Uma Doce História
69 Vermelho pimenta
Notas iniciais

Castiel foi surpreendido ao ter seus lábios tomados pela morena de forma tão rápida, logo sentindo as pequenas mãos deslizarem por suas costas, fazendo-o contrair os músculos. Poucos segundos depois ele recobrou a consciência e tratou de investir contra Tora também, deslizando as próprias mãos sobre os braços finos e delicados, subindo em direção ao pescoço, segurando-a firme, controlando a situação.
As línguas brigavam por comando dentro das bocas, não queriam ceder, não queriam parar. Castiel podia sentir os bicos dos seios de Tora roçarem em seu tórax, já rígidos, mas encobertos pelo tecido da roupa, ele desceu uma das mãos e apalpou o seio esquerdo, massageando vigorosamente, mas ele queria mais.
Tora percebeu a vontade do ruivo, logo descendo as mãos à barra da camiseta puxando-a para cima, retirando-a sobre a cabeça. De imediato sentiu os olhares de Castiel sobre seu busto e corou ligeiramente com isso, como ele podia ser tão descarado? Logo um sorriso malicioso formou em seus lábios e a morena sentiu seu seio ser abocanhado; num impulso jogou a cabeça para trás, soltando um gemido de aprovação.
–- Que delicia de gemido – Disse Castiel soltando o seio da moça por um momento – Quero ouvir mais.
–- Então faça-me soltar mais – Desafiou Tora encarando os olhos cinzas.
Castiel puxou a morena para seu colo e caminhou com ela até a cama, sem interromper o beijo feroz que se iniciara há pouco.
Jogou-a sobre a cama, retirando todos os empecilhos que ali se encontravam, almofadas, roupas e papéis. Voltou a colar seus lábios e desceu a mão direita à intimidade de Tora, constatando que a calcinha já se encontrava completamente molhada, afastou o tecido para o lado, levando os dedos diretamente ao clitóris, iniciando movimentos rápidos e circulares.
Tora deu um suspiro e mordeu o lábio inferior de Castiel, puxando para frente. As mãos desceram e apertaram com força o bumbum do rapaz, que contraiu os músculos e afastou-se de súbito.
–- O que pensa que está fazendo? – Perguntou Castiel desconfiado, aquela era uma área proibida.
–- Hahaha ficou com medo de que eu tirasse sua masculinidade é? – Perguntou Tora zombando – Ora... Achei que fosse mais macho que isso. Ou será que depois de zoar tanto com Kentin acabou se identificando.
–- Não é nada disso – Respondeu Castiel – É só que... Isso não me deixa confortável.
–- Se quiser ficar de quatro então... – Sugeriu Tora.
–- Não me provoque garota – Ameaçou Castiel com as bochechas vermelhas.
–- Ai que medo – Tora disse fazendo biquinho.
–- Você não presta sabia? – Castiel voltou com seu sorriso maroto.
–- Você ainda não viu nada – Tora girou seu corpo, ficando por cima de Castiel.
–- É agora que o tigre entra em ação? – Castiel estava com os braços cruzados sob a cabeça.
–- Sem piadinhas você também – Tora fez cara de desgosto.
–- Mas... – Castiel tentou falar, mas Tora o calou com um beijo.
Voltaram a se beijar, separando os lábios apenas para respirar ou mordiscar um ao outro. Tora mordeu o lóbulo do ruivo e lambeu seu pescoço, tirando pequenos gemidos de sua boca. Desceu até o abdômen definido deparando-se com aqueles gominhos charmosos, aqueles que até pouco tempo a provocavam, agora ela não resistiria à tentação, até porque não tinha mais motivos. Mordeu e arranhou cada um daqueles retângulos, deliciou-se com eles até chegar ao baixo ventre e dar de cara com uma glande protuberante, deu um pequeno sorriso e baforou sobre o membro ereto, sem toca-lo, queria apenas provocar Castiel.
–- Ah não, você não vai fazer isso – Reclamou Castiel.
–- Uhm? Você não aguenta uma provocação Castiel? – Provocou Tora sentando sobre o quadril do ruivo, rosando seu sexo sobre o membro duro e pulsante.
–- Acho que tudo tem limite – Castiel rodou sobre a cama, ficando novamente sobre Tora – Mas até que está divertido.
Castiel atacou um dos seios da morena enquanto apertava o outro com a mão esquerda e com a direita estimulava o intimo úmido. Tora tinha que admitir, ele tinha coordenação e sabia como excitá-la, não conseguiu segurar e logo soltou um gemido alto, o que fez Castiel retirar sua calcinha em apenas um puxão.
–- Ei! Eu gostava dela – Queixou-se Tora.
–- Você fica melhor sem – Castiel penetrou-a com dois dedos, sem aviso.
–- Ah-ah! – Tora gemeu alto e fincou as unhas nas costa de Castiel, talvez aquilo tivesse o machucado um pouco, mas parecia não se importar.
–- Isso, geme – Castiel fazia movimentos de vai e vem na entrada da morena, sentindo os dedos serem lambuzados cada vez mais – Geme pra mim.
–- C-Castiel... Ah... – Tora não queria dar o gosto a Castiel, mas era impossível, ele não deixava se quer uma brecha para ela. Ele era dominante, bruto e másculo, não tinha como não se dar por vencida.
–- O que você quer? Diga-me – Castiel provocava ao pé do ouvido.
–- Eu quero você... Ah... Castiel eu quero você dentro de mim... – Tora mal conseguia falar direito, tamanha era a excitação.
–- Eu não ouvi direito... O que você quer mesmo? – Castiel era maldoso ao extremo.
–- Arg! EU QUERO QUE VOCÊ ME FODA, CARALHO! -- Tora gritou em um único folego. Por certo, a vizinhança ouvira aquilo.
–- Hoho quanto desejo – Castiel sorria maliciosamente.
–- Vai se foder... Ah!... Castiel! – Tora ficara irritada, mas adorava o jeito do ruivo.
–- Acho melhor fazer isso com você – Castiel pegou Tora pela cintura e a rodou, fazendo-a ficar de quatro sobre a cama.
Aquela era uma visão privilegiada, a curvatura das costas femininas era algo digno de um premio, lisa, clara e macia, nada mais era tão feminino e atraente quando aquilo. Ver uma mulher nua de costas com a bunda empinada deixava qualquer homem louco, com Castiel não seria diferente.
Tora se sentiu um pouco envergonhada com aquilo e muito irritada por estar totalmente submissa, não que isso lhe desagradasse completamente, afinal sabia que Castiel morreria de tesão com aquilo. A morena sentiu suas nádegas serem apalpadas e logo um tapa que fez arder um pouco, mas que também a excitou, sim... Ela gostava de um pouco de brutalidade, e ao que se mostrava, Castiel saberia atender aos seus desejos direitinho.
Castiel penetrou-a, não sentiu dificuldade e nem ouviu reclamações da morena, o que o fez pensar que talvez Tora já não fosse mais virgem. Uma mão segurava-a pela cintura enquanto a outra dava tapas em seu bumbum ocasionalmente, o ruivo continuou com as estocadas, agora puxando Tora para trás com as duas mãos.
–- Isso é tudo que você tem é? – Perguntou Tora insatisfeita com o desempenho de Castiel – Acho que era propaganda enganosa.
–- Ok, você quem pediu – Castiel aumentou a velocidade e a força das estocadas, não teria dó nem piedade.
–- AH!AH! AAAAAAAAH! – Tora parecia ter ganhado o que queria.
A morena empinou ainda mais o quadril e começou a ajudar nos movimentos, sentiu o membro de Castiel preenchendo e socando seu interior. Castiel suava, mas mantinha o ritmo das estocadas, queria mostrar para Tora com quantos paus se armava uma barraca, ou algo do gênero.
Os dois gemiam e se contraiam, Castiel estava quase chegando ao ápice, mas queria que Tora o fizesse primeiro, então começou a estimular seu clitóris até fazê-la derramar-se sobre seu membro e sua mão em seguidas contrações. Ele logo retirou seu pênis da intimidade encharcada e virou Tora de barriga para cima, a morena começou a masturba-lo até este desfazer-se sobre sua barriga em três jatos. Castiel tombou para o lado ofegante, completamente satisfeito.
–- Então... Foi bom pra você? – Perguntou Castiel zoando.
–- Ah! Cale a boca! – Respondeu Tora tacando uma almofada no ruivo – hahaha boboca.
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