Um caso Memoravel
1 Antes
Notas iniciais
Mais espero que curtam
Era o começo da manhã que tendia á ser ensolarada.
Levei um pouco de café preto amargo á boca, tinha que me manter acordada pelo resto do dia.
A noite tinha sido boa apesar de que não tinha mais Roy ao meu lado me aconchegando. Não tive sonhos com rosto palidos e esqualidos, não os via há muito tempo.
Rosto tristes, corpos desfigurados, sangue e desespero.
Era isso que assolava minha mente, como agora.
Frutos, resultados da guerra que se travava no Leste, na qual participei.
Quando se está sob a mira de um atirador se reza para que ele erre. Mais quando se está sob a mira de um franco atirador, se reza para que seje uma morte rapida e sem dor.
Eu sou a segunda opção.
Bebi um pouco mais de café. Peguei minha pistola e a enfiei no coldre.
Enquanto saía peguei meu casaco branco. Ainda tinha um pouco de tempo até que tivesse que ir para a Central.
Não tinha como ir andando, a manhã de ceú azulado não deixava caminhar sem que suasse.
Tirei meu carro da garagem e pisei fundo no acelerador. Queria o vento batendo intensamente no meu rosto.
Não sabia como ia começar meu dia.
Se seria a interrogadora, a assassina, ou apenas a assistente do capitão Roy Mustang.
-Olá, sra. Elric — disse um soldado enquanto batia continência pra mim.
Retribui o cumprimento rapidamente.
O que eu poderia esperar de hoje?
Já se fazia quase dois meses que eu não tinha noticias de Al, o que de certa forma me preocupava.
Mais por que isso asola minha mente agora?
Talvez porque eu estivesse na frente de Carlisle e Edward Cullen.
-Primeira-tenente — me cumprimentou Carlisle com um sutil sorriso
-Senhores Cullen — retribui o cumprimento junto á um leve sorriso.
-Como está Al? — perguntou Carlisle
-Iria perguntar isso á vocês — responde dando um leve suspiro
-Então ele está mesmo desaparecido — refletiu ele
-Se você diz desaparecido ele viajar com a Alice, então tudo bem — disse Edward Cullen com escarnio
O olhei surpres. Al e Alice Cullen, seria possivel?
-Alice, sua irmã? — indaguei
Ele fez que sim com a cabeça
Queria perguntar se os dois estavam juntos. Mais não tive tempo.
Olivier Milla Armstrong Cullen e Isabella Swan tinham chegado.
-Primeira — tenente — me cumprimentou Olivier na sua voz solene.
Bati continência. Voltei meu olhar para Isabella Swan.
Parecia diferente desde a última vez que a vira. O que ocorrera á dois meses, e ela tinha a expressão livida do medo e do transtorno no rosto.
Agora tinha uma cor á mais no rosto de porcelana e algo nos olhos que eu não tinha notado.
-Isabela Swan — a cumprimentei junto á um leve sorriso
Ela sorriu com as bochechas vermelhas. Corada por qual razão?
Olhei de soslaio para Edward Cullen. Ele era a razão.
-Temos que ir, Alex nos espera — disse Olivier
-Até logo — disse batendo continência á ela antes de seguir meu caminho
Mais alguns passos e já estava em frente a porta do capitão.
Respirei e girei a maçaneta.
Seria dureza vê-lo novamente, sabendo que ainda o amava.
Ele estava falando no telefone virado de costas pra mim.
Era ainda um pouco doloroso, vê-lo, conversar com ele sem poder toca-lo. Sem poder beija-lo
Nosso relacionamento só durara apenas um mês. Não tinha como ficarmos juntos. Éramos ambos do exercito. Não resistiríamos mais com todas as obrigações que tinhamos e com o plano de fazê-lo chegar ao topo.Era coisa demais para se fazer, e pouco tempo para nós.
-Capitão -chamei levemente
Ele se voltou pra mim, colocou o telefone no gancho e sorriu levemente.
-Bom-dia Lisa — disse ele — Dormiu bem?
-Sim — respondi meio dura
Ele suspirou e pegou uma pasta amarela parda.
Caminhei até ele. A mesma sensação de antes. A mesma situação de antes.
Mais daquela vez eu estava recebendo a ordem de saber se Isabella Swan era ou não uma boa pessoa.
Mais o que seria agora?
-Conhece Dean Winchester? — indagou ele enquanto eu pegava a pasta
-O irmão de Sam Winchester? — indaguei franzindo o cenho
-Sim. Ele é seu hoje — disse ele com um meio sorriso sarcástico
Ergui uma sobrancelha.
-Ele pode estar envolvido com o sargento Raven — esclareceu ele
-Em outras palavras ele pode nos ajudar á descobrir o que está havendo na alta cupula.
-Isso mesmo. Espero que faça bom uso dele.
-Até parece que não me conhece — disse amarga
Ele abriu um largo sorriso.
-Espero que curta o seu dia — disse ele
-Digo o mesmo — disse me voltando para a porta — Até logo, Roy
-Até Lisa — ouvi ele dizer enquanto fechava a porta
Era sempre a mesma situação. A mesma cordialidade. A mesma afabilidade.
Notas finais
O que será que rola na conversa entre a Lisa e o Dean?
So long
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