Notas iniciais
Olá pessoas aqui estou eu com mais uma fic sobre Harry Potter *-*
Espero que vocês gostem, comentem, etc...

Thor olhava do outro lado do vidro o bebe que estava na incubadora, fazia três dias que sua pequena Ginevra havia nascido, ela parecia ainda menor dentro daquela caixa e isso o preocupava.

_Senhor Evans – chamou a atenção do homem um medico, Thor o observou, viu que era o medico que estava cuidando de sua esposa que estava internada na UTI – nós podemos conversar sobre sua esposa?

_Minha esposa como ela esta? Já posso vê-la? – ele perguntou ansioso, acreditava que a mulher já estava bem.

_No momento não, o senhor pode me acompanhar até o meu consultório? – Thor percebeu que o homem não parecia ter nenhuma boa noticia, olhou mais uma vez para onde sua filha estava e em silencio acompanhou o medico.

Os dois entraram na pequena sala em silencio, Thor sentia que o médico estava tenso e ele estava esperando o pior, sentou-se e ficou um tempo calado, o médico pensando na melhor maneira de falar o que precisava.

_Senhor Evans precisa estar a par da situação de sua esposa, o bebe não havia sido gerado no útero, estava em suas trompas, não tivemos como descobrir antes e isso era muito perigoso para sua esposa.

_Eu entendo que era muito perigoso, mas agora está tudo bem com ela não é? – Thor perguntou já pressentindo que algo estava errado.

_Sua esposa faleceu, e é um milagre que a criança tenha sobrevivido.

Thor parecia não escutar o que o homem sentado a sua frente falava, e ele realmente não ouvia, as palavras “sua esposa faleceu” rodavam por sua mente e ele parecia não entender mais os significados delas.

(...)

Três anos e meio depois.

_Pra onde a gente vai vovó? – Ginevra perguntou para a mulher que a ajeitava no banco detrás do carro, a menina de cabelos tão vermelhos que lembravam o fogo estava com eles preso em um longo rabo de cavalo.

_Vamos pra casa nova Gina – ela falou usando o apelido carinhoso que tinha colocado na garota.

_O papai não vai? – perguntou inocentemente.

Laura respirou fundo, olhou para a casa atrás do carro, casa esta na qual ajudou seu filho a criar a neta que havia perdido a mãe, e agora com três anos e seis meses perdeu o pai. Thor amava muito a menina e lhe dava todo amor que podia, mas não conseguia superar a morte da esposa e no momento em que viu seu rosto sem vida começou a entrar em depressão.

Uma semana atrás Thor havia falecido e não se sabia ao certo se tinha sido acidental ou proposital, o homem sempre tomava muitos remédios e quando foi feita autopsia foi descoberto que ele tinha tido uma overdose, tomou mais remédios do que deveria em sua ultima noite de vida.

_Ele não vai poder ir com a gente Gina, ele teve que ir ficar com a sua mamãe, mas enquanto você se lembrar dele ele vai estar aqui – ela colocou a mão no peito da garota no lado esquerdo onde ficava o coração – com a sua mamãe cuidando e protegendo você – a garota sorriu inocente, ainda era muito nova para entender o que era a morte.

Thor era sócio de uma confecção que vinha crescendo muito e com isso tinha muito trabalho, e agora precisava que alguém cuidasse disto, mas Laura não entendia nada de administração, ela contratou uma pessoa para cuidar dos negócios do filho assim como ele fez quando Elizabeth morreu e conseguiu uma pessoa para continuar a cuidar da floricultura da esposa.

Durante os anos que se passaram onze para ser exata, Laura fez tudo o que pode por Gina, a melhor escola que podia pagar e todo amor que podia para que a garota não sentisse tanta falta dos pais, toda atenção que a garota precisava, no entanto Laura não era mais nenhuma jovenzinha e quando descobriu o câncer ele já estava muito avançado.

A assistente social preocupada com o destino de Gina tentou localizar mais parentes da garota, o que foi bastante complicado, os únicos parentes que a garota ainda tinha era um avô e uma tia por parte da mãe que moravam em uma fazenda em outro país.

Assim que entrou em contato com a tia de Gina a mesma ficou muito surpresa com o que havia acontecido, não sabia que o cunhado falecera e saber agora que a avó que cuidara da garota tinha morrido a deixou angustiada imaginando como Gina deveria estar se sentindo.

Lily se ofereceu para ir buscá-la, mas a assistente recusou ela teria mais trabalho e demoraria a que ela chegasse a Liverpool, era bem mais rápido a própria assistente levar a garota, e ela também pretendia conhecer o lugar que estava levando Gina, caso contrario poderia procurar outras pessoas para ficar com a garota.

_Viajaremos amanhã à noite, e pela manhã pousaremos na Austrália, de lá pegaremos um táxi até a cidade em que seu avô e sua tia moram – disse Camille quando entrou no quarto de Gina no abrigo que ela havia levado a garota, porque infelizmente ela não poderia ficar sozinha na casa que morava com a avó.

_Está bem Camille, minhas coisas já estão prontas, como vai ficar a minha casa aqui? – Gina adorava aquela casa, foi lá que ela cresceu com a avó, tinha sido também a casa que seu pai havia crescido.

_Por ser menor você ainda não pode resolver nada, mas está tudo no seu nome, a casa de sua avó e a casa que foi dos seus pais, seu tutor que irá decidir no momento o que faz com elas, se irá vendê-las ou deixar como está.

_E a confecção? E a floricultura da minha mãe?

_Falarei com o advogado de sua avó e depois eu te explico, é por isso também que eu estou indo com você para Austrália pretendo explicar a situação de seus bens para sua família, e resolver com eles o que for melhor para você.

Gina já sabia o que os adultos queriam dizer quando falavam “o que for melhor pra você”, ao contrario do melhor pra ela, era o mais fácil e rápido para eles, sua avó tinha lhe falado isso uma vez quando o advogado disse que o melhor era fechar a floricultura, ele na verdade não queria ter que se ocupar com aquilo, achando que não valia a pena.

Na noite antes da viagem Gina parou em frente ao espelho que tinha no guarda roupa, o que ela via era uma garotinha magrinha e de cabelos cumpridos e ruivos, parecia tão frágil, quem a visse ali agora não imaginaria as perdas que ela teve e nem acreditaria que ela foi tão forte diante delas.

_Está pronta Ginevra Evans? – perguntou Camille do lado de fora do quarto, Gina não respondeu apenas pegou uma mochila de costas e saiu puxando as duas malas de carrinho.

Para Gina a viagem demorou mais do que ela esperava, um bom tempo depois que ela estava no avião adormeceu e acordou com Camille a chamando, logo que pegaram as malas encontraram uma van para levá-las a tal cidade.

Só naquele momento quando estavam dentro do carro Gina começou a pensar como eram essas pessoas, o seu avô e a sua tia, será que tinha primos? Como eles seriam? E o que teria na cidade? Como seria a nova escola? Eles achariam à estranha?

Durante todo o caminho para Townsville Gina ficou calada, apenas admirando a paisagem, às vezes era deserto, outras era um campo arborizado, e por vezes ela conseguia ver o mar.

- Chegamos – disse Camille saindo do carro fazendo Gina acordar de repente.

Gina desceu e logo Camille deu um guarda chuva para a garota, olhando mais a frente Gina viu uma casa grande, não teve tempo de olhar ao redor porque logo uma mulher saiu de dentro da casa e ficou parada na varanda os chamando, Camille foi até a mulher incentivando Gina a segui-la.

- Olá, sou Lily – a mulher de cabelos ruivos disse apertando a mão de Camille.

- Oi, sou Camille a assistente social responsável pela Gina – disse quando entraram na varanda e colocou o guarda chuva no canto – Ginevra – ela percebeu que a garota estava atrás dela e se afastou.

Lily e Gina ficaram se encarando um tempo, os olhos da mulher se arregalaram para a garota, colocou a mão sobre o peito, seus olhos nunca deixando Gina.

- Se eu não soubesse que Elizabeth havia falecido, eu diria que ela estava na minha frente agora – disse a mulher, Gina deu um sorriso fraco – é um prazer finalmente conhecer você Ginevra – Lily se aproximou da garota e a abraçou.

- Pode me chamar de Gina – ela disse quando a mulher se afastou, o sorriso de Lily deixava Gina um pouco mais confortável.

- Está bem querida, vamos entrar que está chovendo e lá dentro é bem mais quente venham.

Assim que Gina atravessou a porta ela sabia que as coisas seriam muito diferentes do que ela estava acostumada, a casa era antiga, os moveis eram velhos apesar de parecerem bem conservados, nas paredes muitos quadros e fotos antigas, uma foto em preto e branco no fundo da sala chamou a atenção de Gina, distraída ela andou até a foto, o homem nela tinha os olhos parecidos com os de Lily Gina observou logo.

- É o seu avô – Lily disse atrás de Gina, ela se virou para a mulher e deu um sorriso voltando depois a olhar novamente para a foto.

- Onde ele esta? Camille disse que a fazenda é dele.

- Foi fazer compras com o meu filho, logo eles estarão de volta.

- Senhora Potter – Camille chamou sua atenção.

- Sim.

- Precisamos conversar sobre alguns assuntos referentes à Gina, os estudos dela, os bens dela, e se vocês realmente vão ficar com a guarda dela.

- Mas nós somos os últimos parentes dela, quem mais ficaria com a guarda?

- Na verdade, a um primo por parte do senhor Evans que pode ficar com a guarda.

- De jeito nenhum, não deixarei minha sobrinha ir para outro lugar.

- Bem, vamos conversar? – Lily assentiu e fez sinal para que a mulher sentasse no sofá, Gina sentou ao lado de Camille – Gina precisa voltar a estudar o mais rápido possível.

- Claro, eu já consegui uma vaga para ela no mesmo colégio que meu filho estuda, é um bom lugar, eu e a mãe dela também já estudamos lá.

- Isso é bom, em Liverpool há duas casas em nome de Gina, a casa que pertenceu aos pais dela, e a que foi da avó dela, e ainda tem a floricultura e a confecção. Os advogados da senhora Evans, avó de Gina cuidam dos mesmos desde o falecimento do senhor Evans, mas agora vocês são os novos tutores e vocês decidiram o que fazer com os bens da Gina.

- Em outro momento conversarei com meu marido e o meu pai e vamos ver o que fazer com a confecção, mas acho que podemos vender as casas e...

- Não! – interrompeu Gina, Lily olhou para ela com um olhar questionador, Gina tomou um pouco de ar e com a voz um pouco fraca começou a falar – eu não quero que a casa da minha avó seja vendida, – falou devagar, as duas mulheres prestando bastante atenção – e também manter a casa dos meus pais, a vovó achou que seria bom eu ter uma lembrança deles, por isso manteve a casa.

- Se você acha que é tão importante está bem Gina – respondeu Lily avaliando a sobrinha.

Ficaram em silencio uns instantes e logo escutaram o barulho de um carro, Lily deu um sorriso, já sabia quem era e logo escutaram passos na varanda e a porta foi aberta, Camille e Gina estavam sentadas quase de frente para a porta, viram quando um homem já velho e com seus cabelos brancos entrou acompanhado de um garoto.

- Pai, é ela – disse Lily depois de um tempo, o homem com umas sacolas nos braços olhava para a garota sentada, e estava atento nela – Ginevra – o homem colocou as sacolas no chão se aproximando de Gina.

- Oi – disse Gina sem saber o que falar ou como agir, estendeu a mão para ele quando ele parou na sua frente – pode me chamar de Gina.

- Charlie – respondeu o homem apertando a mão de Gina. Eles ficaram uns tempos calados, Gina se sentia tensa e Camille estava sentindo isso.

- Sou Camille, a assistente social responsável pela Gina – disse tentando ajudar Gina, no pouco tempo que passou em companhia da garota sentiu que ela era forte, mas ainda era uma menina e era difícil pra ela lidar com todas as perdas e mudanças que já teve, e seria ainda mais difícil conviver com essas pessoas que ela nem sabia que existiam.

- Charlie Peverell – disse o homem apertando a mão de Camille – acredito que eu devo agradecê-la por cuidar da minha neta – disse o homem.

- Não precisa, além de ser o meu trabalho foi um prazer.

- Este é Harry, meu filho – disse Lily apresentando o garoto que tinha entrado junto com o homem e continuava calado.

- Oi – ela disse tímida e Gina não costumava ser tímida.

- Posso falar com a senhora? – pediu Camille a Lily, a mulher assentiu e a chamou para outro cômodo, ela deu mais uma olhada em Gina e seguiu a mulher.

- Algum problema? – perguntou Lily preocupada.

- Sim, mas não é com vocês é a Gina veja bem, eu conversei com amigos dela e da avó e a garota costuma ser bastante extrovertida, ela não me parece estar aceitando bem a morte da senhora Evans, enquanto estávamos em Liverpool ela estava visitando uma psicóloga e eu aconselho que ela continue para poder voltar a ser como antes.

- Está chamando minha sobrinha de louca?

- De forma alguma, eu apenas quero que entenda que ela não esta bem psicologicamente, e ela precisa se recuperar entende?

- Certo, farei isso se ela quiser.

- Foi ela quem me pediu, estava se sentindo melhor até saber que sairia da Inglaterra, a senhora entende que não é uma mudança fácil para Gina e ela vai precisar da ajuda de um profissional.

- Ok, você tem razão e se é o que ela quer, e vai poder ajudá-la a voltar a ser como antes não vejo porque não fazer isso – respondeu Lily entendendo que aquilo era o melhor para a garota – mas esse tipo de profissional não costuma ser caro?

- Não se preocupe com isso, os advogados da senhora Evans foram instruídos de colocar o dinheiro na conta de Gina, e será mandada certa quantia todos os meses para as despesas da garota.

- Ok e muito obrigada pela preocupação com a minha sobrinha.

- Acredite esta sendo um prazer, todos que conheceram Gina ficaram muito tristes com a partida dela.

- Eu acredito que sim.

Quando Camille foi embora e Gina ficou sozinha com a sua nova família, Lily empolgada levou a garota para conhecer a casa mostrou a cozinha, a varanda, mostrou o porão e todos os quartos, contando no meio da visita algumas histórias engraçadas dela e de sua mãe.

- Este é o seu quarto – disse parando em frente a uma porta – é ao lado do quarto do Harry, o meu é logo no começo e o do fim do corredor é o do papai – elas entraram no quarto e Gina ficou observando o lugar – não tive muito tempo para arrumar e a Camille disse que suas coisas vão vir de Liverpool.

- Só um baú e outras coisas que não couberam na mala – Gina explicou, já estava se sentindo mais a vontade com Lily.

- Não sei o que vai pensar, mas bem este era o quarto de sua mãe – falou Lily, Gina não esboçou nenhuma reação apenas examinou melhor o quarto – você provavelmente ainda encontrara alguma coisa dela, uma cartinha de namorado escondida ou uma blusa das preferidas dela, Elizabeth sempre as escondia de mim – ela disse com um sorriso – você se parece muito com sua mãe, a não ser pelos cabelos são mais ruivos que os dela.

- Iguais aos do meu pai – disse sentando na cama, era bem larga e espaçosa – parece confortável.

- E é – disse a mulher indo para a janela que era ao lado da cama – sei que vai ser difícil para você Gina, mas eu prometo te ajudar em tudo o que você precisar, você pode sempre contar comigo – disse ela e olhou para a garota carinhosamente, Gina sentiu como se fosse sua avó ali, onde sempre que precisava encontrava abrigo.

- Eu sei disso, eu não sei como eu te chamo – disse ela se sentindo envergonhada.

- Por favor, me chame de tia Lily está bem? Sempre quis ser chamada assim – disse a mulher com um ar brincalhão.

- Está bem tia Lily – respondeu com um sorriso.

- Vou deixar você aqui um instante e vou preparar um lanche, vou pedir para o Harry trazer suas malas para cá.

Gina sorriu vendo a mulher sair do quarto e fechar a porta, ela estava um pouco mais aliviada agora que os conhecera, sua tia parecia uma boa pessoa e o seu avô, bem dele Gina não sabia o que pensar, seu primo também não falara nada em nenhum momento.

Olhou para o criado mudo ao lado da cama onde tinha um abajur desenhado com flores, uma caixinha de musica e uma porta joias, abriu à primeira gaveta onde encontrou lápis e papeis de carta cheio de corações, a gaveta do meio estava vazia e a ultima tinha alguns livros, no momento em que Gina ia pegá-los escutou alguém batendo na porta, quando abriu viu Harry parado com suas malas.

- Obrigada – ela disse ajudando ele a por as coisas no quarto.

- Não por isso – ele disse quando colocou a mochila em cima da cama – então o que achou da casa? – Gina percebeu que o garoto não parecia muito confortável, nem a menos a olhava.

- Parece legal, você sempre morou aqui? – perguntou olhando bem o garoto, tinha os olhos verdes como os de Lily e o cabelo bem preto caindo sobre a testa, ele era magro e um pouco mais alto que ela.

- Não, só vim morar aqui depois dos sete anos quando a vovó morreu – ele respondeu indo olhar pela janela.

- Vou estudar no mesmo colégio que você – disse a garota tentando puxar assunto.

- Eu soube minha mãe não para de falar em você desde que a assistente social ligou e no mesmo dia ela foi à escola – Gina deu um sorriso imaginando a afobação da tia.

- Ela parece ser bem legal.

- Eu gosto dela – respondeu Harry fazendo Gina sorrir.

- E o seu pai? Onde ele esta?

- Ele está trabalhando, ele tem uma loja na cidade e fica o dia todo lá, eu costumo ficar com ele quando não tem aula, mas eu estava ajudando o vovô hoje.

- Entendi, acho que vou conhecê-lo no jantar então.

- Provavelmente.

- Gina – interrompeu Lily entrando no quarto, sorriu ao ver os dois conversando – que ótimo! Vocês dois parecem estar se entendendo – Harry deu um sorriso meio forçado – Gina se você quiser tomar um banho sinta-se a vontade, logo o jantar sairá.

- Está bem, farei isso – Gina respondeu com um meio sorriso, Lily saiu deixando os dois sozinhos.

- Ela está se empenhando para que você se sinta em casa e eu espero que ela não fique frustrada – Harry olhou Gina dos pés a cabeça e torceu o lábio, a garota não estava entendo o que ele queria dizer com aquilo.

- Por que acha que ela vai ficar frustrada? – ela perguntou se olhando querendo saber se tinha algo de errado com ela.

- Aqui é muito diferente do que você deve estar acostumada, esse não é o melhor lugar para você – as palavras do primo atingiram Gina da forma mais dolorosa que podiam.

- Eu não tenho outro lugar para ir, a tia Lily e o vovô Charlie são os últimos parentes vivos que eu tenho – ela disse devagar, sentiu o nó na garganta que dificultava sua fala – eu vou tentar não atrapalhar a sua vida aqui se é com isso que você está preocupado.

Harry não respondeu, apenas deu as costas a Gina e saiu do quarto, assim que a porta fechou Gina sentiu uma lagrima escorrer pelo seu rosto, no mesmo instante ela a secou e segurou o choro que ameaçava sair, foi até suas malas e ignorando as palavras do primo procurou suas coisas para tomar um bom banho.

Notas finais
O que acharam? Venho aqui avisar também que essa é uma short-fic, terá poucos capítulos, espero comentários para continuar a postagem, se alguém se interessar em saber o que acontece é bom se mostrar, posso ficar chateada e deletar a fic, afinal escritores precisam de incentivo ok?
Beeeijo e até o próximo :)