Uma Historia de Amor
1 Capitulo I - noticia não tão boa
Capitulo I — noticia não tão boa- Douglas Poynter, a diretora esta chamando – disse o inspetor com uma cara não muito agradável. Dougie retirou-se da sala sem entender direito o que estava acontecendo encaminhou-se para a diretoria. Ao entrar na sala, meio assustado logo perguntou – a senhora me chamou para que? – a diretora Braunde, meio nervosa e insegura, sentou em sua cadeira e disse — Douglas sente-se, não faz nem cinco minutos que recebi um telefonema do – e deu um suspiro – do hospital – Dougie começa a ficar nervoso, põe as mãos na cabeça e olha fixo para a diretora, fazendo a continuar a falar – ligaram falando que seu pai sofreu um acidente e esta em estado grave no hospital – os olhos de Douglas encheram de lagrimas, o garoto levanta em silencio, retira se da diretoria, ainda confuso e com lagrimas escorrendo pelo rosto, senta se no corredor. Meu pai e o pai de dougie já se conheciam há muito tempo, eram amigos inseparáveis e eu e dougie éramos muito amigos antes dele esquecer de mim, com 14 anos , há mais ou menos uns 2 anos, dougie começou a andar com pessoas diferente e eu preferi não me meter mais na vida dele. O sinal bateu, indicando que as aulas já haviam acabado, ao sair da sala fui chamada pela diretora Braunde – Natália, seu pai telefonou e pediu para que eu te deixa-se ciente sobre o acidente com o senhor Poynter – assustada e sem saber direito o que pensar, disse – o que aconteceu com ele ?E o dougie? Já sabe? – paralisada, olhando para a diretora com duas poças no olhar, a diretora braunde disse meio sem jeito – o dougie já foi informado, senhor poynter foi atropelado e esta em estado grave no hospital – ainda tentando entender como isso foi acontecer, logo com o senhor poynter, com pensamentos distantes, levantei e sai da diretoria sem dizer uma palavra, afinal senhor poynter era quase meu segundo pai. Andei pelos corredores do colégio, pensando no que havia acontecido e na esperança de encontrar o dougie, não precisei ir muito longe, uns dez minutos depois da diretoria encontrei ele, sentado no canto do corredor, com a cabeça baixa e de olhos fechados, sem saber o que fazer e um pouco insegura, fui me aproximando de dougie lentamente, sentei ao seu lado, um pouco tímida passei a mão na cabeça do garoto, sobre seus lindos fios dourados – dougie, como você ta? Ta tudo bem? – fui ignorada, Dougie permaneceu em silencio, só escutava uma leve fungada entre cada lagrima que escorria pelo rosto do menino, com voz fraca, falei – não fica assim – dei um suspiro – se você precisar de alguma coisa eu to aqui – esperei para ver se o garoto reagia, após alguns minutos dougie levantou a cabeça calmamente, permaneceu olhando para baixo, mas consegui ver algumas lagrimas em seus olhos, no impulso me abraçou, eu retribui. — você já foi lá vê ele? – falei, secando as lagrimas que desciam pelo rosto de dougie, após ele olhar para mim, disse soluçando – n-não, eles não deixaram eu ver ele, só posso ver meu pai – dougie limpou suas lagrimas – se minha mãe estiver comigo, e ela ta viajando, não volta tão cedo – depois de falar, olhou para mim – agora eu to sozinho – peguei na mão dele – não dougie, eu to aqui – dougie botou as mãos no rosto, me abraçou – nati, obrigado e desculpa – não sabia se eu sorria ou se chorava naquela situação, dougie tinha voltado a falar comigo, mas o pai dele estava quase morrendo, sorri de leve – aah, não tem como eu te abandonar – dei um beijo da bochecha do garoto, logo após ganhei um beijo na testa, sorri – dougie, é melhor você ir pra sua casa, descansa um pouco, dorme, tenta esquece isso pelo menos por hoje, amanhã você vai ta mais calmo e a gente tenta ir lá no hospital se você quiser, ta? – com um olhar triste, dougie olhou para mim, beijou minha mão – valeu, valeu mesmo nati – dougie e eu levantamos e cada um seguiu para sua casa.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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