Notas iniciais
Oiiie, ufa consiguii postar mais cedo!! Obrigada mais uma vez pelos comentarios e ai vai um lembrete: Seja original, crie suas histórias!
Plágio é crime, e copiar ideias deveria ser também! Indiretas? Não.. não, oque eu tenho para falar eu falo na cara, não tenho medo de mentes pequenas!

Voltando a nossa história, aí vai um capitulo para maiores de 30 anos (sqn

Beijos, NanaBriefs & Liluni Cham

Depois de tanto trabalhar no projeto para consertar a máquina do tempo Bulma encostou a testa firmemente na mesa do laboratório com um suspiro de frustração. Mais uma vez uma tentativa que fracassara, ela não soube dizer se era pelo cansaço de ter ficado á noite toda no projeto,ou se era devido aos fatos que lhe tinha acontecido com os vegetas que vieram de uma outra dimensão....

Já era dia claro quando ela levantou da cadeira e se esfregou os braços e as costas que estavam doloridos e foi ate o banheiro que ficava do lado onde ela estava trabalhando. Entrou e lavou o rosto que dava sinais de olheiras e de uma noite sem sono, pegou uma pasta de dente e uma escova que estavam dentro de um armário onde ficavam guardadas os objetos da higiene. Depois apanhou uma toalha que estava junto ao espelho e rumou ao chuveiro,tomou um banho rápido e se trocou lá mesmo ,escovou os cabelos e com eles ainda molhados rumou para o quarto da suíte principal onde dividia com o marido.

¨ Vegeta....meu kami! Ontem eu estava tão nervosa com toda aquela situação que esqueci o quanto ele deve estar bravo comigo¨ _ Bulma pensava enquanto andava até o quarto.

— Vegeta? — Bulma entrou no quarto, caminhando devagar enquanto o via de pé na janela, olhando fixamente à distância, o corpo tenso, enquanto ela parava silenciosamente e o olhava.

Seus olhares se encontraram inquisitivos . O dele mascarado e sombrio, o dela nervoso e cândido. Queria ir para ele, tocá-lo, ama-lo.

— Não deveria estar aqui. _grunhiu — Não estava de serviço a noite toda com a máquina do tempo?

Ela mordeu o lábio, lutando contra a dor que suas palavras lhe causavam.

— Vegeta estou cansada, me da um tempo esta bem? — Disse suavemente, permitindo que a dor soasse por sua voz. — Fiquei a noite toda naquele maldito laboratório tentando entender o que foi que deu de errado,será que você não pode me dar tempo?.

Ele negou com a cabeça, o cinismo deslizando-se por sua cara, seu olhar escurecendo enquanto andava tranquilamente até ela.

— Dispa-se.

— Perdão? — Teria rido diante a ofendida sacudida em seu tom se não soubesse muito bem que havia luxúria brilhando intensamente em seus olhos em vez de medo.

— Já! — Vegeta Manteve a voz dura, tendo visões dela nua, a seus pés, seu membro cavando entre seus lábios de repente o deixaram louco.

— Não tenho tempo para isto, Vegeta. Estou cansada.Passei a noite toda em claro tentan...

— O bom é que eu não estou. — Caminhou para ela, puxando-a para perto, seus lábios oprimiram os dela enquanto rasgava a blusa pela metade.

Ela gemeu sob o beijo, mas seus lábios se abriram, sua língua se enredou imediatamente com a dele a violência de sua necessidade varrendo-os a ambos. Kami, quanto tempo tinha passado desde que a tinha tomado assim com tanta selvageria? Desde que havia deixado loucos a ambos, com a fome crescendo em seu interior?

Despojou-a de seus jeans tão rápido, que com certeza o zíper estragou com a força que usou para abrir a malha. Droga, ele pensou, um par menos desses para tentá-lo.

— Vegeta. — A voz dela era cortante com a negativa que seu corpo contradizia.

A mão dele agarrou seu cabelo, arrastando a cabeça para trás enquanto a olhava fixamente aos olhos.

— Tire a calcinha. — Mostrando os dentes, lutando com a necessidade de jogá-la na cama e investir em seu interior com força, para enviá-los a ambos gritando à liberação.

— Não. — Ela entrecerrou os olhos, os seios elevando-se, os picos endurecidos de seus mamilos varrendo seu peito com chicotes de fogo.

— Não? — Liberou seu cabelo, enganchando seus dedos nos elásticos do minúsculo encaixe que ela chamava calcinhas e a rasgou com força enquanto a empurrava de costas sobre a cama.

Em menos de um segundo, estava gloriosamente nua, as pernas estendidas. Seu corpo se esticou diante a visão da reluzente e molhada feminina no depilado monte entre suas coxas. Os pequenos lábios, abertos revelando o inchado clitóris, a diminuta entrada de sua intimidade. O pênis se sacudiu enquanto ela tentava fechar as pernas.

Deixou-a lutar. Recordava com claridade a excitação que a dominava enquanto ele fingia deixá-la lutar. Liberou-se chutando, deu a volta e tentou saltar por cima da cama.

Vegeta a empurrou sobre seu estômago, movendo-se entre suas coxas, estendendo-as, uma mão retendo-a na cama, a outra se movendo entre suas coxas.

Seus gemidos estalaram no quarto enquanto os dedos dele acariciavam ao longo da pequena fenda de sua intimidade, rodeando o clitóris e descendendo, separando as sedosas dobras até que puderam afundar dentro do quente esconderijo de seu corpo.

Sedosos músculos se apertaram sobre os dois dedos que se afundavam. Agora Vegeta estava louco de luxúria. Não havia tempo para as preliminares, não havia tempo para prolongar a deliciosa agonia. Seus dedos recolhiam a umidade que caiam espessos em sua intimidade, lubrificando-os para trás, abrindo o pequeno broto de seu traseiro, preparando-o para a invasão de seu dedo.

Colocou seu membro na entrada da intimidade umedecida, atormentando com o dedo a entrada de seu quente traseiro. No segundo seguinte, invadiu ambos com um forte impulso que a fez gritar baixo ele.

Deus. Era tão bom. Quente. Os músculos de sua intimidade apertaram com força mordaz ao redor do grosso eixo de sua ereção. Seu traseiro convulsionava ao redor de seu dedo. Ambos os canais espremiam sua carne enquanto o escroto se estirava tenso e duro contra a base de seu membro. Faltavam muito pouco para sua liberação. Felizmente, também para ela.

Com uma mão se aferrou aos esbeltos quadris, observando a penetração de seu dedo na ultra apertada entrada anal e começou a penetra-la com potentes embates dura e lentamente.

O suor emanava de seu corpo tenso, enquanto lutava contra a necessidade de gozar rápido e duro. Queria verter-se em seu interior. Marcá-la para sempre. Fazê-la gritar de satisfação. Exatamente enquanto estava gritando seu nome, rogando por mais.

De repente ela estremeceu embaixo dele. Convulsionava enquanto empurrava dentro dela duro e forte, saboreando o apertado agarre, o crescente calor. Rodeava-o como um punho, seu agarre desesperado, provocando que cada entrada forçasse a separação dos convulsionados músculos, fazendo-a gritar do cortante prazer enquanto ele gemia pela crescente pressão em seu pênis.

— Deus! Bulma! — Enterrou seu dedo profundamente no interior de seu traseiro, afundando cada centímetro de seu atormentado pênis no interior do vulcão em erupção na sua intimidade e soltava seu controle.

Suas costas se encurvaram, enquanto o calor se arqueava entre suas coxas, subindo por sua coluna vertebral, cravando-se em sua mente e explodindo com a sensação de rápidos relâmpagos atravessando seu corpo.

Pôde sentir seu sêmen saindo precipitadamente da ponta de seu pênis, vibrando dentro da convulsionada intimidade, e sem poder reprimir seu próprio grito. Saiu-lhe da alma. Desesperado. Cheio de seus sonhos, suas necessidades, seus temores.

Até que caiu contra ela sem forças. Ela estava tremendo, igual a ele. Lutando por respirar enquanto a tormenta passava lentamente.

— Agora me diga que demônios está acontecendo? — grunhiu em sua orelha — Nada mais jogos Bulma, ou eu juro, vou te amarrar e torturarei até que te tire a verdade.

Na realidade, ele pensava que não seria uma má idéia. Quer dizer, logo que recuperasse o fôlego.

_ Não esta acontecendo nada Vegeta, e tão pouco estou fazendo joguinhos com você _ disse Bulma olhando pra ele.

_ Realmente? Então por que você estava tão nervosa ontem á noite? Quando entrei no banheiro para te secar você estava com uma cara muito estranha mulher _ Vegeta olhava para Bulma com atenção.

_ Estranha...como assim Vegeta?

_ Como se estivesse escondendo alguma coisa de mim.. _Vegeta deu um sorriso cínico.

_ Eu.... escondendo alguma coisa de v...você? Por que achou uma coisas dessas? _ Bulma achou que naquele momento seu coração sairia pela boca, Kami do céu será que vegeta estava desconfiado de alguma coisa em relação aos seus dois ëus¨ da outra dimensão?

_Eu não disse que você estava escondendo, eu disse que parecia mulher, o que é algo bem diferente, mais possa ser que eu esteja errado, realmente você parecia bem cansada quando entrou aqui ,acho que deve ter sido por este motivo que mesmo que você não veio ao quarto ontem a noite.

_ Claro que sim! E por qual outro motivo seria? _ Bulma olhou para Vegeta tentando não deixar transparecer alguma inquietação no seu olhar.

_ Sim. Qual motivo seria? _ Vegeta tomou os lábios de Bulma em um beijo arrebatador e o quarto mais uma vez foi tomado pelos gemidos da paixão.

Notas finais
Ufa! Que cena Oo
espero que tenham gostado, de coração!
Beijos