Lá estávamos nós mais uma vez na agitada noite de New York, eu e minha prima Kyoko Morinozuka, ou apenas Ky... As ovelhas negras...

-Ay! Vamos! Hoje tem open bar de smirnoff! – Kyoko me puxou para o bar.

-Hey! Garçon! Dois copos bem cheios de smir! – pedi animada, nada como open bar e smirnoff na mesma frase para me fazer esquecer que esta é minha última noite nessa vida que levávamos....

-Três... Dois... Um... – comtamos antes de virar todo o conteúdo do copo de uma vez sentindo o álcool queimar nossa garganta — Uuuuuhul!!!

Agora sim! Vamos para a pista de dança... Sabe precisamos achar algum acompanhante à altura...

-Ay-chan!!! Ay-chan!!! Saca só aquele gato! – Ky apontou para um moreno de olhos azuis todo sarado que estava me encarando.

-Ui! Dois ou um? – perguntei pra ela sorrindo pervertida.

-Que nada, pode ficar, aquele loiro lá chamou bem mais atenção – ela me respondeu apontando para outro deus.

Dei uma passadinha no bar, preciso de um pouco mais de gás antes de sair atacando, não que eu fosse tímida, não eu e tímida só está na mesma frase quando um não é esta no meio, mas em caso de pais chatos aparecerem eu pelo menos posso dizer que estava bebada demias para saber o que estava fazendo.

-Uma garrafa de Smir — pedi animada.

O gatinho do garçon me entregou e eu comecei a beber no gargalo mesmo, tudo de uma vez, com grandes goles, fazendo algumas paradas para respirar, quando dei por mim a garrafa havia acabado, coloquei em cima do balcão, agora o mundo estava muito mais colorido, a musica muito mais agitada e a quele gatinho muito mais gato.

-Oi — comecei lançando um sorriso sedutor.

-Oi, a gata tem nome? — ele respondeu também com um sorriso sexy.

-Só se o gato tiver um — retruquei com uma piscadela... Nada como uma piscadela, para aumentar o clima.

-Josh — ele se apresentou esticando a mão direita. -Ayame — respondi aperdando a mão dele, mas no segundo em que ele segurou minha mão ele me puxou para um longo e muito bom beijo.... Já comentei como amo minha vida? — vamos dançar? — perguntei assim que nos separamos.

-Hehe — ele riu me puxando para pista de dança.

Tocava uma musica eletro... E você não sabem como eu me inspiro com musica eletrônica, na verdade eu me inspiro com qualquer música, mas abafa.

Ele segurava minha cintura enqaunto dançavamso, claro que eu rebolava e... Bem... Se alguém nos visse acharia que eu era uma biscate, mas quem liga, eu to me divertindo, isso que importa! Os outros que se explodam!

A música acabou, mas logo começou outra.

-Qual o seu telefone? — perguntei pegando meu celular.

-97979798 — ele respondeu enquanto eu marcava — então Josh, vamos combinar de nos ver um dia desses — falei saindo de perto, ta bom que nos veríamos de novo, mas pelo menos tenho mais um nome na minha lista.

Andei pela festa... Okay, na verdade eu fui no bar, tomei três copos de whysky, dei em cima do bar man, beijei o bar man, peguei o telefone do bar man, peguei uma garrafa de sakê, aí fui andar pela festa, ví que Josh já estava com outra... Esse daí é dos meus, mas cade a Kyoko?

Passei pela pista de dança, me segurei para num agarrar dois g~emeos lindos que tavam me dando mole, mas como uma boa garota que sou, dois por uma noite está bom, bem esse seria meu pensamento se eu fossse uma boa garota, mas pelo visto o àlcool prova o contrário... Mas me segurei, bem isso até chegar na parte dos sofás onde Kyoko estava aos amassos com o loiro gato dela, bem já que ela estava bem... Acho que posso ir conversar com aqueles gêmeos...

Bem... Conversar... Eu nem descobri o nome deles! Cheguei em grande estilo! Oi e Beijo! Oi e Beijo! Nada como o álcool!!! E o melhor de tudo os dois danças e beijam muito bem! Acho que encontrei meu par... er pares para essa balada... Sabe... As pessoas dizem que ficar com muitos garotos numa balada é bom... Bem... Eu digo que é, principalmente quando são dois ao mesmo tempo...

Eita! Minha bunda ta vibrando? Que que ta acontecendo??? Ah! É meu celular... — Desculpa gracinha — me desculpei quando parei de beijar o gêmeo um — Alô? Ã? Okay... Até... — droga! más notícias — Gatinhos têm telefone? — perguntei com um sorriso sacana.

-Temos — eles responderam juntos e me passaram junto com seus nomes, Rodrigo e Nate, ai, ai, ai, ui, ui.

-Gatos, tenho de ir, sabe como é... Pais super protetores- comentei rolando os olhos.

-Tudo bem — ele responderam rorrindo, me deram um super amasso de despedida e eu fui embora de lá...

Tudo bem, na verdade tive que tirar a Ky do sofá, e depois dela pegar o telefone do gato dela nós saímos da boate.

Na frente da porta uma limusine nos esperava, nos encaramos divertidas e entramos...

-Hahahaha hoje a noite foi boa — comentei para Kyoko quando ela fechou a porta atrás dela.

-Pode crer! — ela concordou.

-Ta falando o que? Você ficou nos agarros com apenas um! — reclamei.

-Se que pensa! Eu catei três, mas como todos eram loiros e gatos você nem reparou na diferença – ela explicou.

-Sério? – perguntei confusa, nossa acho que bebi demais... Não, acho que eles tavam se amassando tanto que eu apenas vi o cabelo loiro dos gatos.

-Lógico! Ou você pensa que só você pode sair catando geral? – ela retrucou.

-Ky-chan! Que orgulho! Você está aprendendo tudinho! – exclamei orgulhosa.

-Sim Ay-sensei.

-Kyah! – surtamos e começamos a gargalhar.

-Mas e aí Ay, quantos foram hoje? – ela me perguntou quando paramos de rir.

-Bem... – eu comecei a contar nos dedos – foram apenas 4, mas dois deles foram ao mesmo tempo, então acho que ganho alguns pontos extra – me vangloriei.

-Isso aí! Ay-chan arrasa corações! – Ky exclamou divertida.

-Kyoko... Kyoko... Você achou mesmo que eu, Ayame Haninozuka, não ia me aproveitar de gêmeos me dando mole? – ironizei. -Há há! Mais uma lição: Ficar com dois ao mesmo tempo, de preferência que sejam gêmeos é MARA – ela falou como se anotasse algo.

-Vamos escrever esse guia! – comecei.

-Isso! Aí ele vira Best-seller e nós ficamos podres de ricas! – ela continuou.

-E nós já não somos?

-Somos! – ela concordou e voltaram as gargalhadas.

A limusine parou... Parou por quê? Por que parou? Olha que musiquinha feliz *0*.

A porta se abriu e vimos Jarvas, nosso chofer, sorrindo para nós e atrás dele o hotel em que estávamos morando.

-Ui! O hotel! Quem chegar por último é uma... Freira! – Ky berrou saindo correndo comigo em seu encalço.

Agora imaginem a lindesa da cena: duas garotas, da mesmíssima altura, uma de cabelos castanho-escuros, e a outra loiro-escuros, correndo de salto alto por um hotel cinco estrelas. Micoso? Você não imagina o quanto...

Finalmente chegamos na nossa cobertura, fui para o meu quarto e a Ky par ao dela, taquei meu sapato em qualquer lugar e pulei na enorme cama dormindo instantaneamente.

Acordei com Kyoko fazendo um pequeno escândalo...

-ACORDA!!! – ela berrava pulando na minha cama, dava para acreditar que ela tinha 19 anos? – HOJE É O DIA! – anunciou – AAAAAAH! – er... Bem... Ela pulou errado e caiu da cama, isso foi o berro dela.

-Bem feito – cantarolei, depois falo dela...

Levantamos-nos e fomos tomar café. Sim! Sem nos trocar, nem nada, com a roupa amassada da balada de ontem, descalças e com a maquiagem borrada que nos fazia parecer duas emos, isso sem contar os cabelos despenteados.

Café da manhã americano... Não sentirei sua falta! Adeus bacon fritos, adeus omeletes ultra-gordurosos e adeus sanduíche de pasta de amendoim com geléia de morango. Tudo bem, do último eu ia sentir falta.

-Adeus! Comidas engosdativas – Ky se despedia com lágrimas nos olhos enquanto comia.

-Tchauzinho sanduba – me despedi triste. Depois do café da manhã nós subimos para nos trocar.

Eu coloquei um vestido de malha vermelho, comprido o suficiente para cobrir minha bunda com um chinelo havaianas da mesma cor.

Kyoko estava com uma havaianas e vestido iguais os meus, porém azul piscina.

Ficamos enrolando no átrio do hotel até o Jarvas levar toda nossa bagagem para a limusine.

Depois do check-in, e enrolação no shopping do aeroporto, nós finalmente entramos no avião... Primeira classe, uma TV 20” e um mini-sofá que virava cama para cada uma.

Vinte e muitas horas depois...

Saímos do aeroporto e Jarbas, o irmãs gato do Jarvas, nos esperava na limusine.

Entramos no carro, tão cansadas que dormimos o caminho todo do aeroporto até a residência principal dos Morinozuka, onde eu ficaria até meu papai decidir que quer ver minha cara linda e maravilhosa que Deus me deu.

Chegamos e enquanto Jarbas-gatão e os empregados levavam nossas coisas para os devidos quartos, meu alto e gatíssimo primo, um aninho mais novo veio nos recepcionar.

Já mencionei que se eu sou como sou hoje a culpa é toda dele?

Por quê? Bem... Foi com ele que eu dei meu primeiro beijo, há longos 8 anos atrás... e o bichinho beijava bem... Muito bem, por isso que eu sempre digo: os quietos são os melhores! E com essa ótima base eu comecei a ser como sou... Bem, é claro que isso depois do nosso namoro de 2 anos... Sim, eu já fui uma garota fiel... Bem... Fui.

-Manow! – Ky berrou pulando no pescoço dele – que saudades, peste!

-...-é meu primo nunca foi de falar... Ele sempre foi daqueles que come quieto (n/a: Interpretem como quiser).

-Cadê o Mit-baka? – perguntei curiosa, Mit-baka é o meu irmão do meio. -Na sua casa – ele respondeu. Caramba! Esqueci que ele sabia falar!

Depois de agüentarmos ficar acordadas até às dez da noite fomo dormir para nos recuperar da viagem, afinal, depois de amanhã, voltaremos à escola. E sabe o que escola significa? Gatos... Gatinhos... Gatões... Popularidade... Amigas interesseiras, etc... Nada como o bom e velho segundo grau.

Você deve estar se perguntando o que duas garotas de 19 anos, baladeiras, vão fazer na escola, entrando no meio do ano.

Eu digo que como eu e a Ky, tivemos que trabalhar num assunto que só eu e a Ky podíamos acertar, perdendo metade do nosso último ano, então voltaremos à escola para ter apenas mais um diploma para nossa coleção. FIM DO PRÓLOGO n/a: Se já abriu a fic e leu, deixe um review o Se gostou, deixe um review! Se não gostou, deixe um review também! Review é de graça e não faz mal a ninguém! E não se esqueça que cada vez que você não deixa um review, uma fanfic é EXCLUÍDA! ò_Ó