Uma Garota de Peito.

2 Capítulo 2 Crescimento


Notas iniciais
A vida é um processo de crescimento, uma combinação de situações que temos de atravessar. As pessoas falham quando querem eleger uma situação e permanecer nela. Esse é um tipo de morte. Anaïs Nin

( ALGUNS ANOS DEPOIS)

Minha avó que Deus todo poderoso a tenha. Sempre me dizia... "Isso tudo vai passar...''Ela ainda acrescentava ênfase a frase com ponderações afirmativas e carinhosas. "Pode parecer terrível agora, mas acredite minha querida, sempre passa." _Essas lembranças são tão forte em mim que eu posso sentir sua enrugada mão sobre minha cabeça ainda de criança agora, embora agora eu não seja uma criança, mas a lembrança sempre me arremete a isso eu no meu vestido amarelo de laços intermináveis sentada na escada em frente a minha casa e ela sorrindo afagando minha cabeça. "Isso vai passar...''Minha avó sabia das coisas. Naquela época eu ainda não sabia, triste chorosa sentada nas escadas em frente a minha casa num dia de forte calor onde os meninos da rua tinham estourado um hidrante e desafiaram um ao outro a ficar com suas genitálias em frente forte jato de água. "Coisa mas estupida". Bem em fim era o campeão quem consegui se ficar mas tempo e chegasse mas perto, claro que eles acabavam caindo se contorcendo de dor , e os outros rindo, e novamente ele se desafiavam ia de novo depois de recuperados numa sucessão de estupides sem fim... Na época eu não sabia, e talvez nem eles, que isso no futuro poderia incapacita-los de se procriarem... Pensando bem talvez isso fosse justiça afinal... Mas na aquela época como eu disse nem eu nem eles sabia então eu e Kim estávamos olhando eles do quintão rolando de rir do imbecil que era aquilo sem eles nos verem escondidas no caramação encobertas por arbustos, bem encolhida abafando nossos risinhos. Bem Kim não estava muito satisfeita com isso, se esconder não era muito a cara dela. Minha melhor amiga sempre foi assim ela sempre foi digamos agora podemos usar a definição de audaciosa, quando na época minha mãe gostava de dizer que Kim gostava muito era de aparecer...

Lembro de minha mãe na janela da cozinha olhando Kim vindo com sua bicicleta velha cor de rosa cheia de fitinhas jogando ela de qualquer jeito na frente de nossa casa mastigando suas gomas, com seus shorts vermelhos e Chiquinha ela tinha onze anos e eu dez.

—Não gosto dessa menina, ela gosta de aparecer onde esta os pais dela...Nunca os vejo.

Minha mãe falava indo atender a porta pois Kim apertava a campainha e ela simplesmente não tirava o dedo de lá até alguém vir atender a porta. O que minha mãe fazia quase correndo para ela parar.

—Oi._ Kim diz abrindo o sorriso mas inocente do mundo.

—Lily pode brincar?

Claro que eu podia brincar...Eu sempre podia brincar, corria sem dar a chance de minha mãe responder...

—Fiquem na rua, pelo quintal, estou de olho em você, Lily..._Minha mãe gritava enquanto eu e Kim corríamos para os fundos da casa dos Mackgregons que era um casa de velhinhos da vizinhança que não expulsava agente de sua grama e era lá que estávamos no momento que víamos a estupides do garotos...Rindo toda vez que eles caiam.

—Eles são tão idiotas._ Kim falou, alto demais. E o meu alarme interno disparou, quando a gritaria deles cessou. Dês do primeiro dia que conheci Kim eu sabia que ela era capaz de atos de grande bravura mas também tinha um Q de camicase que me dava um pouco de medo .Lembro de como nos conhecemos uma garota de transas que eu nunca tinha visto na vida tinha batido em minha porta, estendeu a mão e disse seu nome eu aperte ainda sem entender nada afinal até onde eu sabia eu era a única garota em todo o quarteirão. Então eu a olhava como se ela fosse uma alienígena que tinha pousado no meu quintal.

—Oi sou Kim....sei quem e você, seu nome e Lily. Bem Lily eu digo que agora temos que ser amigas temos que unir forças.

—Contra o que exatamente Kim...?

—Ora mas e obvio que contra os meninos dessa rua mal chequei e eles simplesmente deixaram um cocô na minha porta dentro de uma caixinha super fofa. Achei que era um presente de boas vindas era cocô Lily que infantil quem ainda faz esse tipo de coisa? Eles estavam rindo de mim atrás das arvores na rua corri para pega-los mas eles eram uns três eu acho são uns idiotas._ Enquanto Kim dava par de sua historia ela sem nenhum convite já tinha entrado em minha casa fuxicando todas as fotos que estavam em cima do piano verificando todo andar de baixo aberto a portado porão, encontrou a cozinha e se servia de biscoitos sem a menor cerimonia.

—Hum isso e bom sua mãe que faz? São de baunilha? Estão ótimos mas eu prefiro chocolate. Eu fiquei assombrada e muda. Kim era assim e não entendo como eu e ela nos tornamos simplesmente inseparáveis.

Entendo sim eu estava desesperada por um amigo e lá estava ela.

Droga eles tinham ouvido, estávamos muito ferradas...Sim eu sou medrosa covarde mesmo me escondo atrás de muros e me jogo nas moitas guando sinto o cheiro desses garotos eles eram um terror permanente em minha vida desde sempre. Eles roubavam meu dinheiro do lanche grudavam chiclete no meu cabelo no ônibus da escola colocar um sapo morto na janela do meu quarto. derrubaram minha casa da arvore tudo isso aconteceu antes de Kim aparecer em Sammervily. Mas eu não tinha esquecido Kim enfrentava eles como se fosse a mulher maravilha eu fUngia deles como uma mulher rato .

—Ei quem esta ai?

Ouvia voz de Tormem gritar em nossa direção

O que provocou mas acesso de risos de Kim. Eu me encolhi e ela levantou desafiadora mastigando ainda mas rápido seu chiclete.

—Sou eu seu imbecil.

—Brandy._Ele falou trincando os dentes, podia imaginar que era isso que ele fazia porque era o que ele sem fazia guando estava com raiva.

—Kim Brandy. Esta escondida ai porque?

Outra voz perguntou nela não havia nada de raiva só uma diversão crescendo a cada palavra. Eu conhecia aquela voz muito bem era de. Westt

—Estava vendo ate onde ia a estupides de vocês otários.

—Ho não Kim otários isso era demais._ Sussurrei para ela cutucando sua perna.

—Quem esta ai com você Kim?_Tormem perguntou mas eu encolhida estava encolhida fiquei mas antes de eu poder me arrastar até minha casa Tormem ja abria o arbusto e me achava...

—Olha isso um esquilo fedido...

Kim empurrou ele na mesma hora mas ele logo se equilibrou rindo. Nada mas me restava além de me levantar e encarar os garotos da rua.

Bem era isso meus algozes dês do maldito dia que eu cheguei de Dakota quantos anos eu tinha? Eu não me lembro, tudo que eu sei era que eu era a única garota na rua e fui a única por dois odiosos anos ate Kim chegar do Alabama. eles não tinham sido legais comigo bem nunca são legas garotos com sete e oito, tratam as garotas como se tivéssemos lepra e eu era única leprosa num raio de quilômetros não ajudava muito o fato de eu ser ruiva com sardas e pernas gordinhas e andar com vestidos feitos pela minha vó.

Eu era a leprosa mas varilhenta do mundo pra eles isso até a minha vingadora Valquíria chegar na pele de Kim Brandy.

—O que os otários estão tentando fazer afinal? _Ela perguntou indo até o hidrante.

—Nada Brandy só esta vamos curtindo._Damion a olhou querendo sorrir e Tormem cutucou de má vontade.

—Qual e cara não fala com ela._Tormem cuspiu a bronca na direção de Damion.

Kim piscou para Damion, e eu vi pela primeira vez o rosto do garoto mudar de cor para vermelho escarlate. Ela foi para frente do hidrante ficando mas perto do jato de água que todos eles...

—Amadores eu e meu primo fazíamos isso onde morava todo os dias não e nada demais..._Ela os provocou mastigando os chicletes com mas força e fazendo uma bola em seguida eu olhei para Tormem nessa hora e acredito que se ele fosse um x-mem seu poder seria saltar raios pelos olhos e queimar Kim.

—Assim não vale de nada sabemos que não tem um pénis...

A palavra saiu da boca de Tormen eu abri minha boca horrorizada a tampando logo com minha mão.

—Tormen. Chega vamos embora.

Westt falou, ele que até então tinha ficado calado do trio de palhaços. Minha cabeça girou na direção dele e nossos olhos se encontraram por segundos era Westt que sempre parecia ter a voz da sanidade no entanto ele sempre preferia ficar calado ouvir a voz dele era sempre como uma novidade ele era o mas velho dos garotos. E também o que tinha a melhor casa da rua e os melhores carros na garagem e os que mas viajam o que davam as melhore s festas os que tinham as melhores roupas o quintal deles era de grama importada enfim toda essa droga elitista que minha mãe adorava jogar em cima de mim e de meu pai minha avó arrastava os chinelos e dava meia volta na casa quando ela começava com isso" vocês não sabem quem eu encontrei no shopping hoje Wilma Rhows e ela estava comprando naquela loja caríssima de roupas de couro".. ."Eu encontrei com Wilma no mercado e o carrinho dela estava até as tampas aquela família não precisa nem conferir o preço das coisas para jogar dentro do carrinho do mercado .... deve pegar os produtos que quer sem se preocupar com a droga do orçamento da família".. .Eu e meu pai nos olhávamos eu revirava os olhos e ele afundava os dele na leitura do jornal .Em um momento de minha vida eu pensei que eu só podia ser adotada ou filha da minha avó. E ela num acesso de bondade tinha me dado para a sua filha criar porque tinha descoberto que ela não podia ter filhos... .Bem a verdade era que eu e Kim tínhamos um vicio secreto...Amávamos as novelas Mexicanas...Ha os Ruans Pablos...E nos imaginarmos dentro dos personagens das novelas era uma de nossas brincadeiras.

Será que Westt ainda roubava os gibis do mercadinho do Sr Barnnes? Será que a mãe dele pagava pelas compras todas ou era uma cleptomaníaco como o filho? Tinha vontade de contar isso para minha mãe e ela descer da nuvem de encantamento dela. E descobrir que os Rhows eram gente igual a todo mundo.

—Já chega!_ Westt falou com uma voz desconhecida, grossa e grave.

Eu e Kim nos entreolhamos assustadas nos perguntando de onde tinha saído mas ela logo ria de volta para ele.

— O caralho que chega Westt! Essas pirralhas acabaram com a brincadeira...

Westt fez que tanto faz com ombros e se preparava para sair.

—Eu desafio vocês otários! Diz que não temos paus .Eu digo que isso e desculpa porque sabem que vão perder para nos duas. E bem obvio que nao temos paus, mas temos peitos e se o que eu ouvi minha tia Margott falar e verdade dizem que e a mesma coisa se sente dor em suas bolas nos sentimos em nossos peitos.

Kim falou e eu estava atônica mas pelo gesto que ela tinha feito levantando os mini peitos dela do que saber que ela tinha uma tia que eu nunca tinha ouvido falar...Kim nunca falava de sua família era um assunto proibido e misterioso, e agora tinha aparecido um primo e uma tia Margott?

—Sentem dor nas tetas?

—O quê?

Tormen perguntou para meu horror se voltando para mim . Como se a palavra de Kim não valesse de nada...

Ho não peitos tetas pênis paus eram palavras proibidas na minha casa e ali estava eu ouvindo todas elas em alto e bom som e ainda sendo questionada sobre o assunto.

Há que merda...

—Eu não sei..._Respondi sem poder olhar para ele de volta.

—Vamos provar então. Venha Lily._Kim me puxou ela já estava toda molhada sua camiseta colada na pele deixando uma regata preta visível. MALDIÇÃO eu não tinha uma regata preta, por debaixo da minha blusa ...

Era o que eu queria gritar mas antes de ter a chance ela me jogou no jato forte de agua e foi ali nesse grotesco momento que e u percebi varias coisas que sempre seriam importantes por toda a minha vida. Que os garotos podiam ser ainda mas cruéis, que amigas podem mesmo ferrar com você, e que já tinha passado da hora de eu começar a usar um sutiã...

Bem eu não vou descrever mas nada ...Sobre esse momento de total humilhação e dor vamos pular essa parte para a parte em que eu estou toda molhada sentada na frente de casa com minha avó batendo em minha cabeça dizendo que isso vai passar...

—EU SINTO MUITO...

Kim não parava de repetir guando mas tarde estávamos em meu quarto ela secando o meu cabelo enquanto eu só fazia chorar silenciosamente...

—Lily balões. Eles me chamaram de Lily balões.

—Eles são uns imbecis pensei que já sabia disso.

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Sim eles eram uns babacas imbecis mas eram muito criativos também pois no dia seguinte na escola assim que eu abri meu armário vários balões cor de rosa com tetas desenhadas saíram voando de dentro do meu armário....E na fila do almoço bem entre uma conversa e outra e reclamações sobre como era horrível o bolo de batata da Sra Flammes, o assunto de balões e meu nome era o que se destacava afrente de todo mas.

EU TINHA PEITOS!

Era o que me dava vontade de gritar subindo em uma das mesas eu tinha idade para tê-los que inferno, era isso que acontecia com as meninas elas tinham as tetas, bem no meu caso o fato tetas era bem acentuado o que na verdade não tinha me incomodado até o fatídico momento do hidrante.

Minha mãe para me animar me levou as compras, compramos bonitas lingerie mas nada sobrepujava as humilhações diárias que eu sofria eram ridículas de peitos enormes desenhados na porta dos banheiro até bolas de basquetes sendo comparadas ao meus peitos na sala de educação física o que era um exagero mas isso não importava o fato era que eu era Lily balões meu apelido se espalhou mas rápido que rastilho de pólvora.

¨-Ei Lily você coloca peso extra na mochila para não tombar para frente? Ei Lily como você faz para reforçar o sutiã são alças de cabo de aço ou coisa assim?¨

Serio era tudo tão sem graça. Eu rezava todos os dias por uma fofoca melhor para uma das garotas pagarem calcinha ou que todo o clube de ciências explodisse alguma coisa, e me deixarem em paz mas as muitas desvantagens de se morar em uma cidade pequena e que nada acontece por semanas ou meses, nada aparecia além do fato que Lily tinha enorme peitos.

Então o tempo passou e o apelido virou minha marca registrada ninguém mas me conhecia como somente Lily eu era definitivamente Lily balões e foi assim o ginásio.

Eu e Kim nunca deixamos de ser amigas, ela sempre me defendia como uma pitty bull mãe mas isso só fazia piorar então eu pedi que ela desistisse.

O que ela acabou fazendo depois de um tempo com um pouco de relutância.

Como forma de punição ela abdicou o cargo de ser a garota mas popular da escola cargo que seria dela sem sombra de duvida ela tinha se tornado a garota mas bonita da escola com seus longas cabelo escorridos e boca de Angelina Joli e olhos castanhos claros, mas um mal humor de onça. Ela dizia que eles todos eram uns otário ela não precisava desse lixo mas eu sabia que o fato dela ser amiga de Lily balões era o único motivo da exclusão opcional dela.

Bem então o que me restava era estudar, com isso e a frase de minha avó na boca e na mente ''Isso vai passar''...E passou. Ou pelo menos estava passando, mas o pior sempre pode piorar não e mesmo?

Então para o meu horror minha melhor amiga Valquíria destemida, sucumbiu as garras do inimigo Kim estava de rolo namorando Damom, por mas que eu soubesse que isso ia acabara acontecendo, pôs o garoto se arrastava em volta dela dês que ela deu um tapa no rosto dele por descobrir que ele a observava de binóculos da janela da casa de Westt.

—Sinto tanto Lily eu queria que ele não fosse tão lindamente insistente sei que talvez nunca me perdoe por essa traição mas simplesmente não posso resistir ao idiota.-ela tinha dito no dia que confesso que eles tinham ficado pela primeira vez.

Eu não encontrei palavras para disser a ela naquele momento...O meu choque foi muito grande.

Aos quinze anos eu usava aparelho nos dentes e precisava de óculos para ler nossa eu era um clichê ambulante com espinhas e sardas estourando por todo o meu corpo. Queria virar um molusco e me mudar para uma concha.

O fato dela namorar Damom na verdade não foi de todo mal para mim já que assim que ele notou que tinha alguma chance com Kim ele começou até a me cumprimentar e não ria das ofensas que eu ainda sofria, o que era bom na verdade ótimo. Então era somente Tormom que ainda mantinha o coro dos babacas já Westt nunca tinha se juntado a eles. Alias ele foi a voz que calou Tormom muitas vezes eu tinha que admitir, mesmo que Tormom pouco ouvisse ainda assim parecia que a piada se perdia um pouco guando Westt não participava.

Eu nunca entendi muito bem qual era do Westt, ele andava com babacas mas parecia sempre distante deles, não importava eu não gostava dele também não gostava ainda mas quando eu pegava ele me olhando entre as portas dos nossos armários que eram quase vizinhos ele parecia sempre tentar falar alguma coisa, mas terminava só acenando de leve a cabeça gesto que eu nunca retribui más ele sempre fazia, o que me deixava intrigada as vezes ou apenas furiosa batendo com força a porta do meu armário, sem saber o que ele queria.

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Cidade — Samervilley e uma cidade totalmente fictícia

Protagonistas — Lily Thompson e Westt Rhows .

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.