Um começo nada normal

1 Capítulo 1 - O primeiro marido.


Notas iniciais
Olá minhas batatas e tomes, aqui está meu primeiro capítulo.

Sophia

— Então, você está afirmando ser mesmo o meu marido de vidas passadas? — Perguntei ao estranho que caiu em cima de mim, literalmente. Com a mão no queixo, andando de um lado para o outro sem olhar o mesmo.

— Sim, você ainda é minha esposa, literalmente, pois você morreu antes de mim — Respondeu enquanto bebericava o chá.

— Você acha mesmo que eu sou louca ou boba a ponto de acreditar em um baboseira dessa? Pode até ser que você caiu em cima de mim, mas, eu tenho todo o direito de duvidar sobre isso! — Argumentei me cansando de andar de um lado para outro e me sentei a sua frente. Prestando atenção no mesmo, ele é um gostoso! Cabelos curtos e louros amarrados em um coque, os olhos violetas e usava uma roupa muito chique por sinal, sua pele era branca — mais branca do que a minha -.

— O que terei que fazer para faze-la acreditar? — Perguntou olhando em meus olhos, corei, oh que olhar.

Diabos, de homem lindo.

— Me prove você! Faça você! Se eu fui sua esposa deve saber de algo. — Murmuro olhando o cardápio.

— A sua marca de nascença — Disse arregalei os olhos, e abri o meu melhor sorriso.

— Eu não tenho marca de nascença — Menti na maior cara dura.

— Tem sim, em sua coxa esquerda, é um pequena e avermelhada no formato de uma flor — Argumentou.

Suspirei e o olhei.

— Certo, digamos que tenho essa marca de nascença, mas isso não prova nada — Ri nasalado.

— Você gosta de rosas, e sempre teve um ursinho cor de rosa chamado Beer — Ok, aquilo literalmente me assustou, ninguém sabia sobre Beer.

Vamos começar pelo momento em que esse cara, muito gostoso caiu em cima de mim — literalmente — e alegou ser meu marido de vidas passadas.

12H34, Florida.

Corri apressada por entre as pessoas, com um pão com geleia de maracujá na boca enquanto enfiava meu casaco de lã dentro da mochila. Não me preocupei em pedir desculpas pelo esbarrão, mas, certamente recebi muitas caras feias e alguns possíveis xingamentos para a minha pessoa. Parei ao lado de algumas pessoas para atravessar a rua, o homenzinho ainda estava vermelho e alguns minutos ficou verde indicando que poderíamos passar nem o menor problema. Corri, para poder chegar a tempo na reunião de bonecas de porcelana. Meus grande amor, bonecas de porcelanas, e a, algumas quadras dali teria uma pequena reunião — reunindo — pessoas dos quatros cantos do mundo para poderem comprar essas bonecas, e logicamente eu pretendia gastar todo meu dinheiro que havia comprando essas pequenas peças delicadas de porcelana.

[...]

Apos comprar varias bonecas, resolvi ir embora já era tarde, e precisava acordar cedo para poder ir a escola no dia seguinte. Suspirei e continuei a andar, meus pés doíam e as ruas como sempre ainda estavam cheias, casais se beijando e famílias brincando e sorrindo em restaurantes, que fome. Alguns minutos — lê-se horas — mais tarde, cheguei na rua de minha casa, certamente meu irmão me devoraria se demorar mais alguns minutos. Senti um baque e fui ao chão junto com minhas sacolas.

— Pesado — Murmurei abrindo os olhos. Dei de cara com olhos violetas me fitando.

— Finalmente, achei você! — Me abraçou.

1... 2... 3... Tem um tarado se abraçando com você!

— Ta-ta-taradoooooooooooooooo — Gritei o empurrando de cima de mim, e me levando correndo.

— Não me reconhece? — Ele perguntou por fim me olhando serio.

— Seu... Seu... Seu tarado, depravado, pevertido — Comecei a bater no mesmo.

— Calma, sophia se acalma! — Escutei a voz do meu irmão.

Atualmente

— E você sabia? — Perguntei olhando mortalmente para meu irmão que sorriu sem graça.

Suspirei e me levantei. Pelo que eu ouvi ele não seria o único a literalmente cair em cima de mim.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.