Um mundo - INTERATIVA
10 Um pouco de Malicia não faz mal a ninguém part2
Notas iniciais
Pov Gerard Way
A capitã se sentou na cadeira a minha frente entrando no jogo, sorri para ela, mas ela não me devolveu o sorriso.
–Maça?- eu disse estendendo uma maça vermelha para ela, ela deu de ombros e pegou, deu um mordida sem tirar os olhos de mim, seus cabelos platina estavam penteados te forma que ficassem um pouco mais arrumados, usava um vestido (que eu suspeitava que estivesse escondido bem lá no fundo de seu guarda-roupa por um bom tempo),os olhos delineados, e seus lábios pareciam mais vermelhos do que o normal- Para quem você esta se arrumando, posso saber?
–A minha vida pessoal não é de seu interesse- disse Carrie com a voz cortante como gelo.
–Vejo que você não aprendeu nada nesses últimos anos Carriezinha- eu com um sorriso maroto no rosto.-Continua a mesma cabeça dura e mal educada garota que eu conheci, há cinco anos atrás- Carrie deu de ombros, ela se lembrava tão bem como eu como era a vida antes da rebelião, e se lembrava da sua mania de quando tomava um decisão nunca a mudava.
–Bons tempos aqueles- ela disse com o mesmo tem frio, já seus olhos pareciam não me cortar como antes e seus lábios revelavam um vestígio de sorriso.
–Só se for para você, afinal você princesinha cresceu com muito dinheiro, mas para a pessoa aqui- eu disse apontado para mim mesmo com o arquivo que eu segurava e em seguida o colocando na mesa- que teve de começar a trabalhar muito cedo as coisas são bem diferentes.- Ela bufou quando a chamei de “princesinha”, mas era assim que eu a chamava quando a conheci e assim eu continuaria a chama-la.
–Quer parar de me chamar assim?
–Porque não? Não acha o um nome apropriado?- perguntei me levantando da cadeira e contornando a mesa.
–Não- ela disse se levantando-, não acho que seja apropriado.- Ela foi para janela que tinha uma vista para a rua não muito movimentada, enquanto ela ia até a janela eu contemplava o corpo seu corpo, não era cheio de curvas, mas também não era livre de atributos. Seu vestido preto ia até a metade da coxa, era um pouco apertado na parte de cima, mas após a metade to tórax começava a soltar-se. — Princesas são fracas e tem pessoas para lutar por elas, eu não.
–Não?- eu disse me aproximando um pouco dela, só o suficientemente para eu poder falar um pouco mais baixo.- Então deixar tudo na mão de Colin não é fraqueza ou mandar aquela garota para a casa do sobrinho do príncipe não é pedir a outra pessoa a fazer o jogo sujo.
–O que você queria? Que eu fosse lá?- ela disse se virando para mim.-Você sabe que a minha foto esta estampada na metade dos jornais, como eu poderia ir na casa dele sem ser reconhecida?- eu me aproximei um pouco dela, ela por sua vez se comprimiu contra a vidraça, sorri malicioso para ela, e acariciei sua bochecha com uma das mãos.
–Você poderia ter me enviado.
–O que adiantaria? Seria colocar uma pessoa em risco de qualquer jeito- meu sorriso só abriu,a minha outra mão pousou em sua cintura.
–Existe uma diferença.
–E qual é?- ela disse incerta.
–Por que eu faço tudo o que a princesa manda.
Eu peguei a mão dela e plantei um beijo nesta, sorri vitorioso enquanto ela parecia furiosa e fui embora. Aquela conversa com certeza fora divertida, mas não do jeito que eu pensava que seria. Talvez eu devesse tomar mais cuidado com qualquer aproximação com a princesa porque senão logo, logo eu perderia o controle e me entregaria às vontades que sentia.
Pov Anastácia Cole
Me sentei em um banco qualquer de um pequeno parque, algumas crianças brincavam, seus sorriso me animavam um pouco. Eu me sentia um pouco irreal, aquele beijo tinha tomado conta de todo o meu corpo, tinha me tirado de orbita, como ele poderá? Acho que ele sabia do poder que exercia sobre mim, por que ele seria louco de não perceber, e mesmo assim me beijara. Aquilo me deixava louca, por que eu até podia pensar que ele gostava de mim, mas o jeito que ele olhava para ela também comprovava que ele a amava. Como ele podia sentir duas coisas tão iguais, por duas pessoas diferentes.
O pior que ele não era o único que estava caidinho por aquela garota. Por que todos tem que se apaixonar por Rose? Os dois que realmente tinham atingido o meu coração gostavam dela, o loiro e o moreno, que ela parece não ligar para nenhum dos dois, pelo menos eu acho. Sempre foi assim, na escola eu vivia ouvindo os garotos falando sobre ela, sejam os garotos mais velhos que ela ou os mais novos, todos babavam por ela. E agora ela me roubava eles, os dois que pareciam ser as únicas pessoas que já tinham atingido o meu coração. Um grito abalado saiu dos meus lábios quando vi um policial se aproximar de mim, me levantei do bando e comecei a correr até a minha moto, mas como todo o universo parecia estar contra a minha pessoa naquele dia,a moto estava longe demais,o meu pé doía muito e meu corpo parecia lento de mais.O homem envolveu a minha cintura antes mesmo de eu conseguir correr um metro.
Pov Joan Graguer
–O que você quer falar?-perguntou ela.
–Sobre aquele seu surto- ela me fuzilou com os olhos e disse:
–É claro que eu vou surtas, você me beija do nada...
–Você não pareceu muito irritada enquanto nós nos beijávamos- eu disse sorrindo maliciosamente, a garota enrubesceu e ficou quieta por um tempo.
–Aquilo foi errado- ela disse por mim, franzia a testa e perguntei:
–O que foi errado? Nós termos nós beijado? Termos ido longe demais? Ou termos nós entregado ao desejo que sempre nós dominou?
–Agora você me pegou- ela disse sorrindo fracamente. Sorri mais uma vez, me sentei na beirada de sua cama e me aproximei dela, sua respiração ficou um pouco descompassada, mas ela não fez nada para me impedir, pelo contrario colocou a mão na minha cabeça e me puxou para si, nossos lábios se encontraram, nosso corpos estavam quentes e cheios de fervor. Conseguia ouvir seus suspiros enquanto nós beijávamos, quando separei nosso lábios para respirarmos um pouco, ela sorri, foi ela a primeira a retomar a respiração, aproximou nossos lábios e manteve meu lábio inferior entre os seus. Quando finalmente terminei de respirar pedia a passagem da língua, e ela cedeu.
Se aquilo era um erro, eu queria ir para o inferno, por que com certeza eu precisaria fazer isso muitas vezes.
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