Um novo começo

5 Capítulo 5- Limpando o salão de festa


Notas iniciais
É isso aí povo, bora lê...

#Narradora#

Era mais um dia comum em Paris, Marinette acordava para ir para a escola quando escuta um estrondo, imediatamente diz " Tikki, transformar", não muito longe dali um certo modelo também diz algumas palavras " Plagg, mostrar as garras", pelo que parece seria mais um dia agitado em Paris.

Uma mulher que controlava o vento se encontrava perto da Torre Eiffel.

—Me parece que Hawk Moth anda se divertindo com os quatro elementos.- diz Cath fazendo gracinha.

—Não é hora de piadas, temos que para-lá.- Diz Ladybug.

Eles correm em direção a ela quando a mesma lança uma rajada de vento fazendo com que eles fossem arrastados.

—Não iremos conseguir nos aproximar assim My Lady.- diz o gatinho.

—Talismã.-grita fazendo com que caísse uma corda.-Cath, agora.

—Já entendi, Cataclismo.-diz Cath em seguida tocando no local onde a mulher ventania estava, fazendo com que ela caísse e no mesmo instante sua Lady amarrou a mulher e tirou seu anel, onde estava contido o Akuma.

—Chega de maldade akuma, hora de aniquilar a maldade.- diz Ladybug.- Tchau tchau borboletinha, Miraculous Ladybug.- e tudo voltou ao normal.

—Zero.- gritaram em uníssono enquanto faziam seu toque.

—Acho que está na nossa hora My Lady.- diz Cath apontando para os brincos de Ladybug e seu anel.

—Até mais gatinho.- diz Ladybug fazendo carinho entre suas orelhas de gatinho.

Marinette chega correndo no portão da escola e da de cara com um Adrian também cansado e arfando.

—Qual é, decidiu me imitar agora?-diz Mari.

—Não começa garota, tive um dia cheio já.- diz Adrian.

—Seu chofer te esqueceu e teve que vir andando, coitadinho.- diz Mari zombando.

Ele revira os olhos e vai em direção a sala com ela logo atrás. Quando entram na sala todos olham para eles com um olhar malicioso e a professora diz:

—Os dois, detenção após a aula.

Eles se dirigem a seus respectivos lugares.

—Pow cara, tinha que se atrasar justo na aula da Sra. Schultz.- diz Nino.

Alya olha para Mari com um olhar questionador.

—Nem pergunte.- diz ela deitando sobre os braços.

O restando da aula passou normal, sem nada de interessante, tocou o sinal para irem embora e a professora os lembrou:

—Não esqueçam, o baile será amanhã.

Todos saíram menos Marinette e Adrian.

—Bom, o que fazer com vocês dois.- Sra Schultz disse pensativa.- O salão de festa está precisando ser limpo, vou precisar sair, mas volto daqui umas duas horas, espero que esteja brilhando quando voltar.- ela diz.- O material de limpeza está no depósito.- diz feliz e se retira.

—Ótimo, porque passar duas horas com você já não é castigo suficiente.- resmunga Marinette.

—Digo o mesmo.- retribui Adrian.

Os dois vão até o depósito e pegam borracha, esfregão, vassouras, baldes, entre outros itens de limpeza e se dirigem até o salão, onde passariam as próximas duas horas.

Ligaram a borracha na torneira mais próxima e arrastaram para dentro do salão, por sorte a mangueira era comprida o suficiente. Adrian sem querer fez com que a água da mangueira molhasse Marinette.

—Ei! Não está me vendo aqui não.- diz cruzando os braços.

—Não foi de propósito.- ele diz.

—Você vai vê só.- ela diz com um balde na mão jogando a água toda em cima dele e começa a rir, ele pega a borracha e joga água nela.

— Hahaha, para Adrian, vou me afogar, hahaha.- diz ela rindo.

Ele ri tbm, ela pega a borracha da mão dele, corre um pouco e começa a jogar água no outro, ele corre em direção a ela e a pega no colo, ambos não paravam de rir.

—Me põe no chão- ela gritava e ria ao mesmo tempo.

Os dois caem no chão e começam a rir.

—O que está acontecendo aqui?- Sra Schultz grita.- Esqueci minha carteira, quando chego aqui vejo que estão brincando ao invés de limpar, parem já e limpem, se quando eu voltar isso não estiver brilhando, garanto que vão ficar de detenção por um mês.- ela diz e sai andando.

Os dois olham um para a cara do outro e começam a rir.

—Vamos Adrian, não vai querer ficar durante um mês em detenção comigo neh.- ela diz.

—Não seria má ideia.- ele diz sem pensar, e ela o encara.- Quero dizer, foi divertido.- ele diz coçando a nuca.

—É, você não é tão ruim como pensei.- ela diz lhe dando um soquinho no braço.

Ele ri e ela diz:

—Ei, desculpa por ter te julgado, não foi certo, eu nem te conhecia.

—Tudo bem- ele diz compreensivo.- eu me julgaria também, alguém que estudou a vida toda em casa, vem pra escola de limusine, vive saindo nas capas de revistas, mas sabe, eu não queria nada disso, é meu pai quem quer, e tudo sempre tem que ser do jeito dele.- ele diz meio triste.

—Sinto muito- ela diz colocando a mão no ombro do garoto.

—Tudo bem, agora vamos limpar neh.- ele diz.

Os dois limpam, mas ao mesmo tempo se divertem, conversam e brincam, foi um início de tarde agradável para ambos, não pensavam que o outro podia ser tão divertido, viram que podia ser o começo de uma grande amizade, ou mais que isso.

_Não imaginei que fossem conseguir.- diz a professora desapontada.

Os dois se olham e sorriem.

—Tudo bem, podem ir, mas sem atrasos agora.- ela diz e ambos assente com a cabeça.

—Bom, já vou, até mais Adrian.- diz Mari.

—Mari, não quer ir tomar um sorvete? Eu pago.- ele diz.

—Ta, mas tenho que voltar antes das cinco, meus pai vão sair.- ela diz.

—Tudo bem.

Os dois foram na sorveteria mais próxima e compraram os sorvetes, deram uma volta pela praça, todos olhavam pois os dois estavam encharcados, eles achavam graça sempre que alguém se distraía com eles. Adrian acompanhou Mari até sua casa.

—Obrigada.- ela diz- até mais.- acena e entra.

—Tchau Mari.- ele diz mais pra si do que pra ela.

Notas finais
Gostaria de agradecer Laninha011 por ter favoritado essa história, obrigadaaaaa, um beijão pra você...