Notas iniciais
Desculpa dela demora mais eu tive alguns projetos da escola que eu tinha que terminar, mas agora estou de volta.

Pov Itália

–O que está achando da festa?- perguntou um garoto da mesma idade que eu, reverei os olhos em resposta e fui procurar o Oliver, eu realmente não conseguia me enturmar, sentia uma vontade mínima de conversar com qualquer pessoa, talvez isso fosse ruim para algumas pessoas, mas eu já estava acostumada com a solidão, ela era uma amiga silenciosa e sempre presente, aconchegante e familiar.

Olhei por toda a parte, mas não achei Oliver em lugar nenhum, sentei em uma cadeira perto da sacada e olhei ao redor, nenhum sinal de dele. Comecei a senti o desespero, sentia-me inquieta e observada, era como se alguém me olha-se e observasse em algum lugar.

Deixa de ser paranoica” disse uma voz na minha cabeça, sentia a minha respiração acelerada assim como os batimentos cardíacos, uma forte sensação me dominava.

Sai dai” disse o meu instinto.

Senti uma mão no meu ombro, era forte, grande e pesada, ela apertava a minha pele expostas pelo vestido roxo tomara que cai, senti uma dor muito grande na região e tentei me virar.

–Não se vire- disse uma voz grossa, tentei me virar mesmo assim, mas pessoa apertou o meu ombro novamente.- Não se vire senão você já era.- O suor escorreu pela minha pele, sentia meu corpo totalmente alerta, agora eu conseguia entender o poder da adrenalina, com ela o meu corpo estava todo pronto para ação, sentia todo o meu corpo ir para a frente pronto para correr, e toda a minha musculação ficar firme.

–O que você quer?

–Eu quero uma informante dentro da resistência.

–Não sei do que você está falando. -Por favor, força superiro, faça com que ele acredite. Eu estav bem ciente que as minhas habilidades não incluam mentir, essa era um ação social, e como todas as ações sociais eu evitava ao máximo.

–Você não me engana garota, você vai ser a minha informante.

–Por que eu seria?

–Se não aquele seu amiguinho morre- disse o homem colocando o celular na minha frente, era uma foto de Oliver na rua, ele passou para a outra foto e depois para a outra, todas eram de Oliver, eles deviam estar o vigiando a semanas.

–Você não o machucaria- eu disse engolindo a seco, eu sabia que não era uma boa ideia me envolver com Oliver, ele poderia ficar em perigo, mas ele entrara na minha vida de uma forma estranha, de uma vez e com intensidade, ele alcançara uma parte de mim que eu escondia para todos, ele tinha me conquistado de uma forma que me impedia de monte-lo longe, por que tudo que eu queria era ele por perto.

–Eu vou, a não ser me você me ajude.

Que escolha, era o Oliver ou toda a operação, sentia as minhas mãos ficarem geladas, e o meu coração parar de bater tão rápido, aquela era a pior decisão da minha vida, eu estava pensando em tudo até que ouvi a escuta do meu ouvido começar a funcionar.

“Escute com atenção Itália, aqui é o Michael. Não mostre sinais de estar ouvindo qualquer coisa, por senão tudo vai por água baixo, apenas estenda as mãos no colo se estiver me ouvindo”. Estendi as minhas mãos como ele pedira, sentia o homem atrás de mim apertar mais o meu ombro, ele estava tenso e preocupado, como se quisesse uma resposta rápida.

“Ótimo, quero que você diga que sim, que aceita, mas que com uma condição, você decide como vai informar ele.” “Diga que quer encontrado ao vivo, e que você envia mensagens para ele quando puder”.

–Ok eu aceito.

–Perfeito, você...

–Não terminei- eu disse cortando o que ele iria dizer, ouvia a respiração dele acelerar, e rosnar baixinho.- Eu escolho quando e como vou informar você, você me diz seu numero e eu envio o lugar e hora do encontro.

–Você acha que sou burro, você vai contar para seus amiguinhos.

“Diga que senão levantaria muitas suspeitas ”.

–De outra forma levantaria suspeitas, e acho que você não quer isso.- O homem ficou quieto por muito, até que finalmente disse:

–Ok, use esse celular.- Ele me entregou um celular preto bem simples e saiu correndo, me virei para ver se conseguia ver algo, mas ele tinha sumido no meio dos convidados.

....

Pov Rebecca

Aquela com toda a certeza era uma conversa estranha, finalmente tinha entendi por que eu estava infiltrada de criada, ninguém ligava de contar seus planos na frente de um criado, afinal de fica parado como um móvel, então também e surdo como um móvel!

–O príncipe vai ter uma grande surpresa quando tudo fizer Bum!- disse uma homem gordo e alto, usava roupas elegantes,e parecia ser as mais alta sociedade.

–Com toda a certeza, ela vai ser uma marionete nas nossas mãos- disse o homem jovem e de boa aparência pegando uma salgado na bandeja que eu segurava, sorri vitoriosa quanto mais eles comessem aquela comida embebida com o soro da verdade,mais falariam.

–Você tem certeza que não seremos pegos?- perguntou um homem ruivo que parecia ser tão jovem como eu, seus olhos iam e vinha no salão como se estivessem procurando algum, também olhava bastante para todas as mulheres como um decote,mas isso parecia não ser percebido pelas mulheres, ou talvez elas não se importassem.

Antes que qualquer pessoa pudesse dizer algo alguém me empurrado, a bandeja vou para os ares assim como os salgadinho, eu acabei caindo no chão. A pessoa que me empurrou era um homem de mãos fortes estendeu, ele a estendeu para me ajudar a levantas, tinha olhos pequenos, e feições não muito esbeltas, mas também não era horrível.Assim que me ajudou a levantas, puxou o garoto ruivo para um canto e falou algo com ele, enquanto a chefe das cridas veio correndo até mim e me expulsou do salão.

....

–Valentine?- chamei ela quando cheguei ao furgão do lado de fora da casa, sem nenhuma resposta entrei no furgão achei tudo revirado, procurei alguma pista de onde ela poderia estar, mais nada, apenas vi um pacote de bolacha pela metade, e papeis cobrindo todo o chão, peguei todo e comecei a ver se achava algo. Em um deles estava escrito na letra desajeitado de Valentine:

Tenho que encontrar alguém.

Notas finais
Gente dia 26 é o meu aniversario, se algum quiser recomentadar a fanfic estou aceitando como presente, kkkkkkkkk, brincadeira gente. Até o próximo capitulo, e não deixem de comentar.