Uma Grávida Em Hogwarts.
6 Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
Notas iniciais
enfimmmmmmmm AMEI MUUUUUUUUUUUUUUUITO TODOS OS REVIEWS, SÉRIO MESMO EU LI CADA UM E FIQUEI: C-A-R-A-L-H-O, ELES GOSTAM DO QUE EU FAÇO, DO QUE EU ESCREVO *------*
Isso me deixa feliz pq se eu n fosse eu acho que n leria o que eu escrevo KLJFSD
Enfim, espero que gostem, desculpe se houver qualquer erro é que não deu tempo de revisar, e OBRIGADO PELA RECOMENDAÇÃO QUE EU RECEBI, FIQUEI MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO FELIZ.
Lembrando, se vocês quiserem falar comigo, comentar qualquer coisa da historia e etc, meu ask pessoal: http://ask.fm/mrnvaz
Obrigado pelo carinho que vocês me dão, eu fico me sentindo especial aqui gente, sério ♥
James ▬ POV.
Isso não podia estar acontecendo comigo. Eu me apaixonar é quase a mesma coisa que trair a tradição dos novos Marotos, como eramos chamados eu e meu primo Fred.
– Ei Jay, aquela japinha da Corvinal disse que quer dar pra mim mano. — Fred falou, realmente animado. Tentei parecer feliz, embora o resultado não foi muito satisfatório. — Está acontecendo alguma coisa dude?
– Fred, você já pensou em abandonar a vida de 'vagabundo? — falei, colocando a palavra entre aspas.
– Mas é claro que não, isso é perfeito dude. Você tem as mulheres que quer, na hora que quer e depois não precisa ficar dando explicações pra ninguém. — ele falou, como se aquilo fosse o paraíso.
– Mas, você nunca pensou no amor? Sabe, nunca pensou em como seria ter alguém pra falar eu te amo, abraçar, ficar junto... Todas essas coisas? — perguntei e Fred colocou a mão na minha testa.
– Você bebeu cerveja amanteigada estragada? — ele falou arregalando os olhos. — Amor é para os fracos, dude. Falo isso porque sei que amor só trás sofrimento.
E isso era verdade, no quinto ano Fred se apaixonou pela primeira vez, ele não era galinha como é hoje, na verdade nem seu primeiro beijo tinha dado ainda. Ele fazia absolutamente tudo para que a menina fosse feliz, e ela só sabia pisar nele, até que um dia ela humilhou Fred na frente de toda Hogwarts dizendo que ele era um otário que iria morrer sozinho, desse dia em diante ele nunca mais foi o mesmo.
– Mas é que... Eu não sei o que está acontecendo comigo. — falei, passando a mão e bagunçando meus cabelos que já eram bagunçados por natureza.
– Você NÃO pode se apaixonar Jay, é perca de tempo. — ele falou, realmente alarmado.
– Eu vou dar uma volta, depois eu volto. — falei.
Estávamos no meio da tarde, e por algum milagre eu não tinha aula nenhuma. Comecei a andar e resolvi que iria para o Lago Negro, lá eu teria alguma paz.
Cumprimentei algumas pessoas e finalmente sentei em baixo de uma arvore, quando fechei os olhos uma melodia invadiu meus ouvidos. A voz era calma, e suave, mas eu não conseguia entender a letra, era cantada em outra língua.
Dei a volta na árvore e quase tive uma ataque. Era ela. A menina que eu tanto procurava e não havia achado, a menina que havia causado tudo que estava acontecendo comigo. Seus cabelos loiros e suas mechas rosas continuavam as mesmas, ela fechava o olho enquanto cantava e parecia concentrada.
– Oi. — falei, sem querer assustar ela, mas não resolveu já que ela deu um pulo.
– Olá. — ela falou, sorrindo. Senti minhas pernas fracas, o sorriso dela era perfeito.
– Qual seu nome? — perguntei, um pouco rápido demais.
– Mariana. Você é James Sirius certo? — falou. Ela sabia meu nome, não que isso fosse muito difícil, mas eu fiquei feliz em saber que ela sabia meu nome.
– Sim. De onde você veio? — falei, sabia que ela não era de Londres.
– Do Brasil, sou nascida trouxa. — ela falou sorrindo.
– Que legal. — falei, realmente era bastante legal. — Eu nunca vi você por aqui. — falei, e depois percebi o quanto aquilo saiu idiota.
Eu sempre tinha facilidade em falar com meninas, mas com ela parecia diferente, já que eu não queria parecer um idiota na frente dela.
– Ninguém nunca vê, nas aulas eu sou a primeira a chegar, e a última a sair. Sempre me sento afastada, não chamo atenção e não almoço nem janto no Salão Principal. — ela falou, sorrindo fraco, e de forma triste.
– Por que você se isola desse jeito? — perguntei, arregalando os olhos.
– Tenho medo que as pessoas não gostem de mim. — ela falou, e depois pareceu achar que tinha falado coisa demais. — Você não precisa ficar ouvindo minhas lamentações Sirius. — ela falou, e meus olhos brilharam.
Eu simplesmente adorava quando me chamavam de Sirius, eu não sei bem o motivo, mas adorava. E só meu pai me chamava daquele jeito, mas ali, saindo da boca dela, parecia muito diferente.
– Não vejo problema nenhum nisso. — falei, dando ombros e me sentando do seu lado, encostando na árvore. — O que você estava tocando?
– É uma música brasileira, quer que eu cante pra você? — ela falou e seus olhos brilharam.
– Claro que quero. Mas você pode traduzir depois? — pedi, e ela concordou.
Ela começou a tocar os primeiros acordes e logo sua voz saiu, doce e suave. Mesmo não entendo a letra, conseguia perceber que era uma música romântica.
Pra Você Guardei O Amor — Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo os meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que o arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
[...]
Ela sorriu quando a música acabou, e sabia que estava sorrindo de forma boba, mas não tinha como não sorrir. A voz dela era perfeita, e a forma como ela sorria enquanto cantava, ela era perfeita.
Sim eu, James Sirius Potter, estava apaixonado por uma menina que eu mal conhecia.
– Agora pode traduzir? — pedi, falando de forma boba. Ela riu e começou a traduzir, a música era linda e dizia o que eu queria falar pra ela, de alguma forma.
– Eu te amo. — falei e ela arregalou os olhos. — É, é o que a música diz. — falei, sem graça.
– Exatamente. — ela falou, sorrindo sem graça.
Ela levantou o braço para arrumar os cabelos e sua blusa desceu um pouco, mas o pouco foi o suficiente para que eu visse algumas marcas.
– Mariana o que é isso? — falei, apontando para as marcas. Sei que isso não foi nem um pouco educado, mas eu não podia acreditar que ela se cortava.
– Não é nada. — ela falou e puxou a blusa. — Eu tenho que ir James. — ela falou.
– Ei, espere. — falei a puxando e sem querer ficamos em uma distancia perigosa. Eu queria poder beija-lá, mas sabia que ali não era o momento, nem o lugar, eu tinha que a conquistar primeiro. — Vamos jantar juntos? — pedi.
– Tudo bem, me encontre na cozinha, depois do jantar. — falou, e eu assenti.
Ela era simplesmente perfeita.
Mariana ▬ POV.
Eu não podia acreditar que ele estava falando comigo. Talvez James não se lembrasse, mas no meu primeiro dia em Hogwarts, ou melhor, ainda no trem, ele havia falado comigo.
FlashBack
Eu era apenas uma estranha que havia entrado por sorte em um mundo que eu não sabia que existia, não até receber aquela carta.
Eu iria passar despercebida se não fosse o fato que eu era o desastre em pessoa e acabei caindo em cima do carrinho de doces. E ele foi falar comigo.
Eu não fazia ideia de quem ele era, mas sabia que era um ano mais velho que eu pois já era selecionado para uma casa. A Grifinória, pensei, pela suas roupas.
– Tome cuidado. — ele falou, sorrindo.
– Obrigado. — falei, e olhei com vergonha para algumas pessoas que riam de mim.
– Deixem ela em paz. — ele falou.
– Ah, agora o Potter vai defender a novata estranha. — um sonserino falou.
Ele me levou para uma cabine e ficou conversando comigo, mas logo um ruivo o chamou e ele teve que ir embora. Me deixando sozinha.
FlashBack
Desde aquele dia eu não esqueci aquele rosto. Com o passar dos anos James deixou de ser um menino fofo, para se tornar um pegador, ridículo, mas respeitado em Hogwarts.
Mas meu sentimento continuava o mesmo, ou até mesmo maior. Eu amava James, mas ele não fazia ideia disso e nem precisava saber, já que ele nunca olharia para mim.
James era perfeito, e eu sabia que ele era bem mais do que mostrava para todo mundo. Mas era uma coisa distante e eu tinha que me conformar com isso.
Notas finais
enfim é isso ae, espero que tenham gostado, se quiserem falar comigo: http://ask.fm/mrnvaz
E é isso aê, obrigado de verdade por cada review que vocês mandam ♥
Mereço alguma coisa? :c
Fale com o autor