Um tritão e minha vida
3 HOJE, NÃO E UM BOM DIA
Dean,tava tando uma festa na sua casa de Praia,seus amigos o estranharam pois DEAN tava bebendo,enviando o pe na jaca com se diz um velho ditado popular.
Castiel"Dean o que esta acontecendo,nunca de vir assim"
DEAN"saber que é ik ik ,quando estou aqui curtindo força aquele filho da puta do Chuck, já ta com outro"
Castiel"Dean deve ser mentira"tentado acalma o amigo
DEAN"não e verdade,aquele filho da puta,ligou pessoalmente para mim,para contar.
Jó sem saber do vexame que seu irmão,estava tanto na festa levou Sam para apresentar a ele.e viu com os próprios olhos o estado deplorável,que seu irmão se encontrava.
Jó"Sam ,eu nao entendo Dean nao e de beber"
Dean"oi maninha,tudo bem eu te amo,sabia,voce saber que te amo"
Jó"ta eu sei disso,mas Dean eu vim de apresnta eu acho que seu maior fã"(pois durante o percuso da praia ate a festa sam ficou falando com Jó porque gostava tanto de Dean eu nao escondia a anciedade em conheçe-lo)
Nisso Dean,olha pra o Sam e ver que ele segurava,3 livros de sua autoria,se aproxima dele e derruba,todos os livros no chão e grita que nen um louco"fora,daqui voce nao convidado,e essa festa e somente para amigos"(logico se Dean estivese sobrio que nao era o caso jamais faria isso com alguem),Jó ficar muito sem graça com atitude do irmao,pois foi ela que convidou Sam,mas pior era Sam ele ficou sem chao ao ver que a pessoa pela qual ele lutou tanto para conhecer le tratara tao mal,ele apenas sai correndo,jó ate pensa em corre atras de Sam,mas nesse momento Dean,desmaia devido a bebedeira.
Sam entra no seu barco e começa a chora sem para,logo começa cai uma tempestade( e que quando Sam estava triste o tempo mudava,tipo ele dava feliz tempo bom,triste tempo nublado,chorando tempestade)Sebastiao tentar aconselha o amigo"eu te disse,humanos nao sao legais,mas alguem me escuta,nao"nisso Tomtom que via tudo manda Sebastiao calar a boca,pois Sam estava realmente muito triste.
SAM"foi um erro eu subir aqui,amanha iremos embora"
SEBASTIAO"nao,voce veio aqui estuda os humanos e é isso que iremos fazer,voce deve isso a sua mãe"
sam,parou de chora,logo a chuva passou,mas seu amigo dava certo,prometera sua mãe,fazer uma pesquisa sobre a vida humana,entao e olhou para seus amigos e disse"eu irei esquecer Dean,e amanha mesmo irei começar minha pesquisa,sobre o costume o modo de vida dos humanos"
Sebastiao e totom comemoraram,entao os tres foram dormi pois amanha seria um novo dia.
Sam,despertara bem certo era 6 da manha entao ele decidir caminha um pouco sozinho na praia,o tempo dava nublado pois sam ainda dava triste,entao logo que a praia começa a encher,Sam fora um pano no chao calçadao da praia e comecar a tocar sua concha fralda e a cantar uma linda cançao,logo ele se ver cecardo por uma multidao,quando ele termina seu pequeno xou,ver seu chapeu ja havia bastante dinheiro,entao ele decdi voltar por barco e mostra ao seu amigo que ganhara.
Já era duas horas da tarde quando Dean resolveu acordar, ao se levantar sentira uma baita dor de cabeça, não lembrava de quase nada da noite passada. Ele foi até o banheiro, tomou um longo banho, e foi até a sala, pois havia muito barulho vindo de lá. Abriu a porta e lá estava a sua espera, os seus pais, sua irmã, sua cunhada Ana, Castiel e Ruby, Dean sabia que devido sua bebedeira iria ouvir muitos sermões, ele só não sabia quem iria começar falando, então ele apenas se sentou e disse:
Dean: − Quem começa?
Mas seu pai não gostou nem um pouco daquele jeito de Dean falar.
Bobby: − Você acha que estamos de brincadeira Dean?
Dean: −Desculpe pai, aliás, me desculpem todos, sei que ontem exagerei, mas uma coisa é certa nunca mais farei isso de novo.
Todos viram que o arrependimento de Dean era sincero então resolveram não falar nada dessa vez para o alivio dele. Então eles resolvem ir almoçar no restaurante de Ana e Jô, todos foram para lá. Enquanto isso Sam estava junto de Sebastião contando o dinheiro que ganhara com sua apresentação.
Sam: − Aqui Sebastião 500 reais, nada mal pra o primeiro dia.
Sebastião: − Aqui Sam encontrei o folheto desse restaurante vamos lá, pois ales permitem que os animais entrem com seus donos, e ainda é um restaurante vegetariano, só de pensar em comido feita com caranguejo já me tremo todo.
Sam: − Viu com existi gente bondosa, então vamos agora para lá, pois estou morrendo de fome.
Ao entrar no restaurante a primeira pessoa que encontra é Dean, mas como ainda estava magoado o ignora e senta em uma mesa no canto,mas mesmo com o tratamento de frieza Dean fica olhando para ele fixamente e pergunta á sua irmã:
Dean: − Acho que o conheço, mas acho que ele não vai muito com minha cara.
Jô: − Até ontem ele era seu maior fã.
Dean: − Como assim Jô?
Jô: − Dean eu levei o garoto para te conhece e você o esculachou diante de todas as pessoas da festa até jogou os livros dele fora.
Quando Jô terminara de falar ele começou a se lembrar do incidente, e percebeu que tinha sido o maior dos idiotas. Jô se levanta e vai fala com Sam, afinal havia sido ela que levara Sam até a bendita festa.
Jô: − Sam me desculpe.
Sam: − Desculpar pelo que?
Jô: − Por ontem. Meu irmão não é de fazer aquelas coisas...
Sam: − Eu não tenho que te desculpar por nada, pois você não fez nada de mal para mim, pelo contrário, foi um amor, seu irmão que foi grosso.
Jô: − Você ainda quer o autógrafo dele?
Sam: − Não obrigado.
Então Jô se despede dele e volta para sua mesa, Dean fala para Jô que vai a mesa de Sam para se desculpar com ele.
Dean: − Posso me sentar?
Sam: − Não!
Mesmo assim Dean se senta á mesa, pois precisava esclarece aquele mal entendido, mas sam estava firme na decisão de esquecer aquela paixão platônica por Dean, por isso ele continua firme em sua resposta:
Sam: − Acho que disse não.
Dean: − Por favor, me escuta, depois vou embora.
Sam: − Ok você tem 5 minuto.
Então Dean conta tudo o que realmente aconteceu naquele dia depois de saber que seu ex namorado tinha arrumado outro, ele ficou magoado, pois ainda o amava. Sam escutou tudo com um aperto no coração, pois o seu amado Dean já tinha o coração ocupado pó outra pessoa, ele viu que Jô falara a verdade sobre seu irmão então decide perdoá-lo.
Sam: − Tudo bem, acho que só te peguei num mau dia.
Dean: − então você ainda quer os autógrafos?
Sam: − você jogou os meus livrou fora, esqueceu?
Dean: − Não seja por isso.
Nisso Dean se levanta e corre até o carro e volta com os três livros dele e senta de novo a mesa se Sam.
Dean: − A quem faço a dedicação?
Sam: − Ah! Meu nome é Samuel
Dean: − Sam, só isso? Você não tem sobrenome?
Sam: − Samuel სიყვარულით.
Dean: − O que é isso? Um sobrenome? Aliás, que idioma é esse? Quer saber vou escrever somente Samuel. Então ele autografou os livros e entregou a Sam.
Dean: − Como prova que você me desculpou vai me deixar pagar pelo sei almoço.
Sam: − O pessoal daqui é mesmo muito gentil.
Dean: − Como assim?
Sam: − Você deve ser o décimo que pergunta se pode pagar algo para mim, mesmo sem eu pedir.
Dean: − Você realmente não sabe por quê?
Sam: − Não tenho a menor ideia, mas deve ser porque sou magro demais e eles acham que estou passando fome, mas eu não passo fome me alimento muito bem, por isso disse não a todos os convide para assim eles oferecerem para quem realmente passa fome.
Dean se pergunta mentalmente com no mundo de hoje pode existir alguém tão inocente como Sam.
Dean: − Sam tenho que te dizer que esses caras não estão nem aí para a fome dos outros, eles estavam dando em cima de você.
Sam: − Não! Todas as vezes que eles fizeram o convite não estavam em cima de mim, mas do meu lado.
Dean: − Ok Sam, é melhor eu deixar pra lá, amanhã estarei fazendo a leitura dos meus livros aqui porque você não aparece!?!
Sam: − Mas Dean eu sei ler.
Dean: − Bom para você, mas mesmo assim venha.
Então Dean se levantou da mesa e deixou Sam comendo e ficou pensativo e ao mesmo tempo preocupado com a inocência de Sam, ele teria que ensina algumas coisa para aquele garoto.
Ao terminar de almoçar Sam decidi caminhar, mas assim que sai do restaurante um cara, dentro uma Ferrari, aparentando ter uns 55 anos começa a falar com ele “Gatinho vai aonde?” “Gatinho, não quer carona”, Sam não respondeu, pois pensara que não era com ele, mas ao ver que não tinha, mas ninguém alem dele, decidi falar como senhor que estava dirigindo, Dean apenas o observava de longe.
Sam: − Está falando comigo?
Zacarias (homem que estava no carro): − Claro que sim, não to vendo outro gatinho aqui. Delícia!
Sam: − Eu não sou gatinho, eu sou um ser humano.
Zacarias: − Não tem espelho em casa delícia? Quer uma carona? Te levo para casa.
Sam: − Mas você nem sabe onde eu moro.
Zacarias: − Então pretendo descobrir minha delícia.
Ao ver que Sam, estava preste a aceitar carona de um estranho Dean entra em ação, vai à direção á Sam, vira para velho que dirigia o carro e fala:
Dean: − Ele está comigo. Cai fora!
Sam pergunta para seu, mas novo amigo porque fora tão rude com aquele senhor.
Dean: − Sua mãe nunca falou que não se deve aceitar carona de estranhos, nessa hora até Sebastião teve que concordar com Dean.
Dean: − Não me faça mais isso! Vem que eu te levo para casa.
Dean fez questão de acompanhar Sam até seu barco. Gabriel que vira aquela cena de longe não gostou de nada e tudo piorou quando sua amiga Jéssica diz em tom de brincadeira
Jéssica: − Gabriel perdeu o gatão para o chefinho.
Já que eles trabalhavam no porto que pertencia a família de Dean. Gabriel vai embora puto da vida.
Sam convida Dean para conhecer seu barco, ao entrar Dean pede a Sam um pouco de água e Sam aponta para a geladeira, então Dean abre-a e só vê garrafas de água lá dentro e logo pergunta:
Dean: − Você não come não?
Sam: − Geralmente almoço em restaurante.
Dean: − preguiçoso, agora preciso de um copo.
Sam aponta para o armário, antes de abrir Dean brinca − Sou visita sabia! Mas quando ele abre a porta do armário vê um monte de latas de sardinha e pergunta:
Dean: − Por acaso tem algum gato por aqui?
Sam: − Não. Eu não gosto de gatos, eles não tomam banho, comem o próprio vomito e ainda lambem as suas partes intimas. São nojentos.
Dean: − Ta aí um bom motivo para não gostar de gato, então pra que tanta sardinha? Desculpe-me a curiosidade.
Sam: − São para mim, adoro sardinha. Você não gosta?
Dean: − Sim, mas não tanto como você. Já ouviu falar do restaurante Fruto do Mar? Que ir comigo amanha lá? Dizem que lá servem a melhor sardinha, topa ou não topa?
Sam: − Eu topo.
Fale com o autor