Uma História JakeNess- Como Acho Que Deveria Ser 2

21 Capítulo 21 - Chegando a Ilha de Esme


Notas iniciais
Oi minhas lindas! Demorei, mas cheguei. kkk Bom, gente eu queria pedir uma coisa de coração pra vocês. Por favor, comentem os capítulos. A maioria não comenta, e isso me deixa muito triste. Eu quero muito que vocês me digam o que estão achando, ok? Por favor. Bom, queria divulgar duas fics. Tem uma que me pediram faz tempo, mas só lembrei agora kkkk Enfim,.. * Destinos predestinados http://fanfiction.com.br/historia/431809/Destinos_predestinados/ - JakeNess da autora-leitora HijaDellaNotte * The Angel of Our Lives e http://fanfiction.com.br/historia/451030/The_Angel_of_Our_Lives - Belward da autora-leitora SouFilhaDosMeusPais Enfim é isso, beijinhos e boa leitura!

Pov. Nessie

Após horas de viagem, num jatinho particular, e no final, uma parada no Rio de Janeiro, com direito a lancha, finalmente chegamos a Ilha de Esme. Não posso dizer que a viagem foi cansativa, porque eu e Jake aproveitamos bem dentro do avião, se é que me entendem... Não chegamos a concluir o ato em si, mas ficamos naquelas deliciosas preliminares com beijos picantes, e toques indecentes. E mesmo numa poltrona de avião, já disse e repito: Jacob consegue me levar a loucuras!

Claro que ao pousarmos aqui no Brasil, nós nos ajeitamos, colocando cada peça de roupa em seu devido lugar, e descemos do avião. Meu amado ficou um pouco ansioso, porque não sabia falar português. Pra nossa sorte, eu sei. E consegui falar, com todos os funcionários necessários. E bom... Até aqui a viagem foi ótima, e sei que vai ficar muito melhor.

– Pera, pera aí. – Jake disse colocando nossas malas no chão.

– O que? – Perguntei confusa.

– É nossa lua de mel, né? – Ele respondeu, me pegando nos braços, igual aqueles filmes românticos. Dei risada, e lhe beijei num selinho demorado.

– Ok, eu tenho o melhor marido do mundo. – Falei sorrindo, enquanto adentrávamos a bela mansão em frente à praia, na ilha que seria nosso ninho de amor pelas próximas duas semanas.

– Pode ter certeza que tem. – Jake deu aquele sorriso de lobo, que eu tanto amo. Seus olhos tinham um brilho intenso de felicidade. Igual ao meu coração.

Sorri, e o beijei, passando automaticamente meus braços por seu pescoço moreno. A constante corrente elétrica que sempre passava em meu corpo nesses momentos, recomeçou. Era como se ela passasse por mim e meu lobinho, formando um circuito. Nossos pelos se eriçavam, como se estivéssemos a ponto de explodir. E estávamos. De felicidade. E esse intenso sentimento era demonstrado em cada toque dissolvido em nossas bocas, durante um beijo de tirar o folego.

Sabe... É aquele tipo de beijo tão bom, que é rápido e devagar ao mesmo tempo. Que você quer ficar mais, porém é tão intenso e verdadeiro, que o ar fica escasso rapidamente, te dando mais motivos do que você pensava, para poder beijar a pessoa que ama.

– Er... Eu vou ligar pra minha mãe.... Avisar que nós chegamos bem. – Avisei ofegante, com a testa colada na sua. Continuei de olhos fechados, ainda sentindo o gosto de meu lobinho em minha boca.

Jake tinha a respiração irregular, como se me beijar te deixasse fraco e forte ao mesmo tempo. Gostei dessa definição. Gostei do efeito que tenho sobre ele. Senti meu bebê sorrir.

– Pior que, eu acho, que você não sabe nem metade desses efeitos. – Ele comentou divertido. Sorri, lhe dando mais um selinho. – Er... Vou pegar as malas. – Ele disse, e eu assenti trêmula devido a respiração entrecortada. Não importava se eu tinha beijado o Jake a cinco segundos, ou a cinco anos. Não precisava de nenhum contato, pra minha respiração ficar irregular. Toda vez perto dele, eu sentia dificuldades de segurar meu lado humano. Meu corpo sempre reagiria.

Jake sorriu, e foi me deslizando delicadamente por seus braços. Esse ato abalou minhas estruturas por completo, me fazendo estremecer. Aquelas sensações desconhecidas, e conhecidas já começaram a se aflorar. Me lembrei de um momento parecido a esse, no dia em que começamos a namorar. Eu fui pegar um livro no alto da estante da biblioteca do meu avô, e acabei caindo da escada. Tudo bem que o “momento” foi rápido, e meu pai atrapalhou, porém jamais esqueci, ou esquecerei.

*Flashback On*

Quando pensei que ia me estatelar no chão, braços fortes e morenos me pegam no colo. Um raio eletrizante passou por minha espinha.

Olhei assustada e vi Jacob me olhando intensamente.

– Er...toma mais cuidado, Ness.

– Ah... Pode... Deixar. – Eu respondi hipnotizada por aquele par de olhos negros. Ele foi me soltando devagar, com suas mãos passando na lateral de meu corpo. Tal contato me fez ficar arrepiada.

Ele me colocou no chão, mas ainda segurava minha cintura. Nós ficamos nos olhando e se aproximando. Corações acelerados. Respirações irregulares. Quando faltava um centímetro para nos beijarmos, ouvimos um pigarro.

*Flashback Off*

Balancei a cabeça sorrindo, e soltei um suspiro. O tempo realmente passou rápido. Depois de duvidas amorosas, encontros, revelações, declarações, obstáculos e tudo mais... Finalmente, estamos casados. Isso é tão bom!

Andei pela casa, observando cada canto do nosso futuro e momentâneo ninho de amor. Era tudo tão bem cuidado, e organizado. Passava aquela sensação de tranquilidade, e ao mesmo tempo, sofisticação. Era tudo muito bonito. Dei um meio sorriso, imaginando meu pai e minha mãe chegando a essa casa, finalmente casados. E nem pensando na loucura que estaria por vir. No caso, eu era a loucura. E sabe... Depois de um tempo, parei de pensar nas coisas ruins que causei a minha mãe durante a gravidez. Tento só pensar em coisas boas, e até engraçadas que aconteceram durante a gestação mais curta da história.

Depois de andar e analisar vários cômodos, e escovar meus dentes “estreando” o banheiro da sala, finalmente cheguei ao quarto. Abri um imenso sorriso, observando a cama king size, com lençóis claros, e um edredom branco, com almofadas coloridas. Sem falar que tinha vários travesseiros. Uma alegria se apoderou de meu coração.

– Awwt. – Acabei exclamando, corando espontaneamente. Ouvi uma risada atrás de mim. Me virei, e vi Jake com as malas na mão, sorrindo divertido.

– Tudo nessa vida você acha fofo, né Ness? – Ele perguntou divertido.

– Fica quieto, que eu estou feliz. – Resmunguei, pegando o telefone na cômoda que tinha ao lado. Jake balançou a cabeça em negativa, e colocou as malas num cantinho do quarto. Digitei o número de casa, com mais o código dos Estados Unidos, e no primeiro toque, o telefone já foi atendido.

– Alo? – Perguntei confusa, percebendo que tinha algum tipo de competição pra ver quem falava primeiro.

Fala, baixinha. – Ouvi a voz de meu tio Emmet. Sorri. – Já começaram as sacanagens?

Me dá esse telefone, Emmet! – Ouvi a voz agressiva de minha mãe, e um barulho estrondoso do outro lado da linha. Fiz careta. Jake deu risada, e se dirigiu ao banheiro. – Oi filha. – Minha mãe disse, depois de uma discussão com meu tio, que nesse momento resmungava de algo. Pelo barulhão que eu ouvi, cadeiras voaram.

– Oi mãe. – Respondi sorrindo.

E aí? Já começaram? – Ela fez a mesma pergunta de meu tio.

– Mãe! – A repreendi corando. Ouvi a risada de meu pai ali do lado.

Ah vai saber... Vocês quase se atacaram no meio do jantar de casamento... A situação devia estar alarmante. – Mamãe comentou, e a imaginei arregalando os olhos de forma engraçada para dar ênfase. – Sem falar que o jeito que Jacob tirou sua cinta liga foi bem... Intenso. – Ela riu.

Jake colocou a cabeça pra fora do banheiro, e eu dei uma risadinha. Ele estava com os lábios cheios de pasta de dente, e com a escova dentro da boca. Boca que continha um sorriso safado.

– Fala pra ela desligar, que eu começo a tal da sacanagem rapidinho. – Ele disse malicioso.

– Jacob! – Exclamei rindo, e tacando uma almofada em sua direção. Ele riu, e voltou para dentro do banheiro, antes que a almofada o atingisse.

O que aconteceu? – Minha mãe perguntou, ao ouvir eu exclamar o nome de meu amado. – Ah já sei! Tô falando... Não espera nem a gente desligar o telefone, pra começar a te beijar, ou fazer sei lá o que...

– Não é isso mãe! – Eu estava ficando vermelha. Ouvi risadas do outro lado da linha. Jake também ria do banheiro. – Enfim, só liguei pra avisar que a gente chegou bem. – Expliquei tirando minhas sapatilhas, e sentindo o piso de madeira em meus pés.

Aposto que transaram no avião! – Meu tio Emmet gritou, e ouvi um resmungo de meu pai, seguido de um estrondo. Essa minha família é maluca.

Fizeram isso? – Minha mãe perguntou impressionada.

– Não! – Gritei perturbada com o rumo que a conversa levava. Jake ria saindo do banheiro descalço, e tacando seu All Star preto, com suas meias, em algum canto do quarto. – Quer dizer, mais ou menos... – Corrigi envergonhada.

Ai Meu Deus... – Meu pai comentou. Minha família inteira rachava o bico.

Ok então... – Minha mãe disse, com a voz estranha. Pareci segurar a risada. – Ah... Só queria saber se vocês estão bem... Prometo não ligar durante seus... Momentos. Seu pai mandou um beijo... Ele não vai falar agora, porque ficou um pouco perturbado com as imagens de você e Jake dentro do nosso jatinho particular.

– Mãe, a gente não transou dentro do avião. – Falei brava.

Então o que quer dizer “mais ou menos”? – Ouvi a voz de meu pai.

– A questão é que...

Ah, não quero saber! – Papai exclamou perturbado. – Só sei que não entro de novo naquele jatinho tão cedo.

– Muito menos eu. – Ouvi a voz de minha tia Rose, demonstrando nojo. Revirei os olhos.

– Ah claro! – Debochei. – Porque vocês são muito santos mesmo. – Falei bufando.

Chega desse papo! – Mamãe se intrometeu. – Então filha, achou legal aí?

– Aham... Só percebi uma coisa estranha até agora.

O que?

– Que eu fui feita nessa casa... Isso é esquisito. – Falei fazendo careta. Jake deu risada de minha expressão. Minha mãe riu.

Não se preocupe. Do jeito que você são, o Jacob faz você esquecer esse detalhe rapidinho. – Ela comentou maliciosa. Bufei.

– A questão é que estamos bem, e não nos liguem pelos próximos dias... E sim pai, a gente vai transar! – Gritei, e desliguei o telefone na cara do povo. Jake rachou o bico, quase caindo no chão de tanto dar risada. O olhei, e comecei a rir junto.

– Você é uma figura, pequena. – Jake ria, emanando o ambiente com sua risada rouca.

– Só tava falando a verdade. – Falei rindo, e indo sentar em seu colo. Ele estava numa poltrona, no canto do quarto. Passei meus braços por seu pescoço. Parei de rir, e fiquei sorrindo. Jake é tão lindo. Sua risada é linda. Seu peito subindo e descendo... Eu sou obviamente a mulher mais sortuda do mundo. – Eu te amo, meu lindo. – Declarei, beijei sua bochecha de forma terna. Apoiei minha cabeça em seu largo ombro.

Era engraçado de se ver. Eu tão pequena, e Jake tão grande. Mas era bom assim. Me sentia uma bebezinha em seu colo, enquanto ele me protegia, rodeando seus fortes braços morenos por meu corpo.

– Também de amo, gata. – Jake disse sorrindo, e fazendo carinho em minhas costas. Beijou minha testa de forma carinhosa. Dei uma risadinha da forma como ele se referiu a mim. – Que foi? – Ele perguntou inocente. – Você é a menina mais linda do mundo. Ou seja, a mais gata.

– Não sou a mais linda do mundo, Jacob. – Falei cética, erguendo minha cabeça, e o encarando.

– A mais linda do meu mundo. – Ele disse com um sorriso torto. Ri corando. – Adoro quando você faz isso.

– O que?

– Fica corada. – Jake respondeu colocando uma mecha de cabelo minha atrás da orelha.

– Eu detesto isso em mim. Me denuncia quando estou com vergonha. – Resmunguei emburrada. Ele riu. – Não ria. É sério. Afs...

– Sua fofa. – Ele disse, e me deu um beijo na bochecha. Corei mais ainda. Jake sorriu. Suspirei, e olhei pra cama de casal, e uma alegria conhecida se apoderou de mim.

– Ai Jake. – Falei ansiosa, mordendo os lábios num sorriso, enquanto encarava a cama de casal.

– O que? – Ele arqueou a sobrancelha, sorrindo desconfiado. Revirei os olhos.

– Nós... – Comecei me levantando de seu colo. Jake ficou confuso. – Estamos... – Subi na cama, e fiquei de pé. – Casados! – Exclamei feliz da vida. Jake sorriu, e se levantou. – Nós estamos casados! – Comecei a pular na cama entusiasmada. – Vem cá lobinho. – O chamei. – A sensação é tão boa. – Falei abrindo os braços em direção ao teto, e continuei pulando. Jake abriu um lindo sorriso, e subiu na cama. Entrelaçou nossos dedos, e deu-me um selinho demorado. – Estamos casados! – Gritei de novo, pulando. – E temos uma praia gigante só pra gente!

– Estamos casados! – Jake gritou, começando a pular comigo. – Tem razão. A sensação é boa. – Ele comentou divertido. Dei risada. E ficamos lá gritando, e pulando de mãos dadas. Sorriamos felizes um para o outro.

– Estamos casados! – Gritamos juntos, pulando pra lá e pra cá. Comecei a rir, feliz e animada. Jake sorriu.

– Amor, eu quero ver uma coisa. – Falei saindo da cama, e correndo até a porta de vidro, da grande varanda que tínhamos no quarto. Visão total para o céu e para o mar.

– Ok. – Jake pulou da cama, e me seguiu. Abri a porta da varanda, e saí correndo dando risada. Jake sorriu, e correu atrás de mim. Após alguns passos, senti a areia macia sob meus pés descalços. A praia era linda. Principalmente a luz da lua, e das estrelas.

Sorri, pensando em realizar uma fantasia com meu amado. Depois da primeira vez que tive com Jake, sempre sonhei em fazer amor na praia. Nunca contei pra ele. Mas com essa Ilha, muitas coisas são possíveis. Sorri com esse pensamento.

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Parei bem no rasinho do mar, sentindo aquelas ondas minúsculas indo e voltando sobre meus pés. A agua estava na temperatura perfeita. Abaixei o olhar, e olhei meus pés. A agua era tão limpinha. Transparente. Sorri. Senti braços rodearem minha cintura, e o toque de seus lábios quentes sobre meu pescoço. Sorri pra Jake.

– Amor, olha. – Inclinei minha cabeça em direção a lua. Ela estava tão linda hoje. Parecia tão maior, perto da gente. Com estrelas brilhantes ao redor, iluminando o céu límpido. Era época de frio no Brasil, porém hoje a temperatura estava agradável. Abafada. E o céu sem nuvens. Só a lua e as estrelas. – Parece que ela está tão perto de nós. – Comentei dando um meio sorriso. Jake estava quieto. Em silencio. – Você não acha? – Perguntei me virando completamente, encarando seus olhos puxados, negros como a noite. O encontrei me encarando, com um sorriso imenso nos lábios. E como acontece constantemente, fiquei hipnotizada por seu olhar.

O momento não precisava de palavras, para saber o que pensávamos, ou que ia acontecer a seguir. Nossa conexão ficava mais forte a cada milésimo de segundo que se passava. Nossos corações deram um solavanco, começando a batucar rapidamente dentro de nós. Senti meus pelos eriçarem, quando Jake passeou como sua mão pela lateral de meu corpo, indo em direção a meu rosto. O sorriso dele foi desaparecendo, dando lugar a uma expressão ansiosa, e de admiração. Mordi os lábios.

Jake fez um carinho leve em minha bochecha já corada, e deslizou sua mão até minha nuca. Segurou um punhado de meus cabelos com firmeza, me fazendo arfar. Nossas respirações estavam irregulares. Com sua outra mão, me puxou brutalmente de encontro ao seu corpo, fazendo um choque tremendo passar por entre a gente.

– Jake... – Sussurrei, e engoli em seco. Meu amado encarava meus olhos, como se enxergasse minha alma. Era bem capaz disso. Sua mão firmou minha cintura, me deixando com as mãos presas sobre seu peito. Não tinha como fugir. E eu nem queria fugir. Minha boca já estava ficando seca, ansiosa pelo delicioso beijo que ele me daria em alguns segundos.

– Minha Nessie... – Ele sussurrou, roçando nossos lábios, causando pequenos choques. Pequenos, porém bastante perceptivos. – Só minha... – Jake estava com a voz mais rouca que o normal.

– Só sua. – Confirmei querendo sentir seu gosto em minha boca. Jake sorriu, e tocou meus lábios lenta e suavemente. Uma explosão de amor se fez dentro de mim, e dei um sorriso em plenos lábios morenos de meu amado. Depois de segundos, absorvendo os gostos um do outro, nossos lábios começaram a se moldar num beijo lento, romântico, e delicioso. Eu aproveitava cada cantinho daquela boca que tanto me atraía.

Jake cada vez mais me colava ao seu corpo, apertando minha cintura, e agarrando meus cabelos da nuca. Ele sorriu, ao perceber que fiquei nas pontas dos pés só para profundar o delicioso beijo. Meu amado pediu passagem com sua língua quente, e eu cedi ansiosamente. Ela entrou em minha boca, com uma lentidão e grande suavidade. Meu corpo se estremeceu por completo.

Encostei minha língua na dele, causando choques em meu interior. Elas se dissolviam, se moldavam com tanta facilidade, mostrando o quanto fomos feitos um para o outro. Seu gosto era tão inebriante, me fazendo querer que o mundo parasse nesse momento. Desejei poder controlar o tempo, para nunca mais nos separarmos... Ficarmos pra sempre sentindo um o lábio do outro.

O beijo ia ficando cada vez mais intenso, com cada vez mais ânsia. Jake arfou ao sentir minhas unhas em seu peito. Eu precisava segurar em algo, principalmente enquanto meu amado conduzia o beijo da forma mais gostosa e ansiosa possível. Ele segurava minha nuca, coordenando os movimentos. Segurei um gemido, logo que meu lobinho desceu a mão, desde minha cintura até meu bumbum, com um leve aperto.

O único som presente eram nossos corações descompassados, nossos lábios se tocando, e as ondas do mar indo e vindo numa melodia calma e maravilhosa. O calor que emanava do corpo de Jake, me fazia se sentir protegida, e ao mesmo amada, como nunca ninguém amou alguém. Jake sorriu em meus lábios, e subiu sua mão pelo meu braço, arrepiando-me por inteira. Senti seus dedos deslizarem a alça de meu vestido roxo. Meu coração deu um solavanco.

– Eu te amo. – Declarei mordendo os lábios, ao encontrar aquele par de olhos negros me fitando de forma desejosa, e ao mesmo tempo, carinhosa.

– Eu te amo. – Meu lobinho disse com um meio sorriso, enquanto eu sentia seus lábios a milímetros dos meus. Olhei seus olhos, e logo em seguida, seus lábios. Sorri, e nos beijamos com todo o amor de nossos corações que sempre bateram, e sempre baterão como um só.

Notas finais
O que acharam? No próximo capítulo, se vocês quiserem, eu entro em mais detalhes hehe...