Uma Única Noite.
26 Reações, beijos e desvios.
Notas iniciais
beijos!
Se eu fosse vocês, lembrava do cao 6, onde eles dão o primeiro beijo.
–Como não, vocês me tiveram, o que significa que se amam, então, por que não se beijam?
Dizem que os olhos sempre expressão as emoções que não conseguimos demonstrar com palavras, o cara que disse isso estava muito certo. Os olhos, além de ser a primeira porta para a alma, mostram as emoções mais escondidas e enterradas no fundo do baú do coração daqueles que tentamos decifrar á todo custo. Naquele momento, um único olhar poderia salvar a vida dos dois...
Não poderia dizer naquele exato momento quem estava mais assustado, e Alice ali na frente com aqueles olhinhos azuis pidões e cheios de curiosidade. Parecia uma garotinha indefesa e normal, mas por traz daqueles olhinhos lindos, havia uma mente sábia pronta para atacar.
Grissom e Sara se entreolharam numa sincrônia perfeita, os olhos deles pareciam perguntar:
"-E agora, o que a gente faz?"
Depois de incotáveis e intermináveis cinco minutos, eles descobriram, da pior forma, que a resposta não iria cair do céu. Para o homem que já enfrentou um assassino sádico frente a frente desarmado, uma simples garotinha, sangue do seu sangue, parecia ser mais perigosa do que um homem-bomba no meio de um jogo de futebol americado. E Sara a mulher que se oferecera para uma difícil operação do FBI, via sua própria filha como uma faísca perto de um punhado de gasolina.
-Filha, acho que esse não é o momento certo para falar disso, você ainda é muito pequena para entender o nosso -Grissom estava se complicando com a explicação, mas tinha uma ideia, e já que Sara nem parecia capaz de se pronuciar, ele teria de tomar a frente- O nosso relacionamento... Ainda é muito complexo para você.
-Ele tem toda razão. -Completou Sara aradecendo aos céus por ele ter agido.
-Vocês sempre dizem isso quando querem mudar de assunto, o que tem de mais vocês demonstrarem um pouco mais de afeto? -Ok, agora ela tinha se saído muito bem, deveria lembrar-se eternamente daquela fala.
-Olha, eu prometo que quando acharmos que você está pronta, contaremos tudo á você. -Agora foi a vez de Sara de tomar a frente.
-E que saber, está tarde e você precisa ir para a escola... E sem mais perguntas. -Grissom disse cortando qualquer possibilidade de ação da menina.
-Tá, vou escovar os dentes. -ela disse saíndo um tanto derrotada. Eles haviam ganhado uma batalha, mas a guerra seria longa...
...
-Foi uma boa saída. -Sussurou Sara para ele, piscando-lhe.
-Foi a primeira coisa que passou na minha cabeça.
-Bem, você nós salvou de uma encrenca.
-Quem esperaria que uma garotinha pudesse ser tão... -ele nem sabia exlicar.
-Sei como é que é... Passei um bom tempo para me acostumar com as perguntas dela, quando ela era pequena perguntas como essa vinham do café da manhã até o jantar.
-Posso imaginar.
Os dois se levantaram para arrumar a mesa do café, colocando todos os pratos na pia e guardando a comida que sobrara na geladeira. Ainda estavam com aquela cara de bobos, que conseguem ser colocados no chinelo por uma garotinha.
No meio de pães e geléias, as mãos deles se tocaram...
O tempo parou...
Um simples toque...
Tantas emoções...
Os olhos se encontram mais uma vez, mas dessa vez o sentimento que os banha é completamente diferente. Agora demonstravam amor e uma pontada de direito, uma vontade súbita de colar os lábios assim como os corpos. Eram como um campo minado, um passo em falso e... Pronto... Tudo explodia derrepente!
A mão que livre foi para o lindo e doce rosto dela, como na primeira vez que uniram seus lábios, muito tempo atrás... Naquele velho auditório, onde todas as regras foram esquecidas, onde só o amor e a vontade de ficar junto vigorava.
Mais uma vez, estavam pronto para terem seu segundo primeiro beijo...
O toque dele a fez tremer, como se um corrente elétrica passasse numa velocidade incrível por seu corpo, sob os dedos dele a textura da pele dela, ela sabia que ele podia tocar muito além de seua pele, sabia que ele conseguia tocar seu corção.
Ele tirou a mão de cima da dela, podia jurar que ela foi para a cintura da moça sozinha, mas que se dane, ele queria beija-la mais uma vez.
Os olhos deles fecharam ao mesmo tempo, os lábios se tocaram devagar, nascia mais um beijo doce. As bocas se abriram, dessa vez a língua dele já conhecia o caminho e todos os cantos da boca dela. Eles podiam ouvor os corações um do outro batendo ao mesmo tempo, mais forte e mais alto.
As mãos dela foram para seu pescoço, entrelaçando-o num abraço perfeito. Ele á sentou na mesa, enquando seus braços puxavam para mais perto, as pernas dela envolveram sua cintura, o beijo começou a ficar mais desesperado, mas sem perder o ritmo e precisão.
Calmo, mas ardente.
Forte, mas cuidadoso.
Era a saudade que falava mais alto, era o tempo que tomava conta da situação, dois corações pedindo por mais...
E a droga da campainha tinha de tocar!
Notas finais
Surpresa!
Vamos deixar as coisas ainda mais compleicadas.
Muito obrigada pelo apoio que vcs tem me dado, os reviews são perfeitos e eu amo saber que estão lendo a minha estória.
Beijos!
Até logo,
Deixem reviews.
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