Uma História de Hogwarts: O Livro de Merlin
13 Epílogo
Notas iniciais
BRUNO
Estava tudo mais tranquilo, parecia na verdade um sonho, que eu não queria mais acordar. Havíamos voltado para o chalé de Hugo, estávamos todos na varanda observando a fogueira.
O ministério da magia resolveu todos os problemas, e no final sairíamos como inocentes, pois as mortes que aconteceram foram por pura defesa.
Hugo havia dormido no ombro de Victor. Mas o maior não pareceu se importar, de vez em quando, eu o flagrava acariciando a cabeça de Hugo.
Camille, estava olhando fixamente a fogueira, não tinha expressão alguma no rosto. Parecia de certa forma... Vazia...
Nicole, que estava ao meu lado, deitou em meu colo, e ficou me encarando com aquele sorrisinho fofo dela.
– O que foi? — Perguntei, arqueando a sobrancelha.
– Nada não... É que, esse é um daqueles momentos que aparece uma vontade repentina de dizer Eu te amo.
Dei um selinho rápido em seus lábios, e disse:
– Eu também te amo. — Mas tinha algo em seu rosto, tinha algo acontecendo, mas ela não queria me contar.
– Nic... Aconteceu alguma coisa?
– Não... Quero dizer sim... Mas nada para se preocupar agora...
– O que é?
– Bruno... É que... Eu vou sair de Hogwarts por um tempo. Eu sei que sempre foi meu sonho estudar aqui, mas agora que tenho noção de meus poderes, tenho que aprender a utilizá-los, e só Merlin pode me ajudar...
–M-Mas... Por quanto tempo?
– Não sei, até eu estar pronta para utilizar meus poderes direito.
– Promete que vai voltar? Que não vai esquecer de mim?
– Claro que prometo! E eu jamais vou te esquecer, seu bobo! — Ela levantou sua mão, e acariciou meu rosto. — Eu te amo, e nada no mundo vai tirar esse sentimento de mim. — Ela se levantou, e ficou de frente a mim.
Não resisti ao impulso de me aproximar, selei meus lábios com os dela, e a beijei, carinhosamente, com minha mão em sua nuca, e a outra acariciando seu rosto. Por Merlin! Como eu amava essa garota.
Como eu queria que esse momento se congelasse, e não acabasse mais. Seria perfeito assim.
Mas infelizmente, a vida não é assim
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