Notas iniciais
Puxa, vocês estão me deixando triste. Nenhum comentário. Talvez eu pare de postar...

Victor’s pov on

Contei a eles a minha teoria. Eu achava que se matássemos o Herobrine, poderíamos ganhar alguma coisa (até mesmo mais tranquilidade), ou ainda, prêmios maiores, fabulosos. Não me atrevi a contar a eles que tinha esperanças secretas de que isso nos fizesse voltar ao nosso mundo, oficialmente, quando conversávamos, nem falávamos mais sobre isso. Mas eu achava que sim, pois era a única coisa de diferente entre o jogo real e o jogo de onde estávamos. Eu expliquei a eles que aparentemente o Herobrine sentia dor e levava dano, eu achava que quando ele sumia, era porque ele ia se recuperar dos danos. Foi o que compartilhei com eles.

Mas, secretamente, várias dúvidas me atormentavam: Porque o Herobrine era diferente? Conseguiríamos voltar para nosso mundo? Como iríamos derrotar o Herobrine? E o que o Herobrine teria querido dizer, quando falou que não compreendíamos, pois era uma coisa muito maior do que nós?

Guardei essas dúvidas para mim mesmo, e decidi simplesmente fazer um plano audacioso, e o Steve e a Helena concordaram, pois era tudo o que tínhamos. Simplesmente foi um dia meio corrido. Fizemos um ritual com areia, pedra e ouro para mandar uma mensagem para o Herobrine:

–Herobrine! Se você acha que é realmente poderoso, venha nos encontrar hoje à noite, para uma batalha. E vale tudo.

Claro que não obtivemos resposta, mas o portal que havíamos aberto fechou-se com um fogo roxo e cuspindo lava, então pensei que tinha sido entregue. Corremos muito, pois hoje era um dia em que teríamos de trabalhar muito. Todos teriam de fazer um pouco de cada, inclusive tínhamos por objetivo construir uma fortaleza de pedra, e armazenar muitos baldes de água. Eu cacei vários animais, e então preparei vários bifes, encontrei o Herobrine várias vezes, mas eu já estava mais experiente e como enfrentá-lo. Também minerei carvão, ferro, ouro, diamantes, além de coletar 6 slots inteiros de pedras. Voltei um pouco antes de começar a anoitecer. Fui o primeiro, então comecei a construir a fortaleza.

Victor’s pov off

Helena’s pov on

Meu dia não foi muito bom, já que eu encontrei o Herobrine um milhão de vezes, mas pelo menos coletei diversos minerais, e também cacei muito. Peguei pedras, mas eu queria diamantes para armaduras; então fiz uma mina em forma de escadinha (quem sabe sabe), e fui descendo, quando parei em uma espécie de caverna. Ela parecia grande, então decidi parar e explorar o local. Ainda bem que fiz isso, pois encontrei um slot inteiro de diamantes e uma mesa para encantamentos, além de poções. Ao lado disso, uma placa com os dizeres:

“Steve, Victor e Helena, vocês são nossa única esperança. Estamos torcendo por vocês e esperamos que vocês vençam.”

Estava sem assinatura. Mesmo assim, me senti grata a quem tinha nos dado tanta coisa. Peguei tudo e saí correndo, para voltar e preparar nossa defesa.

Helena’s pov off

Steve’s pov on

Meu dia também foi péssimo. Quer dizer, eu não sei se o da dos outros foi ruim, mas o meu foi muito ruim. O Herobrine me incomodou, fiquei um longo tempo sem achar nada, mas foi quando vi uma coisa que não era possível: uma Lucky bow. Nada verdade, eram três. Eu também vi vários lobos, que eram amigáveis com ele. Encontrei um slot deblocos de diamante, e espadas de diamante encantadas, e armaduras encantadas. Voltei depressa para casa.

Steve’s pov off

Victor’s pov on

Quase não acreditei quando vi os dois. Cheios de coisas boas e legais. Ainda tínhamos um tempo antes de anoitecer, e acho que o Herobrine também estava se preparando, pois não nos incomodou. Construímos uma fortaleza gigantesca de pedra e ferro, com janelas. Construímos várias trincheiras, com blocos de diamante, e demos a cada um 10 poções, duas espadas de diamante encantada, todos ficaram full diamante encantado. Cada um tinha um Lucky bow, um slot de ender pearls, 5 slots de pedra, caso precisássemos fazer uma fortaleza improvisada. Também cada um tinha cinco baldes com água, 10 cenouras, 10 maças douradas e vinte maçãs douradas encantadas. Quando ficamos realmente prontos, começou a anoitecer. A espera até o Herobrine aparecer foi insuportável: anoitecia lentamente. Tínhamos definido que eu ia servir de sniper, Helena de isca e Steve no corpo-a-corpo. Claro que isso podia mudar de acordo com as circunstâncias. E mudou. Mudou horrivelmente. Porque o Herobrine apareceu com um miniexército de zumbis, aranhas, esqueletos, ghasts e até um whiter. Então começou a batalha. De cima da fortaleza, eu atirava contra os ghasts e o whiter, repetidamente. Helena, muito corajosa ,matava zumbis e esqueletos com sua faca. Steve enfrentava diretamente o próprio Herobrine. Espada contra espada, ou então Steve atirava com seu arco. Mas eu não tive muito tempo para pensar nisto, pois owhiter estava muito difícil de matar. Quando finalmente consegui, Helena levou uma flechada e caiu do alto. Com um estalo, ela caiu em terra. Pulei no lago, subi para terra firme e fui socorrê-la, mas nem precisei, porque a armadura era tão boa que ela só tinha perdido 2 corações, então rapidamente ela comeu um bife. Continuei enfrentando os monstros, Helena no corpo-a-corpo e eu eliminando-os de longe. Vez ou outra eu levava dano por causa dos zombies, mas nós os matávamos rapidamente. Quando finalmente conseguimos eliminar completamente o exército do Herobrine nos viramos para ajudar Steve. Ele estava no chão, machucado, e o Herobrine tentava finalizá-lo com uma enorme picareta de diamante encantado. Com minha espada, bloqueei a picareta, e Helena, com a espada, deu uma forte estocada onde deveria ficar o coração do Herobrine. Ele parou, e, incrédulo, olhou para baixo. A espada ainda estava ali, confirmando o golpe. Como se fosse em um sonho, lentamente ele se dissolveu, e o pó foi carregado pelo vento. Então paramos, exaustos. A noite imediatamente se transformou em dia, e uma enorme mensagem brilhante apareceu no céu:

A prisão foi quebrada, Herobrine foi derrotado.

Após tanta dor que ele causou, ele finalmente foi vencido. Steve foi liberto de sua prisão.

Quando íamos comemorar, sentimos a mesma coisa que aconteceu quando viemos para cá: uma tontura, um rodopio e de repente fomos parar em uma espécie de quarto, com um piso ladrilhado, duas portas, uma à esquerda, outra à direita. Havia também uma mesa com um ventilador girando, uma bolinha de papel amassada. Na parede do outro lado do quarto, havia um pôster de quatro animais, com os dizeres: “Celebrate!”.

Fui o primeiro a reconhecer o lugar. E sabia que dessa vez, estávamos realmente em sérios problemas.

–Essa não, falei eu.

Notas finais
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