Uma História Por Trás De Soul Eater
2 Capítulo 2 - Acontecimentos
Notas iniciais

Quando Maka chegou em casa naquela manhã de sábado, Soul já havia acordado. Ela estava suada, pois havia corrido até sua casa. Maka conversou rapidamente com Soul enquanto preparava o banho.
— Hey Soul, você já comeu? Foi mal ter demorado, é que eu tomei café da manhã lá mesmo.
— Sim, já comi. Como foi lá na casa dessa amiga? Você não é muito de fazer esse tipo de coisa tão de repente assim, achei estranho.
— foi legal, normal. – Maka tentava disfarçar.
— Ela é da Shibusen?
— Não, mas ela é daqui de Death City. – sua voz ficou mais abafada quando entrou no banheiro – Você provavelmente nunca viu ela. É de antes de eu e você nos conhecermos.
Maka relaxava na banheira refletindo se tudo foi real ou apenas um sonho. Enquanto isso, Soul escolhia um filme. Eles haviam marcado de fazer maratona de filmes nesse sábado. Depois de se vestir, Maka sentou-se no sofá ao lado de Soul para poderem ver o filme, pegou a pipoca e deu play. Dezessete minutos foram o suficiente para Maka largar um grito.
— Soul seu idiota! Você sabe que eu não gosto de filmes de terror! Tira isso, tira isso! – uma cena de morte passou e ela se agarrou no braço do Soul – Eu já disse pra tirar! Tira!
— Hahaha, por quê? Olha como é engraçado ele morrendo.
— Não acho graça nisso. Tira!
— Ok, ok. Então que filme você quer? –Soul dava uma olhada nos dvd’s.
— Que tal um documentário?
— Sem chance!
E assim seguiu o fim de semana. Mara esperava pelos dias de semana, onde ela e Stein podiam se ver e se encontrar nos dias de terça e sexta-feira. Tudo ocorreu tranquilo até aquela noite na Igreja de Santa Novella, na Itália, onde Maka e Soul encontraram pela primeira vez Chrona. Na verdade, mesmo antes dessa noite, Soul já suspeitava da paixão da Maka por Stein, o que ele não sabia é que os dois estavam juntos. Juntado isso com a cisma da Maka de querer ficar mais forte para que não acontecesse novamente algo como o que aconteceu na luta contra Chrona, os dois entraram em conflito.
Certo dia, num descuido da Maka, o pedaço de uma planta rara que, em Death City, só tinha na casa do Stein, grudou no sapato da Maka. Soul viu e, ao perceber que conhecia aquela planta de algum lugar, foi procurar saber de onde conhecia. Ao encontrar, não viu outra explicação a não ser o que ele já suspeitava.
— Achei isso grudado no teu sapato. – Ele mostrou a folha para Maka.
— Uma folha? O que isso tem demais?
— Essa folha só cresce em um lugar aqui em Death City! – Soul mudou o tom de voz para um mais agressivo. – O que você estava fazendo na casa daquele professor? Tem algo a ver com sua queda por ele?
— Idiota! Você não tem nada a ver com isso! – Maka bateu a porta do quarto.
— Tenho sim! Sou seu parceiro! – Soul gritava do lado de fora do quarto.
A discussão não levou muito tempo, mas com o agravamento da briga suas ondas de almas não se conectavam mais. Maka foi ao encontro do Stein para pedir conselhos. Stein disse que eles tinham duas opções: ou se entendiam ou não poderiam mais ser parceiros. Maka depois de tudo, resolveu conversar com Soul. "Eu amo ele e isso não vai mudar!".
Depois de tanto conversarem, Maka convenceu Soul de aceitar seu namoro com Stein. Soul não queria aceitar, principalmente, porque a cerca de um ano atras Soul começou a gostar da Maka, e não suportava ver ela com outro. Como ele nunca tinha dito nada antes, agora ele teria que aguentar essa.
Uns dias depois, BlackStar e Death the Kid se reuniram na casa dele para jogar video game e jogarem conversa fora, aproveitaram que não tinha ninguém para eles ficarem em paz lá.
— Ah cara, me desculpe por aquele dia, valeu por ter me chamado. – disse BlackStar.
— Não precisa ser tão formal, ou coisa assim. Vamos pro meu quarto, o jogo ta lá.
— Uou! Que quarto grande!
Depois de jogarem bastante, já meio cansados, eles sentaram na cama pra conversar.
— Ei Kid, por que mesmo com esse jeitão você não pega as meninas?
— Você não pode falar nada. Você tem a Tsubaki, mas não faz nada. – ele desviou um pouco, mas logo respondeu a pergunta – Eu simplesmente não gosto delas.
— Nada a ver eu e a Tsubaki. Hahaha. Como assim você não gosta delas? Você é gay? – enquanto BlackStar ria, Kid ficava corado e um pouco triste – Espera, eu tava só brincando. N-Não me diga eu acertei? – Kid corou mais ainda. BlackStar deitou-se e mudou o tom de voz, ficou sério – Então... Com quantos caras você já ficou?
— Nenhum. – Kid deitou-se também.
— Como assim? Tem algum que você gosta?
— Na verdade tem...
— Vai me contar? – BlackStar cutucou ele – Anda, me conta.
Kid respirou fundo. Devagar levantou o braço, com a mão fechada e depois levantou o dedo indicador. Apontou.
— Você.
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