Uma Historia Altenativa no Acampamento Meio sangue
3 Zéfiro, Sam e Rachel
Notas iniciais
– Ele não é bem vindo — fala uma voz atras de mim, viro-me e encontro um homem ruivo como eu, com uma regata vermelha e um calção branco, alem de um par de sapa-tênis também branco — Olá meu filho, eu sou Zéfiro.
E em seguida a porta se bate na Cara de Theo, eu apenas encaro o homem que senta na cama como se nada tivesse acontecido.
– Meu filho — diz ele com um sorriso nos lábios — eu finalmente posso te ver de perto — ele toca em meus cabelos e em seguida sorri — eu finalmente posso tocar você.
Eu me afasto assustado e seu sorriso desaparece.
– Ah sim — ele fala de modo ríspido — eu falei com sua mãe, e ela disse que explicara tudo a você e me fez jurar pelo Estige que não falaria nada para você. Agora sobre seus poderes — ele pega uma revista de baixo da cama — em relação á ventos, seus poderes são quase ilimitados, você pode fazer tudo o que esses super heróis fazem, bem, quase tudo. — ele se levanta e abre a porta — bem,agora eu tenho que trabalhar, o Cupi... quero dizer Eros, ele me espera — ele apenas olha para mim novamente com seus olhos cintilantes — Você é tão forte quanto cada um deles aqui, não se esqueça disso. Ah, e espero que goste do quarto, foi eu mesmo quem o projetou, afinal, você é meu primeiro filho aqui em anos — ele fecha a porta e eu fico sozinho no quarto.
Vejo através da parede magica que Theo está sentado na varanda do chalé, então abro a porta e ele olha para mim.
– Como foi a reunião de família? — pergunta ele com um pequeno sorriso — ainda temos tempo até o jantar, o que quer fazer?
– Eu preciso processar tudo isso então me sento ao seu lado — como foi para você quando veio para o acampamento?
– Eu vivo aqui desde pequeno, quando eu nasci minha mãe morreu, então Quiron me disse que meu pai me trouxe até aqui. — eu o encaro então ele apenas sorri gentilmente — eu vivi na casa grande até os 10 anos, dai eu fui para o meu chalé, é estranho mas eu nunca sai do acampamento, a não ser nos passeios de inverno, quando a gente vai até o Olimpo em Manhattan.
– Então você nunca foi para uma escola? — ele nega com a cabeça — Incrível, e vocês tem internet ou algo assim no acampamento?
– Inter... o que? — ele me olha confuso enquanto eu tento explicar sobre as maravilhas da tecnologia e ele tenta me explicar sobre a magia que envolve o mundo -... e isso é a nevoa — ele termina.
– Meu pa... Zéfiro, ele me disse que eu sou muito poderoso — então eu me levanto e fico olhando ele de cima — dobre-se diante meu poder, semideus. — então rimos e eu falo — ele pegou uma revista de baixo da minha cama, será que tem mais alguma? — Corro até minha cama e encontro uma pilha de revistas, comics e mangás, pego uma pilha e levo até a varanda — olha só, Zéfiro disse que se eu quisesse, poderia fazer tudo que esses super heróis fazem, o que acha de tentarmos algo?
– É uma boa ideia — então ele olha atras de mim — mas não agora, veja — eu me viro de dou de cara com um garoto, seu nariz está a cinco centímetros domeu, seus olhos cor de vinho divertidamente fitavam os meus e um sorriso extremamente sedutor saia de seus lábios. Dou um passo para trás e tropeço nas revistas que trouxe, caindo no colo de Theo -Hey cuidado — ele fala.
– Então você é o filho de Zéfiro — diz o garoto de olhos vinho — prazer, meu nome é Sam, sou o filho de Dionisio.
Enquanto me levanto observo Sam, um garoto com uns 10 centímetros mais alto que eu, seu cabelo era negro e ondulado nem muito curto e nem muito comprido, estava com um colar de contas em seu pescoço e sem camisa, o que deixava a mostra seus músculos bem definidos, estava usando apenas uma calça jeans que deixava a mostra a tira de sua cueca e um par de tênis pretos com cadarços brancos, ele deveria fazer sucesso entre as garotas.
– E então, já sabe com quem vai ficar na captura da bandeira hoje? — pergunta Sam
– Levi ficará com meu grupo essa noite — diz Theo me fazendo corar, afinal, ele disse isso de um modo estranho.
Sam apenas ri.
– Ok — então ele me olha profundamente nos olhos — você tem namorada, Levi? — eu fico enrubescido tentando dar uma resposta, então ele apenas sorri e diz — parece que o destino sempre nos deixa em lados opostos, Theo.
E então Sam sai andando na direção que eu acho que ele veio. então vejo ao longe cabelos meio ondulados e avermelhados balançando.
– Quem é ela? — pergunto a Theo que olha na direção que estou apontando
– Rachel, nossa oraculo.
–Rachel Dare? — pergunto
– Sim, mas como você conhece ela? — ele me encara
– Ela é...bem, ela é... — eu tento formar a palavra em minha mente — ela é minha prima.
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