Uma Única Noite.
15 Ficar em Vegas
Notas iniciais
Desculpa claudinhasampa, mas não sei se ainda vou postar essa semana, então não deu para esperar vc. Sorry.
Ela queria gritar. Com ele, por não ter ouvido sobre a filha que ele nem sabe que existe. Com ela mesma por ter aceitado a maldita proposta de ficar em Vegas e quem sabe, com o destino que lhe reservou tamanho desafio. Ficar perto dele, nem que fosse durante os turnos iria mata-la pouco a pouco. Não estava na cara que ela ainda o amava? O que ele queria trazendo-a para perto? Machuca-la amis do que quando a deixou?
Ela estava com o coração partido, aquela mesma dor que sentiu quando ele foi embora estava retornando, era como se nada mais fizesse sentido. Ela achou que sua ida para Vegas seria para concertar tudo, para apresentar pai e filha e que depois disso... As coisas melhorassem, mas pelo contrário, estava piorando. Ela iria se mudar de vez para Vegas e trabalhando de noite... Seria mais difícil ficar com Alice.
Mas por que não simplesmente ir embora? Porque ela precisava de um emprego melhor, porque Alice precisava, de alguma forma ficar perto do pai, porque ela precisava resolver as coisas de vez.
Isso de fato, não eliminava a dor que estava sentindo, vinha chorando no carro, ficou dando voltas e voltas em sue carro para ver se conseguia se controlar até a hora de chegar na casa de Melissa e buscar a filha. Depois de uma hora, ela achou que as evidências de seu choro poderiam ter sumido e que pudesse buscar a filha.
-Oi amor, se divertiu com a tia Melissa? -Sara perguntou abraçando a filha.
-Sim, a gente fez bolo de chocolate! -a garotinha contou feliz.
-E ficou bom?
-Não sei, a gente está esperando ficar bom! -disse pulando.
-Aposto que ficou ótimo! -Sara respondeu carrengando a pequena.
-Sara, posso falar com você rapidamente? -Melissa disse chamando Sara para a sala de estar.
-Claro. -respondeu Sara percebendo o tom sério da amiga.
-E você Alice, pode comer o pedaço do bolo que fizemos que está lá na cozinha.
-Eba! -Alice pulou do sofá para a cozinha.
-Então, Sara... -Melissa disse se sentando, Sara fez o mesmo. -Quando você me disse que tinha uma filha, não sabia que ela era tão linda e parecida com você. Exeto pelos olhos...
-Os olhos são dele, iguaizinhos. -ela comentou olhando para o chão.
-Você o viu hoje, não é mesmo?
-Sim e... Ele me chamou para entrar para a equipe de peritos.
-E você, pelo que vejo, aceitou a proposta.
-Eu preciso, o emprego e o sálario são bons e...
-Você ainda o ama, não é?
-É.
-Você contou sobre Alice?
-Não consegui.
-Sara! -ela repreendeu a amiga. -você não pode simplesmente não contar. Ele tem que faze parte da vida dela.
-Eu sei... -Sara disse chorando.- Mas quando eu ia contar á ele sobre a Alice... Ele disse para esquecermos o nosso passado... Me diz como eu posso fazer isso tendo um pedaço do passado no meu presente?
-Ah, ele disse isso mesmo?
-Do jeito mais duro. -lea confirmou tentando parar as lágrimas. -E o pior de tudo é saber que a Alice vai fazer 4 anos daqui a dois dias e eu nem vou poder dizer para ela que o pai está na mesma cidade que nós.
-Eu lamento. O que posso fazer por vocês?
-Bem, agora... Podia me dar um pedaço daquele bolo de chocolate, estou pensando nele desde que cheguei.
-Você sempre será mesmo Sara Sidle.
-O pior é que já me dizeram isso antes. -ela riu lembrando de Jassie.
-Só me diz uma coisa. Quem é o pai da Alice?
-O nome dele é Gilbert Grissom, perito do turno da noite aqui em Vegas.
-Eu vi ele na TV um dia desses, agora ele é supervisor.
-Ele mesmo.
...
-Por que Sara Sidle? -perguntou Catherine sentada na cadeira em frente a mesa de Grissom.
-Acho que ela é uma ótima perita.
-Jura? Se queria um bom perito porque não buscou em um lugar mais perto? Vegas treina ótimos cadetes CSI.
-Eu queria ela. -ele disse simplesmente.
-Isso não faz muito seu estilo.
-Eu a conheço de longa data e como eu mesmo lhe ensinei algumas coisa e acho que ela é extamente o que precisamos, não me importei em chama-la de longe. -disse ele sério, não queria responder as perguntas de Cath. Poderia falar demais.
-Ok, não quis me meter. -ela disse levantando os braços em sinal de rendição.
-Somos os melhores, não podemos ter qualquer um na equipe.
-Tem razão... Eu já vou, tenho que pegar Lindsay. Até amanhã. -ela disse se levantando.
-Ah Catherine- Gil a chamou de volta. -Você foi legal com ela, não foi?
-Claro, sou sempre legal. -mentiu e ele percebeu.
-Catherine... -ele disse olhando daquela forma que poderia fazer até o Papa confessar todos os seus pecados.
-Ok, mas é porque eu não queria outras pessoas na investigação, ela veio de fora.
-Agora ela é da equipe. Então, trate-a bem.
-Tá, já que você vai ser o chefe, não vou mecher com a sua protegida, mas se ela não trabalhar bem, vai me ouvir.
-Combinado.
-Ah, esqueci de dizer... Até que eu gostei da Sidle. -a loira disse saindo de vez da sala.
-E eu a amo... -Gil disse para si mesmo depois que ela foi embora.
...
-Vamos morar aqui? -Alice disse sentada na cama da mãe.
-Vamos, mamãe trabalha aqui agora. -Sara disse olhando bem nos olhinhos dela.
-Mas eu gostava de São Francisco.
-Eu também, mas aqui... -ela engoliu a seco. -Vamos poder ficar perto de algumas pessoas.
-Como a tia Melissa? -a vozinha de criança fazia com que tudo que ela falasse fosse fofo.
-É.
-Mãe, posso dormir aqui com você, tô com medo do meu quarto.
-Claro meu amor, pode sim.
Notas finais
beijos, acho que vou colocar a musica Jar of hearts no proximo cap.
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