Um pouco sobre a minha história

12 Capitulo 12 – Do Japão veio alguém muito especial para mim


Notas iniciais
A família está quase completa.

Em julho de 2009 eu acho que eu me apaixonei pela primeira vez de verdade, minha tia, irmã da minha mãe, veio do Japão, junto com ela o marido dela, e seus 2 filhos e 1 filha. Eu me lembro do meu primo, o mais velho, ele é 2 anos mais velho que eu, eu sempre brincava com ele quando criança, até que ele também foi para o Japão a alguns anos atrás.

Quando eu fiquei sabendo que eles iriam vir do Japão para vir morar na casa onde estávamos morando, eu fiquei superanimada, já pensando nas coisas que eu ia conversar com o meu primo.

Quando eles chegaram e eu vi todos, inclusive 2 primos novos que eu não conhecia, e o meu primo, a primeira coisa que eu fiz foi perguntar para a minha mãe onde o meu primo iria estudar, e ela me disse que na mesma escola que eu, aí eu fiquei feliz “Tenho o meu primo agora comigo, não terei mais medo dos valentões que ficam na escola”.

Eu pensava assim por que desde criança meu primo sempre me defendeu, vai ver é por ele ser muito bonzinho comigo que eu acabei deixando sentimentos não apropriados para primos terem crescer em meus pensamentos e coração.

Pois bem, ele entrou na escola e me acompanhou no primeiro dia de aula, ele estava uma série acima de mim, ele “perdeu” também 1 ano de escola.

Eu me lembro que fiquei muito preocupada com ele, por não conhecer ninguém e ele ser bem fechado. Mas tudo deu certo.

A cada dia que se passava eu gostava mais e mais do meu próprio primo, como pode isso? Como podem deixar isso acontecer? Por que tenho que escolher o mais difícil? Como que eu fui ser tão sem noção naquela época? Não me entendo até hoje.

Um dia eu acordei com uma péssima notícia, o meu primo iria se mudar juntamente com a sua família inteira, para o Paraná, em uma cidade chamada Ponta Grossa. Pronto, já era a minha paixão. Meu coração ficou partido, que escolhas horríveis o meu coração faz para se apaixonar.

E chegou o dia que eles iam se mudar, falei tchau para eles, me despedi mais triste do meu primo, quando o carro saiu em direção ao destino da família da minha tia, eu me tranquei no meu quarto e chorei, chorei tanto que eu precisei faltar à aula porque meus olhos estavam muito vermelhos.

E ficou nisso, amor não correspondido e que nunca iria ser correspondido. E que agora mora longe, muito longe.

“Droga de destino”, eu lamentava todo dia, até isso cair no esquecimento.

Notas finais
Comentem! ;)