Notas iniciais
Tá, eu mereço um tiro. desculpas não vão consertar o meu abandono, e eu acho que nada justifica. Mas acontece que eu li novamente e percebi: GZUISCRENDEUSPAI, a fic tava legal, e eu quero continuar!! E tá aqui :D PS: PRA QUEM NON LEMBRA OQ TAVA ACONTECENDO: Mabel tava contando histórias de terror à fogueira *-* Capítulo chatinho pq sim, ficou meio filler (pra encher linguiça).Maaas, no próximo tem mais coisa boladona :3 ~Lubi

Capítulo 3: Vidro

...

—Um grupo de crianças encontraram uma foto certo dia. TUM TUM TUM ~le medo..

—*Cof cof*, Mabel, esses comentários a parte não são necessários —Wendy interrompeu, mas Mabel não pareceu chateada.

—...Enfins, a foto mostrava dois dedos levantados, como um símbolo de paz e amor ~woooow

—Mabeeeel —repreendeu a ruiva.Ri um pouco, tentando aliviar o estresse.

A clareira em que estávamos era escura por conta de ser meio tarde, e a fogueira contribuía com meu medo.Perfeito viu?!

—Tá tá...Desculpa...

O grupo de crianças ficou interessado na foto e decidiu dividi-la, cada semana, uma delas ficava com a foto.

—AI MEU DEUS, socorro, a foto vai ser dividida entre elas e esganar todo mundo! —Soos gritou, se encolhendo.Ahn...e eu pensei que EU fosse medroso.

Mabel continuou.

—Um garoto chamado Dipper-

*Pausa aqui* AH NÃO, QUAL É MABEL!Por que EU tenho que ser o protagonista da história de terror??? T—-T

—...ficou com a foto antes de todos. Os dias seguiram normais, até que Dipper decidiu dar uma melhor olhada na foto. Olhando de pertinho, era possível sentir a aura estranha e sinistra da foto... Com medo, Dipper foi às ruas para encontrar seus amigos e devolver a foto. Porém..

—MEU SANTO PURÊ DE ALFACE, ELA FALOU “PORÉM” — Soos berrou, comendo todos os marshmellows, sem deixar escapar nem o graveto (me pergunto qual deve ser o gosto de graveto...)

—*Enfim* Porém, Dipper foi atropelado com a foto em mãos.Seu corpo foi destroçado, mas a foto permanecia intacta ao seu lado. Assim que seus amigos souberam, vieram para vê-lo, e ao olhar melhor para a foto, perceberam que agora, a mão da imagem mostrava... três dedos levantados.

E assim acabou a história de Mabel.

***

Basicamente, assim que a história terminou:

Soos morreu (ou quase isso)

Wendy e Robbie não paravam de gargalhar.

Stan conseguia rir mais alto que o casal, que uma buzina ou que a torcida inteira do Corinthians.

E eu...

Sem reação.

Até que não foi nada assustador, e foi divertido ver todos rindo e se divertindo no final.Acabei me juntando a eles, rindo que nem uma Mabel, digo, retardado (deixa ela ler isso que eu apanho). Wendy e todos os outros contaram um conto estranho ou sombrio (menos Soos, que morreu, ressuscitou, se enterrou na terra e morreu de novo.)

Não esperava que minha vez fosse chegar tão rápido.Mas chegou.

—Ahn...Era uma vez...Ahn...duas meninas que foram procurar pelo espírito perdido de-

—Já sei! DA GRETCHEN! —Mabel berrou.

—Mabel, a Gretchen tá viva —comentei, rindo.Ela pareceu magoada, mas riu também.

—Não, foi o espírito de um fantasma~ —Wendy sugeriu.

—Fantasmas tem espíritos? —Robbie perguntou.

—Foi o Espírito Santo! O Rio de Janeiro é bem perto de lá, sabia? —Soos falou, e eu quase tive um ataque.

—Perfeito! E aí no Espírito Santo elas encontraram uma caixa sinistra.. —Stan sugeriu.

—E quando ela abriu a caixa, percebeu que havia... —Mabel começou, pensativa, e todos gritaram em coro:

—UMA FACA

—UM BOLINHO

—UMA GUITARRA

—DINHEIRO!

Ok, no final das contas eles ficaram brigando por o que estava dentro da caixa do Espírito Santo, e eu não contei minha história. Fomos inventando, e isso não me chateou na verdade.

Era bom me sentir assim, já fazia um bom tempo que não sorria tanto. A noite seguiu muito boa, apesar de eu não curtir a presença do namorado da Wendy. Mabel alegrava a todos, Stan ria insanamente (provavelmente pensando em maneiras malignas de acordar a gente para trabalhar no dia seguinte), Soos desmaiava de 5 em 5 minutos, e Wendy brincava e brigava com Robbie constantemente.

Pensava que a noite acabara quando todos se retiraram, mas estava errado.

Minha noite estava só começando.

***

Começou de verdade quando alguém bateu na porta.

Assim como 1+1 = 2, três batidas na porta + assobio = Mabel.

—Hey, Mabel!

—Hey, te acordei, moço? — ela perguntou, sorrindo, já de pijama (de gatinhos, como de hábito)

—Não, fica à vontade, moça

Mabel literalmente ficou à vontade. A morena sentou-se na minha cama, e bateu de leve no colchão para que eu me sentasse junto à ela.

—O que te traz aqui? —perguntei, corado com a visita inesperada dela.

—Queria te agradecer por hoje. Foi uma noite muito legal!

—Você que armou tudo essa bodega, eu que digo obrigado —sorri, e ela caiu na risada. Mabel cutucou minha bochecha.

—Fale “bodega” de novo! É fofinho —ela corou, e eu desviei o olhar.Se ela continuasse a me cutucar, eu ia fazer pior com ela.

—Não me chame de fofinho

—Fo-fi-nhooo —argh, na boa, hora da vingança!

Virei-me para ela de surpresa, e comecei a fazer cosquinhas em sua barriga. Mabel rolou de rir, bagunçando meu lençol.

—Hahaha- pare- hahaha— ela dizia, entre uma risada e outra. Quando parei, ela se recompôs e sorriu.

—Vai ter volta, Pines! — ela berrou, pulando em cima de mim e fazendo cosquinha em meu pescoço. Maldita, como ela acertou meu lugar mais sensível?

Ela ficou por cima de mim, e eu nem me importei muito. Minha cabeça tentava focar nas mãos dela, e quando consegui segurá-las, ela parou imediatamente.

Chibata, agora estava um silêncio mortal, ela por cima de mim, e eu segurando suas mãos. Se alguém nos pegasse assim, pode muito bem pensar outras coisas.

—Ahn... —corei ao extremo, e ela estava mais vermelha que milhões de tomates.

Ela era tão fofa.

Tão delicada.

Sua pele era macia e eu me senti tentado em explorá-la mais. Substitui minhas mãos em seu pulso para seu rosto, e a puxei para perto.

Ela parecia assustada, mas eu não conseguia focar em seu rosto por completo, apenas em sua boca. Nem me lembro da última vez que me senti assim.

Mas quando comecei a sentir a respiração dela, a menina se ergueu e se levantou.

—M-Mabel, d-desculpa — me levantei também.

—Dipper. Não se aproxime de mim.

—Qual é Mabel! Pare com esse papo. Se acha que vai me impedir dessa forma, você tá errada. Pelo menos me explique o porquê!

—Porque somos primos.

—O-OIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII?????? — berrei, chocado. Stan era..o pai dela??

—Não de sangue...Stan me adotou quando eu era muito pequena. Ele não quer que você se aproxime de mim. Garotos não devem fazer isso. Eu sou muito sensível, Dipper.

Eu sou como vidro.E não quero que você me quebre.

Notas finais
Ok, me perdoem MESMO! Sei que mesmo q eu fale q vou continuar, vcs não vao mais acreditar... mas eu to de férias ent TEMPO LIVRE.Unica fic que to escrevendo no momento, ent posso focar em melhora-la. E só melhoro por causa de vocês :3 Comentem sinceramente! PS2: Quem acha que os mistérios das Mabel não serão só esses? o/ Vcs acham q ela simplesmente ia dizer q são primos e ta dan, msitério resolvido?? Bitch please, Mabel é mt mais q isso. Espero que eu surpreenda vcs :3 ~bjus da Lubi!