Uma Doce História
72 A melhor
Notas iniciais

Kentin nunca imaginou que dormir com a pessoa amada fosse tão bom, ainda mais sendo outro homem; sempre teve medo do julgamento das pessoas, mas agora já não se importava mais com isso, pois apenas por sentir o calor do corpo alheio já era suficiente para fazê-lo esquecer de todos os problemas. Alexy se encolheu um pouco mais, pressionando seu corpo contra o de Kentin. O moreno envolveu-o ainda mais com os braços, quase como se pudessem se tornar um de tão colados que estavam, mas claro que não sentiriam apenas isso.
Kentin não teve como deixar de sentir uma macia elevação sobre seu quadril, apesar do azulado ainda estar vestido, o tecido da calça não era suficiente para fazer com que ele deixasse de sentir as nádegas redondinhas do menor. Instintivamente seu membro começou a enrijecer, desenrolando-se dentro da bermuda.
–- Acho que não sou o único a não querer dormir – Cochichou Alexy.
–- Como? – Kentin não havia entendido, ou talvez estivesse se fazendo.
–- Você também não quer – Alexy mexeu levemente o quadril, pressionando o bumbum contra o membro de Kentin
–- N-não faça isso... – Kentin contraiu os músculos num leve suspiro.
–- Porque não? – Alexy virou-se de frente e colocou a perna esquerda dentre as de Kentin, massageando-o com o joelho.
–- A-ah Alexy... – Kentin apertou os braços do menor devido à excitação que este lhe causava – Não me provoque...
–- Uhm? Não ouvi direito – Alexy fez-se de desentendido e continuou a provocar, agora deslizando as mãos para dentro da camiseta.
–- Vou lhe esclarecer então – Kentin rodou, ficando por cima de Alexy.
O cobertor foi lançado ao chão em um só golpe, Kentin atacou os lábios miúdos de Alexy com tanta fome que o menor se perguntou se provoca-lo não teria sido uma má ideia... Claro que não, ele queria aquilo. Respondeu puxando os cabelos do maior e arranhando suas costas; puxou a camiseta para cima e então a primeira peça de roupa foi tirada.
Alexy arfou só de ver os músculos perfeitamente definidos, Kentin havia estudado por 2 anos em um colégio militar, adquirindo um físico invejável e uma saúde excepcional.
–- Admirado? – Perguntou Kentin mordiscando o lóbulo de Alexy.
–- Sempre estive – Respondeu Alexy entre um arrepio.
Kentin percorreu o pescoço do menor com beijos e beliscos, desceu as mãos à barra da camiseta e puxou-a para cima, descobrindo o tronco pequeno. Alvejou os mamilos rosados, chupando-os até enrijecerem; Alexy gemeu baixinho, sentindo a excitação crescer.
Segurou os fios sedosos e girou sobre o moreno, ficando por cima; desfez o laço da bermuda e puxou-a levemente para baixo, só então lembrou que Kentin estava sem cueca, quando viu aquele grande nervo estendido.
–- Ah... É... – Kentin ficou um pouco constrangido, variava muitas vezes de reação.
–- Eu sempre achei que fosse pequeno – Disse Alexy ainda olhando para baixo.
–- Como assim? – Kentin se sentiu meio ofendido.
–- Bem... Dizem que quem malha tem o pênis pequeno – Respondeu Alexy.
–- Eu não sei disso não, e também não sou tão bombado assim, acho que estou no ponto – Disse Kentin sem pensar.
–- No “ponto” é?! – Alexy perguntou pervertido.
–- Ah... Não foi isso que quis dizer – Kentin olhou para o lado.
–- Agora quero saber se está – Alexy terminou de retirar a bermuda e abocanhou o membro de Kentin.
–- Uhm... Alexy... Ah... – Kentin suspirou e segurou os cabelos azuis, ajudando nos movimentos.
Alexy lambeu toda a extensão, da base até a glande, deixando Kentin louco de tesão. Fazia movimentos rápidos de sobe e desce, dando investidas mais fundas vez ou outra. Kentin não sabia dizer o quão boa era a sensação dos lábios quentes e úmidos envolvendo seu membro em movimentos firmes e contínuos, só sabia que estava prestes a gozar.
Alexy percebeu isso nas leves contrações que o corpo do maior dava, e antes que ele pensasse em se afastar, segurou Kentin com força e engoliu seu membro por inteiro. Foi demais para o moreno que desfez-se em um único jato quente dentro da boca do menor.
–- Me desculpe... Eu não queria... – Disse Kentin entre longas puxadas de ar.
–- Aham, sei – Disse Alexy lambendo o ultimo resquício do liquido viscoso em seus lábios – O importante é que você está no “ponto”.
–- Ora seu atrevido – Kentin rodopiou o corpo e contra atacou Alexy, retirando suas ultimas peças de roupa.
Uma dança sinuosa iniciou-se, mãos, bocas e línguas deslizavam sobre os corpos nus; gemidos e suspiros eram abafados para que Armin e Claire não ouvissem, apesar de que como as coisas andavam, não sabia se aquilo seria possível.
Kentin desceu pelo corpo de Alexy, marcando-o com seus lábios e dentes, beijou a virilha e acariciou o membro rijo do menor; deslizou as mãos grossas pelas coxas, afastando-as uma da outra.
–- Tudo bem Alexy? – Perguntou Kentin ao perceber que as pernas do azulado tremiam um pouco.
–- Sim – Respondeu Alexy com a voz tremula.
–- Parece nervoso – Kentin ainda apalpava as pernas despidas.
–- Talvez um pouco, afinal... Nunca fiz isso – Admitiu Alexy, com as bochechas rosadas.
–- Não se preocupe – Disse o moreno ao pé do ouvido – Cuidarei bem de você.
Com isso Kentin pôs dois dedos sobre os lábios de Alexy, para que ele os umedecesse. Desceu novamente com a boca até as nádegas do menor, deixando uma marca vermelha sobre a esquerda; percorreu o vale com a língua até tocar levemente a entrada, fazendo o azulado dar um gemido abafado. Salivou e rodou a língua até ficar lubrificado o suficiente, certamente fora o melhor beijo grego que já dera.
Tirou os dedos da boca de Alexy e os introduziu vagarosamente no pequeno buraco, fazendo movimentos circulares, estimulando o prazer do menor.
–- Ken... Não aguento mais... Por favor – Alexy pedia entre suspiros.
–- Claro meu pequeno – Kentin tocou-o com a ponta do pênis e o penetrou.
Foi a sensação mais prazerosa que já tivera, Kentin já havia dormido com muitas mulheres, não por vontade própria, mas por conta dos colegas da escola militar. Porém, essa foi a primeira vez que sentiu prazer de verdade. Dava estocadas rápidas e fortes, a cama começou a ranger e Alexy a gemer angelicalmente, aquilo o excitava ainda mais.
Alexy sentiu um grande desconforto de início, mas nada que aquele membro tocando seu ponto de prazer não pudesse superar. Percebeu que Kentin suava e arfava, então inverteu as posições, sentando sobre o moreno. Subia e descia, rebolava e gemia, seu membro pulsante era masturbado por Kentin que o olhava com muito desejo.
Em uma última forte estocada, ambos chegaram ao ápice; Alexy se sentiu preenchido por Kentin enquanto derramava-se sobre a barriga dele.
–- Isso... Isso foi maravilhoso – Disse Alexy deitando-se.
–- Para mim também – Kentin disse acariciando o rosto do azulado.
–- A melhor? – Perguntou Alexy.
–- Não sei – Respondeu Kentin – Haverá mais?
–- Claro que sim – Alexy sorriu – Mas até então?
–- A melhor – Disse Kentin – Com certeza a melhor.
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