Um olhar da janela.

1 Capítulo 01- Os novos vizinhos


Notas iniciais
Espero que gostem

Ponto de vista de Bella:

Eu estava ajeitando algumas coisas em meu quarto, e olhei rapidamente pela janela em direção a casa vazia ao lado da minha. Era uma casa que sempre parecia abandonada, com janelas fechadas e uma grama alta demais. Mas, naquele momento, algo chamou minha atenção. Uma movimentação estranha, como se alguém estivesse entrando na casa.

Meu coração começou a bater um pouco mais rápido. Quem poderia ser? A casa estava vazia há meses.

Me aproximei da janela para ver melhor. Foi então que o vi. Um garoto com cabelos castanhos e olhos que pareciam brilhar no escuro. Ele estava carregando caixas e sacolas, e seu sorriso era... diferente. Era como se ele estivesse sorrindo apenas para si mesmo.

Fiquei parada ali, observando-o, sem saber por que estava tão fascinada. Ele parecia tão... tranquilo. Tão seguro de si.

De repente, ele olhou para cima e nossos olhares se encontraram. Eu me senti como se tivesse sido pega em flagrante, mas ele apenas sorriu e acenou com a mão.

Eu me afastei da janela, sentindo meu rosto corar, me coração acelerar. Quem era aquele garoto? E por que eu estava reagindo daquela maneira?

Sentei em minha cama, mas não consegui tirar os olhos da janela. Queria saber mais sobre ele.

E então, ouvi o som da porta da frente se abrindo. Minha mãe Renne estava em casa.

“Bella, você está aí?”, chamou ela.

“Estou”, respondi, ainda olhando pela janela.

“Você sabe que a casa ao lado foi alugada?”, perguntou ela, entrando no meu quarto.

“Sim, eu vi”, disse eu, tentando parecer indiferente.

“Para uma amiga minha, seu nome é Esme, ela e sua família vieram para cá, pois seu marido será o novo chefe de cardiologia do hospital da cidade. Eles tem um filho. Edward. Ele vai estudar na sua escola.”

Meu coração começou a bater mais rápido novamente.

“É?”, disse eu, tentando soar casual.

“Sim. Vou fazer um jantar de boas vindas para ele e sua família amanhã à noite. Você vai se juntar a nós?”

Aquilo me pegou desprevenida, eu não sabia o que dizer. Não sabia se estava pronta para conhecer o garoto que estava me fazendo sentir coisas que eu não entendia.

Mas algo dentro de mim sabia que eu não podia perder aquela oportunidade.

“Sim”, disse eu, finalmente. “Vou estar lá.”

Minha mãe saiu e eu fitei a janela novamente, liguei para minha melhor amiga, Alice Brandon. Éramos amigas inseparáveis desde a pré-escola, ela era uma baixinha de cabelo espetado e personalidade carismática, seu jeito meio maluquinha as vezes nos metia em confusões, mas sempre podíamos contar uma com a outra.

“Oi, Bel!” respondeu Alice já no segundo toque. “O que está rolando?”

“Você não vai acreditar”, disse eu, sentando-me na cama. “A casa ao lado foi alugada.”

“É? E daí?” perguntou Alice, curiosa.

“É que o garoto que se mudou para lá é... incrível”, disse eu, sentindo meu rosto corar.

“Incrível?”, repetiu Alice. “O que isso significa?”

“Não sei”, disse eu, rindo. “Ele é apenas... diferente. E minha mãe vai fazer um jantar para ele e sua família amanhã à noite.”

“Ah, que legal!”, disse Alice. “Vou ter que ir também!”

“Não sei se isso é uma boa ideia”, disse eu, hesitante.

“Por quê?”, perguntou Alice.

“Não sei, é que eu ainda não conheço ele direito”, disse eu.

“Há!”, disse Alice. “Isso é exatamente o motivo pelo qual eu preciso ir! Vou estar aí amanhã à noite, com ou sem convite.”

Eu ri, sabendo que Alice não perderia a oportunidade de especular.

“Vou te ver amanhã”, disse eu.

“Com certeza”, respondeu Alice, antes de desligar.

Eu sorri, sentindo-me mais animada com a perspectiva de ter Alice ao meu lado na noite seguinte.

No dia seguinte, eu estava sentindo que o tempo não passava. Estava ansiosa pelo jantar com os Cullens e não eram nem 10 horas da manhã ainda. Resolvi dar uma volta para espairecer. Coloquei meus fones de ouvido e comecei a caminhar pelo bairro.

Mal virei a esquina e fui atropelada por um cachorro gigante, que lambia meu rosto e abanava o rabo com simpatia. Eu caí sentada no gramado, rindo, e acariciei o cão.

“Você é um monstro!”, disse eu, rindo.

De repente, uma voz suave e familiar chamou:

“Desculpe! Max, volta aqui!”

Eu olhei para cima e vi Edward, o garoto da casa ao lado, se aproximando de mim com um sorriso.

“Desculpe pelo susto”, disse ele, ajudando-me a levantar. “Eu sou Edward Cullen a propósito. Este é Max, meu cão.”

“Eu sou Bella Swan”, disse eu, ainda rindo.

“Max escapou do banho”, explicou Edward, enquanto Max continuava a abanar o rabo. “Ele adora fazer isso.”

Eu ri novamente, sentindo-me mais à vontade com Edward.

“Não se preocupe”, disse eu. “Eu gosto de cães.”

Edward sorriu novamente, e eu senti meu coração bater mais rápido.

“Bom, obrigado por entender”, disse ele. “Eu preciso levar Max de volta para casa. Mas foi bom conhecer você, Bella.”

“Foi bom conhecer você também, Edward”, disse eu, sentindo-me um pouco tímida.

Edward se despediu e levou Max embora, enquanto eu continuei meu caminho, sentindo-me mais animada para o jantar daquela noite.

Notas finais
Olá povo, sou a Mara Mayni e cá estou eu com uma nova maluquice. ME AVISEM SE GOSTAM ok Bjks máh