Uma História Star Wars: Kal-El

5 ATO V - O Homem de Aço!


A maior responsabilidade de Jor-El estava na terra, e passou para Jonathan e Martha Kent, que chamaram o pequeno Kal da casa dos El, de Clark Kent. O garoto estava crescendo rápido demais por conta da Energia solar que também lhe conferiu super poderes. Mais rápido do que uma bala, mais poderoso do que uma locomotiva, Este era o Super-Homem.

Clark começou seu trabalho no Estrela Diário e tinha como seu chefe o Rigoroso Perry White que lhe dava trabalhos e mais trabalhos para ser executado em pouco tempo e era elogiado por devolver tudo pronta na metade do tempo requisitado. Kent descobriu seus poderes conscientemente na adolescência quando uma gangue de Motociclistas fizeram um assalto em um posto de gasolina.

—Quero que todos passem carteira, relógio, e tudo o que mais tiver de valor. Ei, você, esvazia o caixa e passa tudo pra cá. — O Membro da Gangue apontou a arma para a cara do atendente do posto de gasolina que esvaziava o caixa o mais rápido que pudia. -Se a polícia baixar aqui a gente mata vocês antes de ir pra cadeia e eu não tô zoando, passa logo pra cá. — Clark passava por aquele mesmo local depois da escola e viu a cena, ele achou melhor ignorar aquilo para não se meter em confusão, coisa que seu Pai o aconselhava sempre.

A Gangue tinha um vigia que estava do lado de fora vendo quem passava nos arredores, e quando Clark apareceu ele foi até ele e apontou a arma para sua cabeça e mandou ficar em silêncio, e então, ele o levou para dentro do posto. Clark parecia assustado, mas não em pânico como o resto das pessoas lá dentro. tomaram a sua mochila e um dos membros olhou para ele e o mediu de baixo para cima com os olhos.

—Se teu papai e tua mamãe perguntar o que houve com a mochila, diz que perdeu ou que tomaram de você a força na escola, mas se você contar o que houve, a gente vai estar ligado moleque. A Gente manda em Smallville, somos olhos e ouvidos desse lugar, cê me entendeu? — Mesmo com a pistola do bandido na sua cabeça, ele não demonstrava nenhuma reação de choque.

Clark não tinha medo, mas raiva não lhe faltara naquele momento, e ao ver que ele deu uma coronhada em uma senhora de idade que estava chorando e implorando por misericórdia; Clark teve um surto de raiva e empurrou o bandido fazendo ele voar através das paredes e voando a mais de quilômetros até não ser mais visto. Ele conseguia ouvir o barulho interno da arma e passou a ver tudo diferente, tudo se passava em uma frequência de tempo drasticamente reduzida, onde ele foi capaz de pegar a bala disparada e bater no bandido atrás dele com o ombro, fazendo ele voar para cima a uma altura e velocidade a se perder de vista.

o outro criminoso que estava com uma criança como refém que estava com a arma mirada na cabeça disparou o revólver, mas clark conseguiu correr e pegar a bala a tempo. tirou o menino das mãos do homem e deu um direto em seu peito, fazendo ele voar longe destruindo tudo pela frente. o vigia que estava fugindo com a motocicleta, Clark correu atrás dele, mas não achou que conseguiria correr tão longe e ultrapassou a motocicleta ficando a Quilômetros á frente dele. Quando o vigia chegou e acelerou mais ainda para atropelar clark, a moto empinou para frente e o motociclista saiu voando. Clark se sentiu um herói; Porém, ao ver que ao cair ele bateu com a cabeça no chão e ela explodiu na colisão, ficou horrorizado e decidiu voltar ao posto para ver se todos estavam bem.

Taxaram ele como uma aberração, como um monstro. ele achou estranho pois tinha salvado a vida de todos ali, a velhinha foi a que mais recriminou ele, xingou-o de monstro sem coração e outras palavras muito ofensivas. Ele voltou para casa correndo, e tão rápido que conseguiu causar uma explosão sônica e em segundos chegou ao Rancho dos Kent, sua morada. Ele passou o dia cabisbaixo e então seu pai Jonathan foi ver o porquê dele não querer almoçar e nem jantar. Ele bateu na porta do quarto do menino que o convidou para entrar em um tom desanimador.

—Filho, o que houve? está com o café da manhã até agora, não pode ficar assim. sabe que isso causa vários problemas não sabe? — Disse Jonathan sentando-se na cama ao lado do filho

—Eu sei pai. só não estou com fome

—Não está com fome, ou não está feliz Clark?

—Acho que os dois, um pode ter causado o outro.

—Por quê está chateado? — Clark fica alguns segundos em silêncio e seus olhos que estavam concentrados em seu pai, viram-se para o chão novamente.

—Descobri que tenho super poderes como aqueles super-heróis que passam na rádio e nas tiras de jornais. só que eu salvei um posto hoje, pai. E me taxaram de monstro, gritaram coisas horríveis para mim, disseram que sou o diabo, que sou filho dele. Eu acho que só agora eu compreendo o que estava me dizendo de me guardar, de não ficar me expondo e controlar a raiva. — Ele torna os olhos inocentes de novo para seu pai e o abraça.

—Você tinha super poderes desde que era um bebê. conseguia levantar a minha poltrona da sala, e anos depois até o meu trator. você caiu de uma ribanceira e nada lhe ocorreu, você sorriu e fez de novo. Futuramente todos compensarão você, Clark. serão gratos, vão te aplaudir, gritarão o seu nome, apontarão dedos nos céus e verão você lá em cima. Toda vez que entrarem em apuros, é a você que eles vão Chamar quando algo Poderoso Assolar a terra, esse algo, Clark, só você poderá derrotar. Você é a Liga que Une o Homem á Paz, e para fazer isso, precisa ser um Super-Homem. — Jonathan beija a testa de Clark e o deseja uma boa noite, e vai então para o seu quarto descansar.

No Presente momento, Clark descobriu seu poder por inteiro e desde aquele dia nunca mais ele o usou. Perry White estava mais uma vez tendo um colapso nervoso em sua sala, e ao ver a Silhueta de Clark atrás da porta ele vai até ela e a tranca para ninguém entrar. -Escuta Lois, o que houve com o Perry? por quê de tanta raiva hoje? é ação de graças. — Disse Clark

—O Império Nazista mandou uma carta para Perry dizendo que mais uma reportagem sobre Adolf Hitler e eles iriam invadir o jornal e executar todo mundo. Mesmo sendo dia de ação de graças, um pessoal sem noção colocou bandeiras do Nazismo na Clinton Street no número 344. Ele está nervoso porquê se ele publicar esse absurdo, os nazistas vão ficar P da vida e vão vir aqui prendê-lo.

—Mas não era só reportagem sobre Hitler? não tem porquê ele ficar assim então. — Respondeu Clark

—Clark, você não é inocente assim, né? Você conhece esses Nazistas e sabe que se falar um A deles isso pode dar uma coisa enorme, e que por sinal não é nada bom. — Clark estava atônito pois a Clinton Street era a rua em que morava.

—Compreendo Lois, nesse caso ele está com grandes problemas mesmo, e parece então que só encresparam com ele. Você quer sair para algum lugar hoje a noite Lois? fica por minha conta, eu garanto. — Clark disse prevendo um Não como de costume. mas ela aceitou e disse que estaria na rua que ele morava ás Dez da noite. ele saiu feliz do prédio e pegou um Táxi direto para a casa.

Ele tira um pequeno cochilo e sonha com o que seu pai lhe dissera em sua adolescência e acorda suando frio. ele toma um banho rápido e então liga o rádio e escuta as notícias de tragédia, e escuta o homem da rádio dizer que na ilha de St Martin's tem uma base não americana, supostamente abandonada. Ele desliga o rádio e se levanta da cama e vai para a escrivaninha e desenha vários figurinos, e um figurino fica vindo em sua mente sem nenhum motivo, uma coloração de sua preferência, mas um Simbolo que sempre assombrou a sua mente.

Ele desenha a roupa e compra uns tecidos que ele recebe em casa por encomenda e volta para seu apartamento e o costura. meia hora depois, ele o veste e se olha no espelho, o uniforme o agradava, mas ele não sabia do porquê ele o faria, então, o sonho volta na sua cabeça.

Já era Oito da Noite, ele volta para o banheiro e toma um segundo banho só por garantia e veste o uniforme, e veste seu traje social por cima. ele desce e fica á espera de Lois, que vem acompanhado de Jonathan e Martha Kent e isso o surpreendera bastante. -Mãe? Pai? que coincidência, estava de saída com Lois. — Disse Clark ao vê-los

Eles sorriem e explicam que Lois os convidou. -Devia cuidar melhor das suas coisas Clark, deixou o papel com o número deles em cima da mesa hoje de manhã e decidi fazer uma surpresa, já que me disse que não os via a um certo tempo. — Disse Lois sinalizando para a parada de um Táxi.

Eles chegam a um salão Enorme. Os casais vão dançar e Clark pede uma dança com Lois, que diz que não estava afim. Minutos depois, um Homem de trajes sociais de primeira mão oferece uma dança para ela e Lois aceita. Clark espera a dança acabar e tenta novamente, desta vez, com êxito. o homem vai até ele e o empurra mas o efeito torna pra si.

—Sabia que é errado pegar a dama de um cavalheiro? — Ele diz enfurecido dando um Cruzado na cara de Clark, que se joga para trás fingindo estar desmaiado no chão. em efeito, o homem fica com a mão inchada depois do soco e quase dormente. Quando clark se levanta Lois olha indignada para ele. -É sério clark? Você é um frouxo, eu vou pra casa e era o lugar de onde não deveria ter saído, Boa noite!. — Ela pega um táxi indo para casa, e seus pais também iam embora, só que por um rota contrária a de Lois, pois ficava no sentido mais próximo de Smallville. Clark vai com eles e conversam por bastante tempo, até que um oficial nazista se revela no meio do caminho e atira em Jonathan sem aviso prévio, pois pelo sotaque, o oficial sabia que eram americanos. Ele vai tirar em Martha mas Clark pega a bala no ar e dá um Direto esmagador de direita no queixo do Oficial que cai no chão inconsciente.

Ele vai até seu pai caído no chão e chora pelo que aconteceu, e seu pai diz as últimas palavras para Clark antes de morrer. -F-filho... Seja a Esperança...

Dias depois do Enterro, ele vai trabalhar completamente desanimado e fazendo as coisas mais devagar. Perry conseguiu entender o momento de perda de Clark e o dispensou. Ele sentiu que Perry estava agindo por bondade, pois em meio a toda raiva dos desprezíveis nazistas, ele conseguia pensar em como era horrível perder alguém que nós amamos. Ele chega em casa e troca de Roupa, colocando o seu Uniforme e vai ás ruas. Seus Pulos eram tão altos que conseguia passar das nuvens. ele escutou um pedido de ajuda da Polícia de Metrópolis e correu como se fosse um raio para lá.

Era uma troca de tiros com uma gangue de assaltantes muito bem armados contra uma viatura, era injusto, porém, acontecia muito por lá. ele chega perto de um dos policiais e o olha por um certo tempo. -Está louco? está em zona de perigo, pode acabar morrendo, saia daqui! — O Policial diz ao vê-lo; Todavia, se surpreende ao ver balas amassarem ao acertar o peito do Homem que estava ali.

—O Senhor está ferido?

—Ainda não... o que é você cara? — Diz o policial com um olhar de duvida lançado sobre ele.

—Eu sou esperança, policial. — Clark responde e um sorriso no rosto aparece ao lembrar de tudo o que seu pai lhe dissera anos atrás. ele pula pela viatura e fica de frente com o carro dos assaltantes e o levanta como se fossem míseros quilogramas e o arremessa para um lugar da rua onde não tinha ninguém. eles correm atirando em Clark, que vê todas as balas vindo em câmera lenta em sua direção e dá um peteleco em todas elas ao se aproximarem suficientemente dele. Os bandidos correm todos de uma vez com Pés de cabra e marretas agora e batem com tudo o que tem em Clark, mas eles sentem o corpo vibrar e os objetos quebram ao entrarem em contato com seu corpo.

—Vocês viram que balas não adiantam nada, e ainda insistem em me bater. por acaso são comediantes? — Ele sorri e pega dois pela gola da camisa e o terceiro sai correndo. Clark arremessa os dois nele fazendo todos serem nocauteados, mas falta dois ainda, que correram um para esquerda e outro para a direita. um deles entrou em um furgão de emergência da equipe e estava achando que estava á salvo, o outro correndo a pé. ele pulou alto suficiente para cair de pé em cima do furgão fazendo ele se partir ao meio; O Motorista fica nocauteado pois com o pisão de Clark, ele bateu a cabeça no teto, e em questão de segundos ele aparece na frente do outro bandido e dá um peteleco no seu nariz fazendo ele ser jogado longe, caindo na rua onde tudo começou. Seu nariz estava quebrado e ele consciente.

Clark apareceu na rua de novo e falou com o Policial. -Obrigado por tudo, meu deus homem... você tem um nome? precisamos sempre lembrar disso. — Disse o Policial pândego, pois sem ele, nunca conseguiriam pegar essa equipe, que assaltava metrópolis a tempos.

—Não acho que possa ser um nome normal do dia a dia, mas acho que possa ser um nome para que se lembrem que a esperança luta por todos que nela acredita. Pode me chamar de Super-Homem. — Clark sorri e aperta a mão do policial como cumprimento. -Obrigado pela atenção policial, tenho mais trabalhos a fazer. — Ele se vira e dá um Super Pulo com sua força indo direto para a ilha de St Martin's.

Ao cair lá, um míssil acerta o peito de Clark e o faz bater as costas em uma árvore, que se quebra com o impacto de seu corpo com a explosão. ele se levanta e lembra que a rádio que escutara semanas atrás tratava isso como um rumor, então seu cérebro assimilou isso como uma rádio Neo-Nazista, só isso explicava uma rádio de notícias da qual nunca dizia nada fora do Tema Nazista. outro míssil foi disparado contra ele, e com o seu reflexo relâmpago, ele pegou o míssil e arremessou de volta na torre disparadora. Ele correu na velocidade de Mach 6,7 e invadiu o bunker destruindo todas as portas e paredes com os ombros, esmagando todo soldado e máquina na sua frente.

Ele cuidou de todos os soldados golpeando-os na mesma velocidade e destruiu todos os computadores e maquinários, e ficou cara-a-cara com Adolf Hitler. -Vocês Nazistas são tão imbecis que possuem uma rádio neo-nazista que acaba dando a localização de vocês como uma espécie de armadilha para curiosos. Na próxima guerra que gerar eu sugiro que crie um cartaz gigantesco que faça a mesma coisa, assim se eu estiver vivo ainda, vai facilitar pra eu te achar de novo. — Ele ignora todos os chiliques de Hitler e pula de volta a Metrópolis e o leva para a Prisão militar de Metrópolis.

—Acho que vocês estão atrás de um Nazista folgado com um bigode mal feito, então acho que eu trouxe o certo. — Ele ignora todos os chiliques de Hitler e entrega-o para o Soldado. -Então você é o Super Homem? o Herói de Metrópolis!. — Todos saldam o Super-Homem, que por um ato já estava no Estrela Diário, agora, Superman está em todos os lugares da mídia. -Certo. Rapazes, mas ainda tenho uma coisinha pra vocês. — Ele segue as ondas da Rádio Metrópolis One, e chega lá arrancando o telhado com as mãos nuas, e vai levando todos de lá para a prisão militar.

—Pronto. Metrópolis One era uma rádio neo-nazista que deu a localização do bunker de Hitler como uma espécie de Armadilha para curiosos. — Disse Clark

—Mas não contavam que o Super-Homem estaria lá!. — O Soldado responde completamente energizado.

—Não mesmo. Obrigado Rapazes, Continuem servindo a pátria e honrando seu país. — O Super-Homem bate continência para os soldados e se lembra da história que seu pai lhe contara de quando ele voou quando bebê e bateu a cabeça no teto da casa e por isso, nunca mais conseguiu voar.

Bem...Ele voltou a voar, sobrevoou Metrópolis e passou em frente á janela de Perry White acenando e continuou sobrevoando metrópolis. -Olhem só aquilo. — Apontou um homem.

—É um pássaro? — Disse uma menina apontando também

—É um Avião? — A Mulher perguntou levantando o chapéu e apontando para o céu

—Não Gente, É O Super-Homem! — O Garoto responde com a maior felicidade que possa se imaginar, e Clark ouviu tudo aquilo, e se lembrou novamente e com toda clareza e serenidade que seu pai lhe dissera.

" Futuramente todos compensarão você, Clark. serão gratos, vão te aplaudir, gritarão o seu nome, apontarão dedos nos céus e verão você lá em cima. Toda vez que entrarem em apuros, é a você que eles vão Chamar quando algo Poderoso Assolar a terra, esse algo, Clark, só você poderá derrotar. Você é a Liga que Une o Homem á Paz, e para fazer isso, precisa ser um Super-Homem ".