P.O.V. Tatia.

Depois de irmos ás compras e ao tal salão voltamos á mansão e quando entrei tudo o que eu carregava caiu no chão.

—Meu Deus! Como somos tão iguais?

—Somos cópias querida. É como se passassem a Amara na máquina de xerox.

—Máquina de xerox?

—Somos cópias dela. Versões humanas da nossa ancestral imortal, nascidas em uma linhagem de viajantes. Sacou?

—Você parece um morto.

—Eu to meio morta. Sou filha de vampiro.

—Sei. Isso é tão estranho.

—Você se acostuma. Tem que acostumar não tem jeito.

—Então, você voltou a ser humana Elena.

—Não vai funcionar Klaus, como ela bebeu a cura a cura corre por suas veias. Se tentar fazer híbridos com o sangue dela, a parte vampira vai morrer.

—Vai morrer?

—Vai. Se é só isso nós vamos para casa.

—Obrigado.

—Eu não fiz por vocês. E Tatia? Seja inteligente e fuja enquanto ainda respira.

—Eu pretendia. Eu não gosto desse lugar e nem deles dois, eles me deixam nervosa.

—Nervosa?

—Apavorada. Eu não consigo dormir aqui nessa casa infernal.

—Então vem com a gente.

—Eu posso?

—Claro. Vamos.

—Obrigado. Eu sinto muito, mas quando eu olho pra você Elijah, eu só vejo um monstro.

P.O.V. Elijah.

Ela foi embora com as outras e levou as sacolas.

—Vagabunda!

—Porque ela vê um monstro quando olha para mim? Eu não posso compreender isso! Desde de o primeiro momento em que me viu ficou apavorada, sacou uma faca e apontou para mim.

Segui o carro até uma outra mansão e pude ouvi-la contar para uma das duplicatas.

—Porque você teme o Elijah?

—Porque no meu último dia de vida, foi na manhã seguinte á lua cheia. Elijah estava desaparecido e eu como uma tola apaixonada e preocupada segui a trilha de corpos sem vida que o demônio havia deixado e eu os encontrei no mato. O sangue pingava da boca de Niklaus, ele estava nu e completamente coberto de sangue, Elijah estava lá quando eu percebi que eles eram os demônios que assolavam nosso vilarejo matando nosso povo eu tentei fugir, mas eu pisei num galho e ele me ouviu, veio atrás de mim. Eu ainda me lembro de cada palavra que trocamos.

Ouvi ela pronunciar o diálogo:

—Tatia por favor... (Disse ele)

—Sua mãe pediu meu sangue, mas ela não disse nada sob o feitiço que o transformaria num monstro.

—Tatia, ainda sou eu(Disse ele).

—Ele tentou se aproximar de mim e na minha tentativa de afastá-lo, eu o esbofeteei. E eu vi o rosto dele se transformar num demônio, os dentes se tornaram presas e ele disse:

—Corre.

—Eu corri, mas ele era mais rápido do que eu. De repente senti seus dentes no meu pescoço, eu tentava afastá-lo, mas ele era forte demais, era como bater num muro de pedra. Minha vida toda passou diante de meus olhos e eu só conseguia pensar no meu filho, no que aquele demônio que uma vez foi o homem que eu amava, que eu pensava que seria meu esposo faria com o meu filho. Quando percebi que ia morrer, rezei para que os Deuses protegessem o meu filho.

Ela chorava em pânico.

—Vai ficar tudo bem. Vai ficar tudo bem.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.