sua mãe. Um pokémon muito leal que ele jamais abandonaria e que sempre iria acompanhá-lo.
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