Notas iniciais
Penúltimo capítulo ^_^ O Takeru não mora lá nee, coitado...

Takeru geralmente não se importava com a mãe, mas o moreno não se deu ao trabalho de dar muita importância e continuou procurando pistas.

O loiro chegou ofegante a casa do ajudante e abriu a porta e fechou-a fortemente, fazendo um barulho um pouco alto.

- Takeru! – Reprovou Masato – Eu sei que você é um pouco extravagante mas não precisa exagerar!

- Foi mal, “mamãe” – brincou o outro.

- Ele te seguiu? – Perguntou o mais baixo.

- Não. Será que ele achou estranho o fato de eu não reclamar por ter ido “buscar minha mãe”? Tanto faz...o que falta fazer?

- Me ajudar a decorar a casa – comentou Masato, pegando as chaves do carro.

A dupla dirigiu-se ao carro, e durante a maior parte do trajeto ficaram em silêncio, até que o mais velho quebrou-o.

-será que ele vai ficar bravo comigo por termos inventado esse caso?

- Takeru, sendo irmão dele...o Mitsuru vai querer te comer! – Olhou-o sério, e o mais velho faz uma careta e riu.

- ótimo. – Riu novamente.

Saíram do carro e entraram em uma casa de aparência abandonada, caindo, literalmente, aos pedaços. Masato se sentia arrepiado cada vez que olhava a aparência da mansão.

- Porque você escolheu essa casa mesmo? – Perguntou ao mais alto.

- Masato, estamos simulando um caso! Em algum lugar tem de ter alguma coisa do gênero! – Respondeu abrindo a porta da casa e soltando um grito.

- Meu Deus! O que houve homem? – Assustou-se o loiro mais baixo.

- Eu sou uma pessoa muito decente para falar um palavrão muito forte, mas que porcaria é essa?

- É a sala né Takeru!

- Não. Eu quis dizer a decoração – disse assombrado olhando a decoração creme, com rosa e verde limão, ambos claros.- Acho que não vou morrer sozinho.

- Ai Takeru! Não seja mau! Ta fofinho. – disse Masato sorrindo e mostrando os dentinhos brancos.

O detetive suspirou e não teve escolha senão ajudar a arrumar o que faltava no cômodo.

***

O moreno passou a tarde inteira procurando pistas, mas não conseguiu muita coisa: na calçada aperto da padaria, escrito em ketchup, encontrou a frase “quase lá”, e novamente no parque achou pipocas esparramadas formando “esta noite”.

- Que desgraça! – Praguejou, sentando-se num banco. Suspirou e começou a pensar, mas foi interrompido por seu celular que começou a tocar.- QUÊ FOI?! – Gritou, exaltado. — Ah, mal, chefe – falou mais baixo – Ir aonde? Sim, ta bom. Tomar banho? Faz diferença? Eu tomo! Não precisa dar chilique! – desligou o aparelho e foi para casa.

Mitsuru tomou seu banho, tentando relaxar o máximo que pôde, vestiu uma calça jeans preta, regata branca e colocou uma jaqueta de malha vermelha.

- Aonde eu tinha que ir mesmo? – Perguntou-se enquanto se olhava no espelho – Ah, sim. Rua Takemoro nº7. Takemoto...deram o nome de uma rua pra um escritor que....ah deixa pra lá.

Desceu as escadas, pegou a chave do carro e dirigiu-se ao local marcado com o loiro.

- Uma mansão velha, suja, caindo aos pedaços literalmente. Seja o que Deus quiser. – Adentrou e viu o loiro parado em frente a porta.

- Ta atrasado! – Reclamou Takeru fazendo biquinho.

- Que decadência, não sabia que morava aqui.

- É melhor que embaixo da ponte – piscou o loiro – Mas eu pedi pra você vir aqui por causa do nosso caso. – Ele abriu a porta e fez sinal para o mais novo entrar primeiro.

Notas finais
Reviews me deixam feliz o/