Uma Grávida Em Hogwarts.
12 Mudanças.
Notas iniciais
Enfimmmmm, gente eu tenho 125 leitores e 165 reviews tem muitos leitores fantasmas, então vamos deixar reviews por favor, nem que seja um simples: gostei.
Obrigado a todos que comentam e me apoiam eu fico muito feliz que a fanfic esteja tomando esses rumos. Enfim obrigado a todos ♥
James ▬ POV.
Acordei mais animado que nunca, hoje eu iria pedir finalmente Mariana em namoro. Eu tinha tudo preparado e até aprender a tocar uma música em português eu havia aprendido.
Eu iria leva-lá a um lugar que eu achei em Hogsmeade quando eu era menor fugindo de uma menina, era um lugar especial e só eu e Fred sabíamos da existência dele.
Coloquei uma camisa social branca, e uma calça jeans escura. Peguei meu violão e fui em direção ao Salão Principal aonde ela estaria.
Quando a vi sorri, ela estava com as mexas rosas agora azuis e usava um vestido branco com alguns detalhes em azul bebê. Apesar de ser estranha a combinação ela usava o seu velho all star azul, que eu tanto amava.
Na verdade eu amava tudo nela. Sim, amor. Ela era perfeita, em tudo que fazia, que falava. Eu James Sirius Potter havia me apaixonado, e não me arrependia nem um pouco por isso.
Dei graças a Merlin pela historia do meu avó não se repetir comigo.
- Bom dia Mari. — falei, eu estava visivelmente nervoso.
- Bom dia. — ela falou sorrindo de forma doce para mim.
- Vamos? — perguntei.
- Você ainda não me disse para aonde vamos. — ela falou, sorrindo marota.
- Porque é surpresa. — falei, e fiquei com uma incrivel vontade de lhe roubar um selinho. Mas não o fiz.
Fomos andando e quando chegamos em Hogsmeade ela se sentou um pouco cansada. Perguntei se ela queria comer alguma coisa e ela negou, falando que havia trazido comida em sua mochila. Apenas ri.
Fomos em direção a floresta e andamos um pouco até chegar aonde eu queria. O lugar era uma especie de clareira, com um pequeno lago que se escondia quase dentro da floresta.
Mari sorriu e parecia maravilhada com tudo. Ponto para mim.
Mari ▬ POV.
O lugar era perfeito. James tinha se provado diferente nos ultimos meses, o que fez eu me apaixonar ainda mais. Eu tinha certeza que o amava, mas não entendia por qual razão ele nunca deu nenhum sinal de sentir o mesmo.
Talvez eu não fosse boa o suficiente, pensei. Mas ignorei e tentei esquecer. Apenas tentei me lembrar de que estava com ele ali, agora, e aquilo importava.
- Nunca trouxe ninguém aqui. Descobri esse lugar quando tinha quinze anos, junto com Fred. — ele falou, sorrindo orgulhoso. Eu amava aquele sorriso.
- É lindo. — falei, encantada.
- Quer comer agora? — ele perguntou, e eu assenti.
Estendemos uma toalha no chão e colocamos as comidas em cima, ele pegou o violão e me entregou.
- Toca pra mim? — pediu. Ele sempre pedia isso, e eu fazia com o maior prazer.
- Claro. — sorri.
- Uma música em Português. — ele falou sorrindo. Apenas assenti.
A Carta — Renato Russo
Escrevo-te estas mal traçadas linhas meu amor
Porque veio a saudade visitar meu coração
Espero que desculpes os meus erros por favor
Nas frases desta carta que é uma prova de afeição.
Talvez tu não a leias mas quem sabe até darás
Resposta imediata me chamando de "Meu Bem"
Porém o que me importa é confessar-te uma vez mais
Não sei amar na vida mais ninguém.
Tanto tempo faz, que li no teu olhar
A vida cor-de-rosa que eu sonhava
E guardo a impressão de que já vi passar
Um ano sem te ver, um ano sem te amar.
Ao me apaixonar por ti não reparei
Que tu tivesses só entusiasmo
E para terminar, amor assinarei
Do sempre, sempre teu...
[...]
Quando terminei de tocar ele sorria, e eu não pude deixar de sorrir junto. Ele pediu para que eu traduzisse e assim o fiz, ele soriru ainda mais ao saber a tradução, mas tinha um ponto de duvida em seu olhar, dava para ver isso.
- Quero te mostrar uma coisa que aprendi. — ele falou, sorrindo.
- Ok. — falei, sorrindo também.
Ele pegou o violão da minha mãe e começou a tocar umas notas que eu desconhecia, mas logo reconheci. Sorri não acreditando.
All Star — Nando Reis
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você
O sal viria doce para os novos lábios
Colombo procurou as índias, mas a terra avistou em você
O som que eu ouço são as gírias do seu vocabulário
Estranho é gostar tanto do seu All Star azul
Estranho é pensar que o bairro das Laranjeiras
Satisfeito sorri quando chego ali
E entro no elevador
Aperto o 12 que é o seu andar
Não vejo a hora de te reencontrar
E continuar aquela conversa
Que não terminamos ontem
Ficou pra hoje
Estranho mas já me sinto como um velho amigo seu
Seu All Star azul combina com o meu preto de cano alto
Se o homem já pisou na lua, como eu ainda não tenho seu endereço?
O tom que eu canto as minhas músicas
Para a tua voz parece exato.
[...]
Quando ele terminou eu não sabia como meu sorriso ainda cabia no meu rosto. Ele era tão lindo cantando, seus olhos fechados e abrindo apenas para olhar direto nos meus, seu sorriso maroto que nunca o deixava, o vento batendo em seus cabelos. Tudo nele era perfeito.
- Mariana Bittar — ele falou colocando o violão de lado -, aceita namorar comigo?
Rose ▬ POV
Estava com muita dor, e estava preocupada e a pior parte era que não sabia aonde Scorpius estava. Resolvi procura-ló antes de ir na enfermaria. Sco odiava quando eu o deixava de lado nas consultas.
De acordo com uma menina ele estava em uma das salas estudando, estranhei, mas acatei a informação. Ouvi alguns gemidos e revirei os olhos, se vão fazer isso pelo menos que façam em um quarto.
Olhei pela porta para ver quem era e tive a pior surpresa da minha vida. Era Scorpius que estava ali, e junto a ele estava Cher.
- EU NÃO ACREDITO NISSO. — falei, e senti uma dor enorme na barriga.
Queria chorar, mas as lágrimas não veio. A dor aumentava a cada segundo, e meu nervosismo também.
- Não é o que você tá pensando. — ele falou, enquanto a vadia ria. Minha dor já estava em um grau insuportável.
- Me esquece Scorpius, para sempre. — falei saindo, com lágrimas e uma dor insuportável.
Tentei correr e senti as lágrimas pesadas caindo dos meus olhos. A dor atingiu o grau que me fez gritar, não estava vendo nada e por esse motivo acabei rolando escada a baixo.
A ultima coisa que eu vi foi o sangue saindo das minhas pernas e uma Lily desesperada correndo no meu rumo. Então apaguei, falando silenciosamente as palavras:
- Salve meus filhos.
Lily ▬ POV.
Assim que Leu vi minha prima caindo sai correndo e gritando por socorro. Por sorte Hugo apareceu e me ajudou a carrega-lá para a Enfermaria. Assim que chegamos Madame Ponfrey veio correndo ajuda-lá.
- O que houve? — ela perguntou.
- Ela, ela caiu da escada. — falei chorando desesperada.
Hugo a deitou na cama e me abraçou, eu não parava de tremer. Rose tinha que ficar bem.
Alguma sala de Hogwarts... (Narrador ▬ POV)
— Deu tudo certo. — a morena afirmou com um sorriso cínico.
- Agora é minha vez de entrar em ação. — o loiro falou sorrindo igual a ela.
- Pois é querido Luke eles vão pagar por tudo que fizeram com nós dois. — ela falou sedutora.
- E os pirralhos? — perguntou.
- Eu vou ter o prazer de cuidar da cria dos dois. — ela falou, sorrindo de forma má.
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