Notas iniciais
Estou aqui para agradecer a mais uma flor que perfumou e alegrou minha semana, Amanda sua linda, obrigadíssima pela recomendação, achei muito fofa :3 Então minhas kouhais (ou não?) tenho algumas explicações a dar sobre os próximos capítulos. Este que posto hoje é sobre Castiel e Tora, será uma sequencia de três capítulos, isso acontecerá com os próximos casais também. Por quê? Vejam só... Eles são o desenvolvimento dos hentais, então eu não posso simplesmente interrompe-los do nada para falar sobre outra coisa, certo? Ah Tia Misaki porque não fez num capitulo só? Porque assim tenho mais capítulos pra postar e porque sou uma troll sacana Muahahaha – brinks ;p Peço às fãs de outros casais que tenham paciência, pois esses momentos belos também virão e.e Espero que gostem e me deem um desconto por não ser tão boa em escrever hentais ^^ Beijokas :*

Tora estava vermelha de raiva, ela e Castiel ainda dançavam e por vez ou outra uma garota aparecia para pedir um autografo e se insinuar parar Castiel. Ele dava os autógrafos e correspondia as cantadas, isso não era de seu feitio, mas agora ele fazia de propósito, só para ver a cara vermelha e irritada da morena. Claro que ela também recebia os mesmos gracejos, mas diferentemente do ruivo, ela simplesmente ignorava ou dispensava, caso os rapazes insistissem, ela os espantava na base da violência.

Tora se perguntava onde diachos a irmã tinha se metido, faziam 30 minutos que lhe mandara uma mensagem e ainda não recebera resposta, já era a terceira vez que ligava e só então foi atendida.

—- Oi Tora – Disse Claire na linha.

—- Onde você está garota? – Perguntou Tora tentando abafar o barulho com as mãos.

—- Ah bem... Eu fui dar uma volta com as meninas – Respondeu Claire nervosa.

—- Deixe de mentir, estou vendo as garotas daqui, e você não está entre elas – Jogou Tora.

—- Ah, é que eu tive que ir ao banheiro – Claire tentou mais uma vez.

—- Claire, na verdade as garotas não estão aqui, você não sabe mentir – Desmentiu-a Tora.

—- Ah... Droga... Está bem, eu estou com o Armin...

—- Uhmmm... Sei...

—- Não é nada disso!

—- Claro, aposto que você esta indo pra casa dele agora.

—- Sim... Espere, como você...

—- Você caiu mesmo na dele?

—- Ei! Não foi bem assim tá!

—- Hahaha eu sei, só estou brincando.

—-Boboca...

—- Eu vou para casa então tá, se cuida.

—- Certo, vai com quem?

—- Sozinha oras.

—- Aham sei, aposto que o tomate está junto com você.

—- Ele é um porre.

—- E você adora ter um hahaha.

—- Certo, certo... Chega por hoje, boa noite garotinha.

—- Boa noite, não sei que horas volto amanhã tá, beijo.

—- Ok, beijo.

—- Que irmã protetora – Castiel disse ao pé do ouvido de Tora.

—- Ah! Não faz isso! – Tora virou-se num pulo – Estou indo embora, tchau.

—- E eu? – Perguntou Castiel com cara de cachorro sem dono.

—- Não me olhe com essa cara, você faz o que quiser, acho que tem bastante companhia para o resto da noite! – Tora inchou as bochechas.

—- Uhm isso é ciúme? – Castiel sorriu de canto.

—- Até parece – Tora ficou vermelha novamente.

—- Vou com você.

—- Por quê?

—- Por que eu sou seu vizinho oras, pego o mesmo caminho.

—- Certo...

Tora aceitou a companhia meio a contra gosto, ou talvez não. Por fim acabaram por conversar o caminho todo, coisas sobre a família, sobre gostos e desgostos, momentos engraçados e algumas implicâncias. Castiel deixou a garota em frente à casa, ela agradeceu e adentrou pelo portãozinho, mas quando chegou até a porta e deu-se conta de que não estava com a chave, bateu com a testa na tabua.

—- O que foi Tora, já está ficando louca de saudades de mim? – Perguntou Castiel ainda perto o suficiente.

—- Não seu tomate podre... Aff, eu não acredito nisso – Tora procurava algo embaixo dos vasos de planta e do tapete.

—- O que foi então? – Castiel perguntou da frente do portão.

—- Minha tia não vem pra casa hoje e não sei onde ela deixou a chave – Respondeu Tora em meio às almofadas das poltronas da varanda.

—- Uhm – Castiel observava a garota que por vezes se agachava para procurar deixando as pernas bem a mostra.

—- O que está olhando?

—- Nada – Castiel não fez questão de desviar o olhar, mas logo seu celular vibrou, chamando sua atenção – Mensagem da Claire?

“Oi Castiel, se a Tora estiver procurando a chave de casa, diga que estou com ela, e sim, fiz de propósito, então cuide bem dela ^^ beijos.”

—- Vai ficar plantado ai? – Perguntou Tora desistindo de procurar a chave.

—- Ah não... Claire disse que está com a chave e me pediu pra cuidar de você.

—- Como?! Arg! Eu mato aquela peste! Como ela me faz uma coisa dessas?! Vai me pagar essa... Essa... Ah!

—- Claire planeja bem as coisas, convenhamos.

—- Vocês são cumplices não é? Só pode ser isso...

—- Ei! Eu não sei por que esse nervosismo todo, não foi você que se declarou pra mim há pouco tempo atrás? Está me fazendo de palhaço?!

—- Não, mas...

—- Mas o quê?!

—- Aff...

—- Passe a noite na minha casa, prometo que não vou te morder... A não ser que você peça.

—- Certo, certo...

—- Teimosa.

Tora seguiu Castiel até o sobrado ainda meio receosa pelo que poderia acontecer, mas admitia que se deixara levar pelo nervosismo e agira como criança, não tinha motivos para isso, pois sabia o que a esperava e sabia o que fazer a respeito. Entrou na casa e fechou a porta atrás de si, logo sendo encurralada pelo ruivo.

—- O que foi? – Perguntou Tora olhando os orbes de mercúrio fervente – Não vou pedir pra você me morder.

—- Não é isso... – Castiel acariciou o rosto da morena – É só que você está linda hoje.

—- Ah... O-obrigada – Tora ruboresceu – Você... Você... Como posso dizer...

—- Estou sexy? Gostoso? Atraente? – Castiel e seu “achismo”.

—- A-acho que é isso... – Tora sacudiu a cabeça tentando se acalmar, aquele rapaz fazia seus nervos estremecerem.

—- Você me excita ainda mais quando fica envergonhada – Castiel aproximou-se com um sorriso.

—- E você não tem vergonha na cara para dizer isso? – Tora o desafiava com o olhar azul tempestuoso.

—- Ora, admita que você está tentando manter a sua – Castiel rosou os lábios na bochecha de Tora – Não precisa se segurar, prometo que não farei nada do que não desejar.

—- Arg! Você também me excita, sabia? – Tora puxou-o para um beijo entrelaçando os dedos aos fios vermelhos.

Ela não se conteve mais, procurou os lábios com desespero, sugando-os com urgência, queria sentir novamente a brutalidade deles. As línguas se encontraram e travaram uma batalha épica dentro das bocas, as mãos pequenas foram de encontro à barriga desprotegida do rapaz, a morena deliciava-se com as lombadas daquele abdômen, mas queria sentir mais, despiu-o do blazer e do cinto, deslizou as mãos belas costas largas e cravou-lhe as unhas, recebeu um arfar em resposta e então continuou a atacar.

Castiel prendeu-a pela nuca com uma mão e com a outra acariciou lhe as pernas por baixo da fantasia, recebeu um gemido abafado pelos lábios, a boca dela era pequena, mas demostrava ser tão hábil e voraz quanto a dele. Abriu o zíper do vestido e retirou-lhe as mangas, levou as duas mãos ao bumbum da jovem e apertou-o logo a puxando para seu colo, fazendo com que o vestido caísse aos pés da moça.

A morena entrelaçou as pernas em sua cintura e continuou a massagear os cabelos vermelhos. Castiel subiu as escadas e foi em direção ao quarto, ele a queria, ele a desejava, queria provar o sabor daquela pele macia, queria ouvir os gemidos que fugiam pelos lábios molhados e ser chamado pela voz doce e clamante.

Tora sentiu o aperto em seu corpo, sentiu que o ruivo a desejava e ela também o queria, deixou escapar gemidos baixos a cada vez que tinha o pescoço mordido, por certo aquilo lhe deixaria marcas, investiu contra ele também lambendo a extensão do pescoço até chegar à orelha e morde-la. Foi jogada na cama e viu-se apenas de lingerie, totalmente vulnerável e rendida. Ela sentou-se na cama e desabotoou a calça de Castiel, sentindo o aparente volume que se formava sob a cueca box, parou um pouco, assustando-se com o volume, era realmente voluptuoso.

—- O que foi? – Perguntou Castiel percebendo a súbita parada da morena – Admirando?

—- Hunf! Não tem nada para admirar aqui – Desdenhou Tora.

—- Uhm... Nem ai – Provocou Castiel apontando o corpo de Tora -- Por isso não perco meu tempo olhando.

—- Então por que está salivando? – Tora lançou lhe um olhar sinuoso.

—- Certo, admito que você é sexy.

—- Sexy?

—- Gostosa.

—- Uhm?

—- Está extrapolando mocinha – Castiel sorriu.

—- Castiel... – Tora abandonou o cós da calça e baixou o olhar – Bem...

—- Tudo bem Tora – Castiel beijou-lhe a testa – Quer tomar um banho?

—- Ah... Fácil assim? – Tora não esperava tanta gentileza do ruivo.

—- Sabe... Eu não sou um monstro.

—- Eu sei, mas ver Castiel Dorigan sem sua pose fodão é meio... Difícil.

—- Então aproveita logo por que não é sempre.

—- Certo – Tora deu uma risadinha e pôs-se de pé – Obrigada Castiel.

—- Obrigada nada – Disse Castiel com seu sorriso malicioso – Cobrarei com juros.