Uma Doce História
54 Banho de espuma
Notas iniciais

Ryu caminhava pela praia calmamente, não havia ido para o colégio, não estava a fim de ver Nathaniel com Lety ou o ouvir tentando dar alguma explicação. Ela havia saído com Dake e ele realmente foi amigável, não sabia se aquilo era verdade ou apenas fingimento para que ela caísse na dele, mas independentemente do que fosse ela iria aproveitar isso.
Dake estava surfando como de costume, esboçava um sorriso brilhante nos lábios, pois havia saído com Ryu e ela parecia finalmente interessar-se por ele ou talvez ele fosse apenas uma distração para ela, mas não importava, ele também aproveitaria.
Depois de algumas manobras e de um caldo hilário, Dake saiu do mar e foi até Ryu, que estava sentada na areia já havia algum tempo.
–- Olá – Disse Dake fincando a prancha na areia – Já está com saudade?
–- Não, ainda não – Disse Ryu sorridente – Você participa de campeonatos?
–- Na Austrália sim, este ano foi meu terceiro premio consecutivo – Respondeu Dake orgulhoso.
–- Legal, e... Seus irmãos também surfam? – Perguntou Ryu.
–- Não tenho irmãos, só uma irmã de cinco anos, ela é uma graça, está aprendendo a surfar também – Respondeu Dake.
–- E ela não vem para cá?
–- Não, como meus pais não vieram, não queriam deixa-la vir por ser muito pequena.
–- Entendo, eu tenho uma irmã mais velha, casada e esperando uma menina.
–- Crianças são uma graça, sempre nos surpreendem, mas... O que veio fazer por aqui?
–- Ah você sabe, esfriar um pouco a cabeça – O sorriso que Ryu tinha murchou.
–- Quer entrar na água? Acho que pode ajudar – Convidou Dake.
–- Uhm... Não sei está meio frio e eu não trouxe outra roupa.
–- Não se preocupe, eu te empresto minha camiseta.
–- Uhm ok – Ryu levantou e bateu a areia do short.
Dake entrou no mar primeiro, pois já estava acostumado com a temperatura da água, Ryu relutou um pouco, mas logo entrou também, dando um mergulho rápido para molhar-se de uma vez. A água estava meio fria, do tipo que você não consegue aguentar muito tempo, Ryu e Dake nadaram um pouco, pegaram embalo nas ondas e levaram caldos, pouco tempo depois Ryu já tremia.
–- Está tão frio assim? – Perguntou Dake.
–- Sim e agora esta começando a ventar – Respondeu Ryu com os pelos dos braços arrepiados.
–- Vem aqui então – Dake puxou Ryu para perto, abraçando-a gentilmente.
–- Nossa, como você é quente – Disse Ryu em surpresa.
–- Hahaha é que você esta bem gelada, dá essa sensação – Disse Dake apertando mais o abraço.
–- Uhm... Bem... – Ryu olhou para cima, de encontro aos olhos verdes do rapaz -- Acho que isso não vai funcionar por muito tempo.
–- Temos que aquecer mais então – Disse Dake com um sorriso de canto.
Ele segurou o queixo de Ryu com uma das mãos enquanto a outra a puxada pela cintura, ele inclinou o corpo e a beijou. Ficou assim por alguns segundos e depois descolou os lábios para ver a expressão da garota.
–- O que foi? – Perguntou Ryu ao ser encarada por Dake.
–- Achei que você fosse me bater – Respondeu Dake – Da última vez que fiz isso você não gostou muito.
–- Bem, agora você não está arruinando a minha situação com outra pessoa.
–- Uhm... Afinal, o loirinho já arrumou outra.
–- Ei!
–- Desculpe.
–- Ao em vez de perder seu tempo falando besteiras, porque não continua me aquecendo? – Ryu lançou um olhar sinuoso.
–- Ah, mas... Eu não quero te forçar a nada – Disse Dake passando as mãos nos cabelos molhados.
–- Eu estou de dando permissão bobinho – Sussurrou Ryu no ouvido de Dake.
–- Certo, vamos para outro lugar então? Algo mais aconchegante e quente.
–- Hoje estou em suas mãos.
Após saírem da água, Ryu vestiu a camiseta de Dakota enquanto este guardava a prancha no carro, logo ele abriu a porta do automóvel para que Ryu entrasse. O sol já havia se posto, Dakota dirigiu até uma rua famosa por seu grande numero de motéis, eles entraram no Motel Sweet Love e escolheram um quarto.
–- Se não se incomoda eu vou tomar um banho para me aquecer, não quero pegar um resfriado – Disse Ryu deixando suas coisas sobre a mesa e indo em direção ao banheiro.
–- Certo, eu vou pegar algo para beber, você quer alguma coisa?
–- Nada alcoólico, por favor – Pediu Ryu enchendo a banheira e colocando alguns sais de banho, logo que ficou cheia, Ryu tirou a roupa e entrou, amolecendo com a água quente.
Dake foi até o frigobar que ficava próximo da cama, o que separava o quarto da grande sala de banho era apenas uma parede feita totalmente de vidro que possibilitava à Dake uma visão ampla de Ryu na banheira. Ela estava coberta de espuma branca, os longos cachos negros formavam um leque no descanso da banheira, Ryu ensaboava as pernas torneadas, deslizando as mãos vagarosamente.
Dake não sabia se tinha sorte ou azar de estar com uma garota daquelas, pois parecia o tipo que te leva à loucura, faz você se apaixonar e depois te dá um pé na bunda.
–- Tinha um guaraná – Disse Dake entregando uma lata de refrigerante para Ryu.
–- Obrigada – Ryu abriu a latinha – Quer entrar?
–- Seria ousadia – Disse Dake.
–- Como se me trazer para um motel não fosse – Disse Ryu bebericando o refrigerante.
–- Tudo bem, se você insiste – Dake começou a despir-se, mas parou antes de tirar a cueca – Vai ficar olhando?
–- Algum problema? – Perguntou Ryu, ela encarava o rapaz, analisando cada detalhe do corpo másculo, o peitoral largo, o abdômen bem definido e braços fortes, tudo que a fazia suspirar.
–- Certo – Dake retirou a cueca e soltou os cabelos, que correram até abaixo dos ombros. Ele entrou na banheira entrelaçando suas pernas às de Ryu, que molhava os cachos negros sedutoramente – Esta água esta realmente boa.
–- Sim – Ryu virou-se na banheira sem deixar qualquer parte do corpo à mostra, deitou-se sobre Dake e o encarou.
–- Uhm... -- Dake corou levemente ao sentir os fartos seios da moça tocarem seu peito, deslizou as mãos pelas delicadas costas femininas até chegar ao largo quadril.
–- Vá em frente – Disse Ryu mordiscando o nódulo da orelha esquerda do rapaz.
Dake desceu as mãos e agarrou o bumbum de Ryu, apertando e soltando constantemente, logo ele a puxou, fazendo-a sentar em seu colo.
Ryu sentiu o membro ereto do rapaz rosar em sua intimidade, deu um leve sorriso e começou um beijo ardente, sem delongas, ela foi abrindo passagem com a língua habilidosa, ora mordendo o lábio inferior ora chupando sua língua. As mãos delicadas entrelaçavam-se aos cabelos logos do rapaz que agora subia as mãos de encontro ao seio esquerdo de Ryu, ele começou a brincar com os mamilos rígidos e a garota gemeu em aprovação correndo as unhas sobre as costas dele, inclinando a cabeça para trás quando o mesmo começou a lamber seus mamilos, a sensação da língua quente e úmida era irresistível.
Dake brincava com um dos mamilos de Ryu, fazendo movimento circulares com os dedos enquanto abocanhava o direito e chupava-o com vontade, Ryu desceu as mãos pelo abdômen do rapaz até encontrar seu membro, ela o segurou firme com as duas mãos e começou a masturba-lo. Dake suspirou pesadamente e deslizou as mãos sobre as curvas da garota, dando de encontro com a intimidade da mesma, ele começou a movimentar dois dedos sobre a entrada e depois se dedicou ao clitóris, arrancando gemidos um pouco mais altos.
Aquilo era estimulador, Dake introduziu dois dedos na intimidade de Ryu e movimentou-os rapidamente, a garota fazia o mesmo com o membro de Dake, apertando-o com firmeza e fazendo movimento de vai e vem rapidamente.
–- Ah... Isso... É muito bom – Disse Dake entre os suspiros.
–- Uhm – Ryu parou de masturba-lo – Pode ficar melhor.
–- Ah não se preocupe, eu posso aguentar mais um pouco – Disse Dake.
–- Dake, eu já tenho experiência, não precisa ser gentil – Disse Ryu saindo do colo do rapaz.
–- Ok – Dake pegou uma camisinha e vestiu seu membro enquanto Ryu ficava de quatro, apoiada com os cotovelos na borda da banheira.
–- Uau – Dake tinha agora uma visão privilegiada, a intimidade de Ryu estava totalmente exposta entre as coxas, úmida e avermelhada. Pelas costas e pernas escorria a espuma branca, o que o levava a imaginar muitas coisas.
–- Vai demorar muito? – Provocou Ryu.
Dake segurou o quadril de Ryu com as mãos e penetrou-a, sem nenhuma encenação, começou com movimentos rápidos que foram ficando mais fortes a cada estocada. Ryu ajudava movimentando o quadril, gemendo alto a cada estocada mais profunda.
Ver Ryu naquela posição deixava Dake enlouquecido, ele aguentava para não chegar logo ao ápice, queria ouvir a garota gemer ainda mais. Com um ultimo gemido e um espasmo que fez Ryu comprimir a vagina, ela chegou ao seu ápice, Dake relaxou e gozou logo em seguida. Os dois arfavam, Dake retirou a camisinha e jogou-a num canto qualquer.
–- Já esta cansado? – Perguntou Ryu erguendo-se na banheira.
–- Hunf... Ainda posso fazer você acender uma lâmpada – Respondeu Dake.
–- O que? – Perguntou Ryu sem entender.
–- Ah bem... Dizem que o orgasmo de uma mulher é capaz de produzir energia o suficiente para acender uma lâmpada – Respondeu Dake sem graça.
–- Você não está falando sério, está? – Perguntou Ryu segurando o riso.
–- Claro que não, vamos lá – Dake pegou Ryu no colo – Estou adorando esse banho de espuma.
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