Notas iniciais
Yoo Minna-san, aqui é a Anny-chan
Demoramos ?
Acho que críticas são importantes então comentem ser tive alguma!
Já né Minna

Capitulo Anterior:

–Você tava falando? Desculpe não percebi.- disse ela corada, por estar envergonhada.

– Poxa loira-san, eu sei que você é maga celestial, mas viver no mundo das estrelas também não é legal. – Falou Kuro pulando na cabeleira loira da garota.

Capítulo Atual:

– Kuro!- Alertei-o. Vi-o estremecer na cabeleira loura de Lucy.

– Bom, vamos. – Chamou a loira que se levantava vagarosamente graças as pilhas de papéis, livros e anotações que se amontoaram a sua volta (N/A Anny: Levy dois N/A LíihLoves: momento Levy-chan ><). – Penso que teremos de acordar o dragão agora. – Falou se referindo ao rosado que dormia em um canto da sala de estar.

– Certamente. – Concorde balançando pisitivamente a cabeça.

Caminhamos a passos lentos e calmos até a sala do casal de velhinhos.

– Gomene, aço que deixei uma grande bagunça na biblioteca, mas prometo que amanhã virei para arrumar o que fiz.

– O que é isso jovem? É nossa visita. Não precisa arrumar nada, pode deixar que eu arrumo tudo de vez. Afinal sou uma dona de casa e me acostumei com isso. – Disse a senhora gentilmente para Lucy.

– Mas... – Tentou a loira.

– Nada de “mas” mocinha. Não sabe que é má educação contrariar os mais idosos? – Repreendeu Lia, porém com um leve tom de gozação estampado na voz. – Admiro você por querer arrumar a biblioteca.

– Tive uma ideia querida, porque não os convidamos para passar a noite aqui, assim a jovem senhorita podia lhe ajudar com a biblioteca e não precisaremos acordar o rapaz rosado que dorme em um sono profundo. Admito, invejo-os por sua juventude. – Riu o velhinho Jiro.

– Ótima ideia querido. Vou preparar um jantar!

– Não temos como recusar, não é mesmo? – Lucy perguntou por fim.

– Nos conhecemos a tão pouco tempo, porém você parece já me conhecer. – Riu Lia. – Vocês podem dormir no quarto de visitas. Sigam-me.

A ordem foi seguida de imediata, pois já se podia ver que a senhora tinha um pouco de pavio curto. Seguiram para as escadas e logo depois de cruzar por alguns corredores e portas eles chegaram a uma porta inteiramente de carvalho escuro com maçaneta de latão.

Lia abriu a porta que deu espaço a um belo quarto rústico que tinha um cheiro amadeirado. Tinha duas camas de solteiro e uma porta que devia ser o banheiro.

– Ali fica o banheiro. – Disse a senhora apontando para a porta no canto. – Querida, sei que quer tomar banho, então separei uma muda de roupas de minha filha quando ela era mais jovem. – Lia viu que Lucy ia dizer algo mas logo disse. – Não se preocupe, ela esta casada e não vai precisar mais dessas roupas.

Lucy viu a muda, realmente as roupas eram belas. Depositou com cuidado no guarda roupa (link nas notas finais =3).

Assim que saiu do banheiro penteando os cabelos ainda molhados ela me fitou e perguntou.

– Vai tomar banho?

– Claro, eu sempre trago roupas extras.

Adentrei no banheiro junto de Kuro e assim tomamos o banho um banho relaxante. Não tinha sais de banho, só um sabonete adocicado e shampoo e condicionador, mas só preciso disso, não sou muito fã de luxo ao extremo. Me lembro de Igneel falando que ser modesto é uma virtude.

Assim que sai do banho fomos jantar. Havia sopa e alguns pedaços de pão. Comi cinco tigelas. É nessas horas que agradeço pelo Natsu estar dormindo, assim sobra mais comida para mim.

Depois das jantas fomos para o quarto.

– Vou dormir. – Falei para Lucy. Kuro me acompanhou até a cama onde deitamos. – Boa noite.

Quase no mesmo instante em que minha cabeça tocou no travesseiro eu dormi. Uma noite sem sonhos.

Acordamos no outro dia e depois de termos acordado Natsu COM UM BALDE D’ÁGUA, fomos para a biblioteca.

Depois de uma hora e meia procurando algum indício Lucy desabou sobre uma pilha de livros e perguntou.

– Ahhh Nagihiko-san, Igneel não falou nada para vocês que possa ter alguma ligação com esse enigma? Qualquer cooooisaaaa. – Resmungou.

– Ele falou alguma coisa, mas creio que não tenha ligação alguma com o enigma. – Falei sem expectativas.

Em menos de dois minutos as mãos delicadas de Lucy foram ao encontro de meu pescoço tentando (e conseguindo) me estrangular.

– SEU IDIOTA! PORQUE NÃO FALOU NADA? – Berrou ela.

– Oe, eu não venho muito na biblioteca, mas acho que normalmente é para ser feito silêncio. – Disse Natsu com uma cara de tacho.

– Aye. – Concordou Happy.

Lucy soltou-me e ficou de costas para mim com os braços cruzados.

Pov’s Nagihiko Off

Pov’s Lucy On

Kami-sama, não acredito que fiz isso ainda. Fiquei tão perto dele. Mais alguns centímetros e nos chocaríamos... mas por que diabos me importo? Sempre chego perto de homens e não fico assim. Lucy, você esta delirando isso sim.

– Fala logo o que Igneel disse. – Disse.

– Ahnn... algo como "Que só na noite dos dragões, na luz do luar, o filho mais velho do dragão de fogo encontrará alguém que mudará a sua vida para sempre". – Disse ele com uma cara de tédio. – Mas acho que não tem nada a ver, e sim que só foi uma brincadeira do papai.

– Baka! Pois eu acho que tem tudo a ver. – Pulei de alegria. – Quando é essa noite dos dragões?

– Na lua vermelha, dia 3 de outubro, amanhã. – Respondeu Natsu por ele com um tom pensativo.

– O Natsu sabendo de alguma coisa, hmm... isso é suspeito. – Happy zombou.

– HEEEY! – Reclamou o rosado.

– Estou tão animada. – Sorri.

– O que vamos fazer até lá? – Perguntou Happy.

– Vamos nos aventurar no bosque! – Gritou Kuro em tom aventureiro.

– Uh, isso é legal. Que tal meninos?

– Por mim tanto faz. – Falou o ruivo.

Naquela noite fomos para uma hospedaria, não queríamos mais abusar do casal de idosos. Após uma noite de sono eu acordei cedo, já que eu era a cozinheira. Aprendi que deixar dragon slayers na cozinha é a mesma coisa que assinar um atestado de morte.

– Yo Lushi. – Ouvi a voz rouca de Natsu do outro lado da cozinha. Ele acabara de acordar, porém se acordou com o cheiro da comida. Ele tentou pegar o bacon que eu estava assando dignamente porém consegui impedir.

– Nada de comida antes de irmos pro piquenique. – Avisei-o.

– Vamos. – Uma voz soou, assustando-me.

– Ah, é você Nagihiko. – Suspirei aliviada.

Andamos até o lugar do piquenique silenciosamente, quero dizer, quase silenciosamente se não fosse pelo Natsu e sua barriga resmungando de fome.

– Natsu, acalme esse estomago, parece uma manada de elefantes. – Resmunguei.

Ajustei as coisas em um lugar que eu escolhi e sentei-me delicadamente sobre a toalha.

– Prontinho, podemos comer agora. – Disse tirando as coisas da cesta e já pegando minha parte, por causa de certas duas pessoas com apetite de dragão, literalmente.

Um comia educadamente e outro como um animal. Gota. Ouvimos alguns galhos se mexerem. Parei subitamente de comer meu bolo assim como os meninos também pararam.

– Quem é? Eu sei que esta ai. – Disse Nagihiko um pouco frio.

Uma garota de cabelos albinos curtos e grandes olhos azuis saiu dentre os arbustos, espera ai... LISSANA?

– LISSANA? O QUE FAZ AQUI? – Perguntou Natsu cabisbaixo.

– E-eu fiquei sabendo na guilda que vocês estavam indo procurar Igneel. – Ela disse um pouco vermelha de vergonha por chamar tanta atenção. – Eu fiquei preocupada Nat-kun.

– Entendo. – Disse. – Bem, Nagihiko não conhece você. Nagihiko, essa é Lissana Strauss, amiga de infância de Natsu.

– Prazer. – Estendeu uma mão a albina. — Nagihiko Dragneel, irmão mais velho de Natsu.

– Prazer. – Cumprimentou de volta.

– Lissana, porque não vem a busca conosco? – Perguntei sorrindo.

Notas finais
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