Uma História JakeNess- Como Acho Que Deveria Ser 2
5 Capítulo 5 - Vestidos
Notas iniciais
Pov. Nessie
– E o segundo pastor? Eu gostei dele. – Falei sorrindo, dando de ombros. Eu e Jake tínhamos acabado de chegar em casa, depois de rodar a cidade inteira atrás de um padre para realizar nosso casamento. Escolher o pastor era uma das poucas coisas que minha tia nos deixava fazer sem ela dar palpite, embora todos os detalhes do casamento estejam sendo contatados a minha pessoa.
– Aquele que cospe? – Jake perguntou com cara de nojo. Todos deram risada.
– Ah, vamos. – Falei dando um tapinha em sua perna. – Não é tão ruim assim.
– Fácil falar. — Jake debochou. – Você que vai estar de véu. – Minha mãe achava graça de nossas discussões bestas. Eu e Jake nunca brigávamos, só discutíamos por coisas idiotas. Admito que sempre foi engraçado.
– Ok... E o terceiro pastor? – Sugeri tentando fazer Jake ceder. Não tava a fim de sair de novo, atrás de um padre.
– Aquele que não parou de olhar para os seus seios? – Jake olhou insinuativa mente para meu busto. Meu pai fez careta. Todos deram risada. Bufei. – Desculpa se estou sendo chato, mas não gosto da ideia de quando eu falar “Eu aceito”, ele pensar “Eu também”. – Jake imitou o padre fazendo uma voz boba. Dei risada, revirando os olhos. Todos riram.
– Ai Deus. – Exclamei balançando a cabeça em negativa.
– O que aconteceu? – Ouvimos a voz de Leah, e logo ela apareceu na sala. Como sempre, entrando sem bater. Nem estranhei ela aparecer aqui depois do almoço, porque nesse horário, Fred sempre estava no trabalho. Embry entrou atrás de Leah. Acho engraçada a relação deles. Embora, eles não se amem, se tratam como irmãos. Afinal, como os dois são meio doidos, fazem uma dupla perfeita na hora de aprontar. E Fred sempre teve uma pontada de ciúmes por causa disso.
– A gente tá tentando achar um pastor pra realizar nosso casamento. – Expliquei suspirando. Acho tão linda a expressão “Nosso casamento.” – Mas todos são chatos e irritantes.
– E ficam olhando pros.... – Jake explicou olhando meu busto de novo. Todos deram risada. Embry olhou pro meu busto, e deu um sorriso malicioso, balançando a cabeça em afirmativa. Jake olhou feio pra ele. Dei uma risadinha. Meu amor é muito fofo com ciúme.
– Ah eu sei! – Leah disse, e eu já adivinhei que ia vir uma daquela ideias malucas. – Um de nós, sabe... da turma, podia casar vocês.
– Leah, a gente vai casar de verdade, e não de brincadeirinha. – Falei om obviedade. Jake concordou. Minha mãe deu risada.
– Não, é sério. – Leah insistiu. – Hoje em dia, qualquer um pode ser ordenado pela internet, e celebrar um casamento.
– Eu quero! – Embry disse firme levantando a mão. Leah o olhou brava.
– Ah nem vem! Eu que tive a ideia.
– Gente, eu agradeço a ajuda, mas vocês não vão nos casar. – Jake disse calmo.
– “Eu quero” não tem mais valor nesse mundo? – Embry indagou indignado. Jake revirou os olhos. Minha vó de risada.
– Eu quero ter um membro autentico do clero. – Jake disse firme. – E quando digo autentico, digo gay, e que tenha controle sobre a própria saliva. – Ele contou nos dedos, fazendo todos darem risada.
– Calma. – Minha mãe disse. – Vocês acham alguém.
– Ou vocês podiam me deixar escolher, sabe... – Tia Aly disse com um olhar insinuativo.
– Nem vem tia. – Falei séria. – Você é muito exagerada. É capaz de chamar o papa. – Todos concordaram. Ela bufou. Olhei pro Jake, e ele deu um meio sorriso divertido.
***
Estávamos na sala, enquanto minha tia Aly ficava rabiscando algumas coisa em um caderno de folhas brancas. Ao seu lado, as mulheres da minha família alternavam o olhar entre mim e o desenho, dando suspiros apaixonados. Juntei o cenho as encarando.
– Que foi? – Perguntei confusa.
– Pode falar pra ela? – Minha mãe perguntou para minha tia fadinha. Ela assentiu. Meu pai deu um sorriso divertido, balançando a cabeça em negativa. – Assim... Você sabe que a gente vai trazer os vestidos de noiva até aqui em casa pra você provar, né?
– Sei, mas e daí? – Perguntei com obviedade, enquanto eu e meu amor, sentados no tapete, arrumávamos uma pilha de convites de casamento. Jake estava todo atrapalhado, enquanto eu o ajudava a organizar tudinho.
O engraçado é que eu e Jake, apesar de irmos nos casar, parecemos simplesmente dois adolescentes. Minha família já confirmou isso. Meu pai disse que é até engraçado ver uma baixinha com blusa de bandas de rock, shorts pretos, e trança no cabelo, com um anel de noivado feito inteiramente de diamante na mão direita. Ele falou que chega a ser irônico, eu, com minha mentalidade de adulta, porém as vezes maluca, me casar.
– Se você não gostar de nenhum, eu já estou desenhando um modelo exclusivo de minha pessoa. – Minha tia Aly disse sorrindo orgulhosa.
– Deixa eu ver? – Perguntei animada.
– Nem vem. – Ela disse dando um tapa em minha mão que já estava indo em direção ao caderno. Mostrei a língua pra ela. Jake deu risadinhas enquanto se confundia com diversos convites. – Só vou mostrar, caso você não queria nenhum dos que eu encomendei... E aliás, sei que você vai acabar escolhendo esse, então... – Tia Aly deu de ombros.
– Ok. – Respondi voltando minha atenção aos convites. Eles eram lindos. Era um envelope branco com os nossos nomes em letras incrivelmente desenhadas por um artista francês (exagero de minha tia), e dentro, tinha convitinhos vermelhos todos decorados e com letras brancas. Nós sabíamos que essas cores foram escolhidas para representar eu e Jake. Afinal, ele é tem aquela pele maravilhosamente morena, um pouco avermelhada, e eu sou branquinha.
– Pai, manas.... Só. – Jake disse dando um suspiro normal, porém eu percebi um pouco de tristeza. Isso já aconteceu algumas vezes, quando tocávamos em alguns assuntos. Eu sabia o que significava.
– Sua mãe vai estar lá, Jake. – Afirmei dando um beijo em sua bochecha. Minha família toda, deu um meio sorriso meio triste. E essa era uma das poucas vezes que todos demonstravam algo além de “você fede” por meu amor. Jake me olhou dando um meio sorriso em forma de agradecimento, e deu um beijo terno em minha testa.
Ouvimos uma batida na porta principal da casa, e logo Embry aparece. Por algum motivo, eu já sabia o que ele queria.
– Já acharam o pastor? – Embry perguntou indo direto ao assunto, como quem não quer nada.
– Não, mas o pastor que gostou da Nessie ligou. – Jake disse com um sorrisinho cínico, fazendo todos rirem. Revirei os olhos rindo do ciúmes de meu amado. – Ele perguntou se a gente ainda tava junto.
– É... Não vamos achar ninguém... – Concordei desanimada.
– Então deixa eu ser o pastor. – Embry sugeriu novamente.
– Embry. – Jake falou sem paciência para um novo pedido para realização do nosso casamento.
– Não, não. É sério. Eu estava pensando. – Embry começou a contar nos dedos. — Eu sou extrovertido. Não vou ficar nervoso de falar na frente de todo mundo. Eu não cuspo, e não vou ficar olhando pros seios da Nessie. – Ele explicou com obviedade. – Todo mundo sabe que eu curto mais uma bundinha. – Quando ele falou isso, todos deram risada. – E mesmo a bunda da Nessie sendo muito bonita, não vou ficar olhando porque ela é sua, cara. – Fiz careta do jeito que Embry falou. Jake ficou visivelmente irritado, mas deixou passar tendo em mente que o melhor amigo era maior pegador.
– Isso é verdade. – Concordei maneando a cabeça, mesmo não gostando do jeito que Embry falou. É estranho.
– Mas Embry... – Jake ia argumentar, quando meu nosso amigo o interrompeu:
– E sem falar, que não vai ser nenhum desconhecido no altar com vocês. Vai ser eu. E juro que vou caprichar. – Ele prometeu. – E além disso, eu adoro vocês. Significa muito pra mim. – Me derreti por dentro do jeito que Embry falou. Percebi a sinceridade em seus olhos.
– Awwt. – Exclamei, fazendo todos darem risada. Embry nos olhou esperançoso. Jake me olhou. – Vai ser legal, Jake. – Falei dando um sorriso fofo pra ele. Sempre soube que meus sorrisos derretem o coração de meu amado.
– Então, eu posso? – Embry perguntou. Jake abriu um sorriso não resistindo ao meu pedido, em forma de sorriso.
– Sim, você pode. – Ele confirmou.
– Ai, que legal! – Embry pulou dando um gritinho, e vindo nos abraçar. Todos deram risada do seu jeitinho. Por mais que Embry fosse pegador e tudo mais, sempre teve um lado que nos faz duvidar sobre em qual time ele joga. – Ok, ok... Agora tenho que começar a escrever um discurso. – Quando ele ia embora pra sua casa, voltou sua atenção para nós dois. – Mas pera aí, pastores da internet podem transar, certo?
– Certo. – Jake disse revirando os olhos. Todos deram risada.
– Então tudo certo. – Embry falou, e saiu de casa correndo. Todos meus familiares nos encararam.
– Esse casamento vai ser da hora. – Meu tio Emmet disse sorrindo. Revirei os olhos.
– Sério, Renesmee? – Tia Aly indagou visivelmente irritada. – Sério, Jacob? – Jake a ignorou e voltou a organizar os convites. – Eu deixo vocês fazerem uma coisa sozinhos, que era só achar um padre decente... E vocês chamam o Embry? O Embry?
– Ah tia, não tem nada demais. – Falei debochada.
– Nada demais? – Ela perguntou incrédula. — Olha, se ele estragar o seu casamento, vou rir pelo resto da vida da cara de besta de vocês dois. Nada demais... – Ela repetiu dramática com o que eu falei.
– Vai dar tudo certo, Alice. – Minha mãe disse sorrindo amigável.
– Ninguém nessa família jamais teve um padre ordenado pela internet. Muito menos um que é o maior “pegador” ... Isso não é normal. – Tia Aly argumentou com obviedade.
– Como se um casamento cheio de lobos e vampiros, e uma hibrida fosse normal. – Debochei dando risada. Jake concordou. Ela bufou. – Tia, calma. Vai dar tudo certo, ok? Pare de exageros. – Falei separando os convites de Charlie e Sue. Tia Aly me olhou desconfiada, mas aceitou.
– Eu poderia realizar a cerimonia matrimonial. – Sheldon disse sem tirar os olhos de um gibi do Flash. Nem sabia que ele estava dentro da conversa, parecia tão concentrado no gibi. Todos os olharam arqueando as sobrancelhas. – Contanto que a cerimonia possa ser realizada no idioma de Klingon.
– Nada de Klingon, Sheldon. – Falei firme.
– O que eu você viu nela? – Ele perguntou pro meu amor. Todos deram risada.
– O que faltava em mim. – Jake respondeu dando de ombros, sem tirar os olhos dos convites que arrumava. Todas as mulheres de minha família suspiraram apaixonadas, menos minha tia Rose que continuou indiferente. Sorri, também sem tirar os olhos dos convites, e Jake tascou um beijo em minha bochecha. Ai, como é lindo!
***
Pov. Jacob
Saí da oficina, depois de um dia de trabalho, pronto para encontrar minha linda em casa. As coisas entre mim e ela estavam maravilhosas, tirando o fato que mesmo eu não me sentindo culpado como prometi, penso em minha pequena todos os dias. Nessie, apesar de tudo o que aconteceu, de toda aquela briga do passado, ama demais o pai. E tenho medo de como ela pode reagir ao saber de toda a chantagem, a armação dele.
Minhas preocupações sobre se ela vai ficar brava comigo já diminuirão e tals, mas as preocupações sobre ela ficar brava com Edward, cada dia aumentam. E por isso preciso ficar do lado dela todos os momentos pra que ela suporte, quando finalmente quiser saber a verdade.
Em meio aos meus devaneios, percebi já estar em frente a mansão Cullen, que logo já não seria nossa casa. Eu e Ness, semana que vem, vamos numa loja, pra ela olhar os móveis que ela quer. Logo após a lua de mel, vamos direto pra nossa nova casa. Eu estou construindo com a ajuda dos meninos. Perguntei pra minha pequena quantos andares, cômodos, tudo o que ela queria. Quero fazer tudo perfeito pra ela.
Nessie me contou como sempre imaginou nossa casa, e já faz uns 2 meses que eu e os meninos estamos a construindo. Fica a alguns quilômetros de nossa cabana, porém, também fica na “linha” imaginaria do ex- tratado. A junção de nossas respectivas famílias.
Eu que vou construir e instalar a maioria dos móveis, mas alguns vamos comprar. Do jeito que minha pequena quer. Vou fazer de tudo pra ela viver feliz na nossa casa.
– Não! – Todos gritaram ao me verem entrar em casa. Arregalei os olhos assustado.
– O que foi? – Ouvi a voz de minha pequena vinda do banheiro da sala. Banheiro que mais parecia um quarto. Sério. Era um banheiro enorme e luxuoso.
– Jacob acabou de chegar, querida. – Esme disse sorrindo maternalmente em minha direção.
– Ah... Oi, Jake! – Nessie disse sem sair do banheiro. Estranhei. Por que ela não vinha aqui?
– Oi, Ness. – Falei estranhando todos estarem em encarando.
– Vai embora, cachorro. – A loira azeda resmungou.
– Que? – Não tava entendendo nada.
– Nessie está provando os vestidos de noiva, e você não pode ver.... Dá azar. – Alice disse cruzando os braços. Revirei os olhos. Nunca acreditei nesse negócio de não poder ver a noiva. Não acredito porque sei que do mesmo jeito que minha pequena me faz feliz, eu também vou a fazer feliz. Com todas as minhas forças.
– Tia, não exagera. – Ouvi a voz de meu amor.
– Pera aí, pensei que essas trecos de vestidos de noiva era só de mulheres. – Falei com obviedade olhando para os homens da família sentados nos sofá.
– E são. – Alice falou meio irritada. – Mas só porque tem um jogo de futebol “inédito” na tevê, eles não querem sair daqui.
– Ah... entendi. – Falei jogando as chaves da minha moto, no porta-chaves. Vi que Edward estava aqui, mas não perguntei o porquê. Ele não é tão fã de futebol mas não estava a fim de perguntar ou falar com ele ultimamente.
– Aliás, logo, logo vocês e os meninos que vão comprar um terno decente pra vocês se casar com minha sobrinha. – Alice avisou, e eu assenti ansioso porque logo meu casamento com meu amor chegaria. — Nada de All Star no altar. – Ela advertiu.
– Mas foi a Ness que me deu. – Argumentei. Ouvi a risadinha da minha linda no banheiro.
– E daí? Pode usar esse tênis surrado até na lua de mel se quiser, mas no casamento NÃO!
– Tá. – Falei bufando e indo em direção ao sofá. Alice correu até mim, e parou bem na minha frente com o nariz empinado, e braços cruzados.
– Pode ir embora noivinho. Você não vai ver a Ness de vestido.
– Eu sei, prefiro ver sem. – Falei na maior cara de pau, fazendo todos rirem. Menos Edward, Alice, e Rose. Ouvi o som delicioso da risada envergonhada de minha pequena.
– Muito engraçado, mas...
– Tia, ele pode ver sim. – Nessie disse dando risada. – Não vou ficar com esse mesmo.
– Posso ver? – Perguntei animado, andando até a porta do banheiro. Alice ficou indignada.
– Pode, mas já que não vou ficar com esse, não pode gostar. – Nessie disse, e logo ouvi o barulho da chave girando na porta do banheiro.
– Ok, eu não vou gostar.
– Promete?
– Prometo. – Falei animado pra ver uma prévia de como seria ver Nessie de noiva, andando até mim com um buque de rosas ou lírios na mão, com aquele sorriso perfeito no rosto. Ouvi a maçaneta se virando, e logo a vi. Mais linda do que nunca.
Ouvi suspiros ao redor, mas parecia que todos tinham sumido. A única coisa que me importava era a mulher ruiva a minha frente. Renesmee estava parecendo uma princesa, um anjo... Tudo ao mesmo tempo. Perfeita.
Uma vestido perfeitamente branco, perfeitamente rodado, com a parte do busto perfeitamente justa, com bordados brilhantes. Mas a questão não era o vestido em si. Nessie, com seu sorriso envergonhado, as covinhas no canto do rosto, seus lábios naturalmente vermelhos e carnudos, seus olhos castanhos comum brilho de felicidade, seu cabelo ruivo-fogo, cacheado e liso ao mesmo tempo, caindo sobre seus seios, que cabem perfeitamente em minhas mãos, todas as vezes que nos amamos intensamente. Deus, como ela é linda!
Devo ter ficado um tempão olhando pra ela, de boca entreaberta, quase babando. Fiquei vidrado com minha linda a minha frente. Ouvi uma risada discreta de Jasper vinda do sofá. Eu devia estar om cara de idiota.
– Uau... – Conseguir falar finalmente. – Você está... Tá horrível com esse vestido. – Falei, mesmo sabendo que Ness sabia o que eu queria dizer. Ela estava maravilhosa.
– Obrigada. – Ela respondeu envergonhada. – O que está fazendo? – Ela perguntou confusa, logo que a peguei no colo rapidamente. Emmet deu uma risadinha. Todos me olharam confusos.
– Com licença. – Falei para todos, e saí correndo, subindo as escadas em direção ao nosso quarto.
***
Coloquei Nessie deitada na nossa cama delicadamente, a observando com aquele vestido de noiva, e imaginando que se ela já está linda assim, hoje, imagine quando for no dia do nosso casamento. Inacreditavelmente linda.
Apoiei um de meus joelhos no pé da cama, observando minha pequena dando risadinhas envergonhadas. Tirei minha camisa azul marinha, por cima da cabeça, e a joguei no chão em qualquer lugar. Meus pensamentos, os pensamentos dela... Tudo desconexo como se só tivéssemos um único objetivo, um único propósito para ambos, um único momento. Fazer amor.
Fui engatinhando por cima do corpo de minha pequena, com seu vestido cobrindo grande parte da cama, cheguei até seus lábios, roçando-os com os meus, dando arrepios em nós dois.
– Jake, não podemos fazer isso... Minha família está lá embaixo. – Ness sussurrou, porém senti em sua voz tremula, que ela queria tanto quanto eu.
– Eles que vão embora. – Sussurrei de volta, fazendo minha pequena rir, e passar seus braços por meu pescoço, me beijando. Sorri, fazendo carinho em seus cabelos ruivos, e segurando firmemente sua cintura.
Em meio a beijos decentes e indecentes, começamos a ouvir reclamações no andar de baixo, e logo, a casa era só nossa.
– Parece que você estava certo. – Nessie comentou enquanto eu me sentava, e a puxava para meu colo, descendo o zíper de seu vestido, enquanto eu olhava profundamente em seus olhos chocolates. A centímetros de seu rosto perfeito.
Lhe dei um selinho demorado, e a parte de cima de seu vestido já tinha caído sobre seu colo. Percebi que minha pequena estava sem sutiã, me deixando mais excitado do que já estava. A olhei. Tão linda! Tão sexy! Tão perfeita!
– Nessie?
– Eu sei. – Ela respondeu como se soubesse o que eu ia dizer. Olhando em meus olhos. – Também te amo.
Sorri, e a beijei com amor, paixão, desejo... Tudo misturado. E aquela foi uma das inúmeras vezes que fizemos amor.
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