Um Último Suspiro

18 Longo Percurso


Notas iniciais
heya leitores o/
desculpa nom responder as reviews, prometo que a partir de hoje vou responder todas q vocês mandarem XD
(jah que vou ter mais tempo livre .-.)

Carol encarava Eduardo nos olhos, com um olhar de fúria.

Carol: Como você descobriu isso?

Eduardo: Ora, sou um dos soldados que guarda aquela entrada, não deveria ser surpresa isso, capitã Carol.

Carol: Se sabe sobre a passagem por que não seguiu por ela?

Eduardo: simples, por que ela foi barrada, vários desses monstros verdes vieram de lá... Guilherme foi infectado quando eles chegaram...

Eu ouvi Léo e Mônica começarem a chorar baixo, me aproximei deles, Mônica levantou a cabeça de Léo e, olhando nos olhos dele, disse.

Mônica: Não chore meu filho, pois se você chorar fará com que o espirito de seu pai se entristeça, levante a cabeça e siga em frente como ele sempre disse... Nós vamos ficar bem, eu prometo ok querido?

Ela secava as lágrimas de Léo enquanto ele balançava a cabeça de forma positiva, eu fiquei parado ali, apenas olhando... Como alguém podia se manter calmo assim depois de perder um ente tão querido como um pai ou um marido?

Léo olha para mim, em seguida Mônica olha para mim e sorri.

Mônica: Tudo ficará bem não é mesmo?

Eu: É-É claro que sim... Vamos sair vivos daqui e... E vamos achar uma lugar para viver.

Ela sorria como se aquele fosse o última dia de vida dela... Talvez eu devesse sorrir assim também...

Carol: Certo então, vamos sair daqui e procurar por mais sobreviventes na base... Rafael?

Eu: Oi? Hum, claro, escutei sim, vamos...

Peguei e engatilhei minha arma, o som dos arranhões na porta continuavam.

Eu: Vamos ter que sair pela janela.

Carol: Eu sei, vou ver se não tem nenhum monstro ali fora.

Ela subiu na cama e espiou para fora da janela.

Carol: Tem uns dois zumbis mais pra frente, mas tirando isso nada.

Eu: Certo, Mônica, Léo, acham que conseguem passar pela janela?

Eles acenam a cabeça positivamente, Mônica se levanta e sobe na cama, ficando ao lado de Carol, ela segurava Léo pela mão, Carol ajudava eles a passarem pela janela enquanto eu puxava Eduardo para um canto do quarto.

Eu: Esse túnel, é muito longe daqui?

Eduardo: Um pouco, mas não vamos procurar por sobreviventes antes?

Eu: Não fale para Carol mas... Mas quero ter certeza que o túnel é seguro, então vá com ela, Mônica e Léo atrás de sobreviventes enquanto eu vejo o túnel, ok?

Eduardo: Tem certeza disso cara? Pode ser perigoso fazer isso...

Eu: Eu sei, mas tenho que fazer, e se chegássemos lá e tivessem vários desses monstros verdes prontos para nos devorar?

Ele suspira e olha para mim.

Eduardo: Ok, mas leve esse rádio aqui, se tudo estiver bem, ou não estiver, me avise.

Ele estendia um pequeno rádio para mim, eu peguei ele e o guardei no bolso da calça.

Eduardo: Ele já está na frequência do meu rádio, é só apertar e falar entendeu?

Eu: Ok, nos vemos lá fora então.

Ele saiu pela janela e logo depois eu sai, esperei eles se distanciarem um pouco então corri para a entrada da base, com a arma engatilhada e pronta para atirar, andei devagar por entre os corredores, procurando indicações de onde poderia ficar a entrada do túnel que Carol e Eduardo estavam falando, ao invés de seguir reto como antes virei no corredor à esquerda e logo em seguida a direita, assim que entrei no corredor ouvi gritos de medo e dor vindos de um quarto mais para frente, fui com cuidado até o quarto e quando olhei para dentro vi uma mulher e um homem serem devorados por pelo menos cincos zumbis usando uniformes de soldados, a mulher olhou para mim, ela tinha lágrimas nos olhos e sangue escorrendo pela boca, um zumbi mordia o braço dela e o outro o ombro.

Mulher: Me ajude... Por favor...

O zumbi morde o pescoço dela e arranca a sua traqueia, ela começa a sufocar enquanto o sangue esguicha do buraco, eu recuo alguns passos e saio correndo dali, me escondendo dentro de um quarto, olhei em volta para ver se estava limpo, não havia zumbis ali, encostei na porta e me sentei na frente dela, as lágrimas escorriam de meus olhos.

Eu: Eu... Eu não...

Limpei as lágrimas e peguei o rádio mas... Chamar Eduardo poderia acabar lhes causando confusão já que não sei se ele estaria num momento seguro para falar... Alguns segundos depois o rádio toca, a voz de Eduardo sai dele.

Eduardo: Hey cara, por acaso conseguiu achar o túnel?

Eu: Não cara, precisava de indicações, sabe ir a partir da entrada da base?

Eduardo: Claro que sei! Siga reto e vire no terceiro corredor à esquerda, então vire a direita, esquerda e siga reto, virando no quarto corredor da direita, assim que chegar lá, procure por uma porta escrito Acesso Restrito, ela está destrancada, assim que entrar nela siga em frente até e vire no terceiro corredor à direita e então você estará de frente pra porta que dá no túnel principal.

Eu: ... Cara... Sério mesmo?

Notas finais
espero que tenham gostado u.u