Um depende do outo
1 Um depende do outo
O som do silêncio, que perturba-me
no encontro da cabeça com o travesseiro.
O fim do infinito, que no silêncio da minha mente gritante,
borbulha no emaranhado de ideias da minha cabeça.
O frio proveniente dos polos,
que afeta o calor humano,
que se dilui nos poucos quentes corações.
A multiplicação de facetas, vinda da divisão do amor,
que diminui, aumentando o poder da falsidade humana,
que surge de um ato mínimo executado por esses.
A tristeza que existe por causa da alegria,
O amor por causa do ódio,
A razão por causa da ignorância,
O cheio por causa do vazio,
A verdade por causa da mentira.
Assim, termino este poema dizendo
que tudo preciso de outro e vice-versa.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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