Um novo começo
1 Cronos - Oque aconteceu?
Notas iniciais
Sempre fazia alguns RPG com meus amigos e eu sempre escolhia Cronos, e este ultimo RPG fiz com que Cronos pudesse faz a escolha certa desta vez... Então pensei "Por que não criar uma fanfic onde Cronos pudesse ter uma nova chance? Um novo começo?
Comentem ai se gostaram da ideia e se preciso melhorar em algo.
Agradeço desde já.
Em um dia ou noite qualquer... Abro os olhos olhando ao redor não entendendo oque estava havendo não havia memorias em sua cabeça, lembranças ou qualquer outro tipo de recordação de seu passado ou presente.
— O-onde estou? – Pergunto esfregando os olhos me sentindo tonto. – Oque esta havendo?
Eu observava ao redor muitas pessoas me rodeando, mas, eu não conseguia me mover.
— Cronos? – Falou um garoto de cabelos Loiros. – Não se faça de idiota, você perdeu a guerra para nós!
— Cronos? Guerra? – Falo confuso começando a sentir medo. – Vocês são loucos! Soltem-me!
Todos olham para mim como se estivessem vendo um fantasma ou algo parecido, eu estava desesperado querendo saber oque estava havendo e a única coisa que passou em minha mente foi meu pai Urano, queria que ele estivesse do meu lado me explicando oque estava acontecendo eu rezava a ele em silêncio... Uma reza apavorada querendo saber oque estava havendo, aparentemente, minha reza foi ouvida mais oque vi no rosto de meu pai não foi algo bom, ele olhava-me com um olhar de ódio e raiva e foi isso que me deixou assustado a ponto de cair lagrimas dos meus olhos.
— Cronos! – Praticamente meu pai urrou. – Se eu...
De repente o vi confuso com meu rosto aparentemente eu estava chorando, parecia que ele se distraia em seus pensamentos.
— Oque esta havendo? – Perguntei chorando assustado. – Oque houve? Oque eu... – Não consegui continuar falando por causa das lagrimas.
Meu pai chegou perto de mim fazendo os outros se afastarem, eu estava com medo do que poderia acontecer, eu estava apavorado eu só queria que meu pai me abraçasse e falasse que ficaria tudo bem.
— Meu filho. – Falou ele fazendo uma pausa soltando-me e logo depois me abraçando. – Qual a ultima coisa que se lembra?
Essa pergunta de meu pai atingiu-me em cheio, qual a ultima coisa que eu me recordava?
— Me lembro do Senhor papai. – Agora que eu prestava atenção em minha própria voz e em minha aparência, eu aparentava ter uns 6 ou 7 anos no máximo e minha voz era infantil de uma criança inocente. – Quando o Senhor falou que existem duas partes do nosso mundo.
Vi ele erguendo-me em seu colo e olhando-me no fundo dos meus olhos buscando sinceridade e verdade em minhas palavras, eu ainda estava assustado não sabendo oque estava acontecendo aquele lugar estava aos pedaços pequenos chalés destruídos, uma Floresta em chamas, Armas por todos os lados e algumas pessoas mortas.
— Eu estou com medo papai. – Falei o abraçando e escondendo meu rosto em seu peito. – Por que tem tanta gente olhando pra mim? Por que essa destruição? Por que tem pessoas e outras coisas mortas? – Eu fazia milhares de perguntas procurando alguma resposta, mas, via todos sem coragem de acreditar em minhas palavras ou contar-me a verdade.
— Muita coisa meu filho. – Falou meu pai. – Sua mãe, ela fez isso. – Ele fez uma pausa que fez uma lagrima rolar em seu rosto. – E ela havia tirado você de mim meu pequeno, até eu conseguir te encontrar no meio dessa confusão.
Eu ainda estava confuso, olhava ao redor e o rosto das pessoas tentando entender oque estava havendo, mas, não conseguia.
— Papai. – Falei me sentindo tonto. – Não me sinto bem.
— Cronos. – Foi só oque consegui ouvir de meu pai.
Eu havia desmaiado e eu via a cena daquele local pegando fogo e das pessoas mortas, era só aquilo que eu via aquelas cenas me davam medo. Aparentemente acordei e eu estava suando frio e aparentemente minhas calças não estavam mais secas, eu olhei ao redor tentando ver onde eu estava e só vi um garoto. O garoto tinha cabelos castanhos escuros, Olhos azuis mar, Pele clara, usava uma camiseta laranja com a frase “Acampamento Meio-Sangue” escrita, uma calça jeans azul escura e um simples Tênis Laranja.
— Oi xixi nas calças? – Falou o garoto olhando-me, oque me fez ficar envergonhado. – Acordou em fim.
— Não tem graça. – Falei com as bochechas vermelhas de vergonha. – Escapou.
— Nossa, estou notando. – Repetiu o garoto.
— Qual seu nome? – Perguntei olhando o mesmo.
— Meu nome é Percy Jackson. – Falou o garoto. – Vista esta roupa, esta seca e é confortável. – O garoto me entregou uma camiseta verde escuro com o numero “XI” nela, uma calça de moletom Preta, com uma cueca limpa.
Ele saiu do quarto me dando privacidade para que eu me trocasse após uns 2 minutos abri a porta vendo um garoto diferente desta vez. O garoto tinha cabelos loiros, olhos azuis escuros, uma cicatriz no lábio, usava uma camiseta roxa simples, calças jeans pretas e sapatos All Star preto.
— Cadê meu papai? – Perguntei olhando o garoto com o rosto triste. – Quem é você?
— Seu “papai” foi resolver uns assuntos no Olimpo. – Mas ele logo fez uma pausa me vendo confuso. – Seu pai pediu que vi... – Ele fez uma pausa corrigindo-se. – Cuidássemos de você, meu nome é Jason Grace.
Olhei ao redor e vi que estava no castelo de meu pai, olhei para o garoto e quando ele falou comigo foi gentil e não como Percy que foi grosso e mal educado.
— Se fizer xixi nas calças de novo. – Falou Percy me olhando com raiva. – Vou falar para seu pai lhe por fraldas. – Falou rudemente.
— Percy, pega leve. – Falou Jason colocando a mão em seu ombro para acalma-lo.
Fale com o autor