Um romance fora do comum
4 Algo errado...
Notas iniciais
–Tudo Bem? Diz ele
– Tudo. Digo dando um beijo em sua bochecha.
–Então vamos entrar?
– Vamos. Nós entramos e ele puxa a cadeira para eu poder me sentar, não demora muito e a garçonete nos atende.
– Oque vão querer?
– Um café forte e um pão com manteiga. Diz ele. –E voce? Oque vai pedir
– Hám, vou querer só um café expresso mesmo. Digo e a garçonete anota nossos pedidos e sai, fica somente eu e Lucas conversando, á conversa estava muito boa. A garçonete traz nossos pedidos e eu e Lucas começamos a conversar e conversar, até ele disser.
– Você tem namorado? Olho para o relógio e digo.
– Já está tarde tenho que ir embora. Saiu deixando o dinheiro de meu café no balcão e digo que pode ficar com o troco, quando Lucas novamente diz.
–Espera você não me respondeu.
– Eu não quero falar sobre esse assunto Lucas.
– Por quê? É só uma pergunta. Saiu andando mais rápido quando o moço da loja para Lucas para cobrar o café e o pão que Lucas ainda não tinha pagado. Lucas paga e sai correndo atrás de mim. Entro no carro e logo vejo ele na janela.
– Sai daqui Lucas.
– Oque foi Helena? Oque eu fiz de mal?
– Lucas sai da janela do meu carro agora. Em seguida ele entra em meu carro e diz.
– Eu não vou sair até você me disser oque está acontecendo.
– Nada Lucas você não vai intender, AGORA SAI DO MEU CARRO.
– Não. Eu não vou sair daqui até você me disser oque ouve.
– Ok então. Ligo meu carro e começo a dirigir, e nós dois, dentro do MEU carro seguimos viajem. Quando chego á Faculdade digo á ele.
– Eu vou ter que estudar agora, tenho que entrar.
– Eu não vou sair, até você me falar oque eu fiz de errado.
– Eu não vou te falar Lucas.
– Então eu não saiu. Diz ele cruzando os braços.
– E você acha que eu vou deixar você sozinho aqui dentro?
– Eu posso até sair, mas mais tarde eu te vejo de novo. Pode ser?
– Aonde?
– Aqui mesmo, que horas você sai?
–13h00. Mas ás 14:00 eu trabalho.
–Ok, venho te buscar. Ele tenta me beijar, mas automaticamente dou um tapa em seu rosto. E então ele diz.
– Não precisava de tudo isso, eu só ia me despedir.
– Se despedir me beijando?
– Um beijo na bochecha, não é crime.
– Há, ok. Nos despedimos e entro na escola.
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