P.O.V. Crowley.

Eu quero ser o Rei do inferno e para isso preciso daquela menina morta.

–Amara. É um belo nome.

–Quem é você?

–Sou Crowley.

–E o que você quer de mim?

–Você tem algo que eu quero.

–O que?

–A sua vida.

A menina saiu correndo, mas eu sou mais rápido.

Ela ficou correndo em círculos até que começou a gritar.

–Afaste-se dela! Traidor!

–Majestade.

Por essa eu não esperava.

–Como ousa atacar a minha filha?! Quando meu marido ficar sabendo disso você vai desejar nunca ter nascido!

–Veremos.

Abaddon me levou para o inferno e lá Lúcifer me perguntou:

–O que você tem a dizer em sua defesa?

–Eu sei de algo que você não sabe.

–O que seria?

–A sua herdeira, Amara não é sua herdeira.

–Não é?

–Ela não é sua filha. É filha do anjo Miguel.

–E você acha que eu não sei? Você acha que eu não sei?

–Mas...

–Eu sempre soube que Amara era filha da minha versão boazinha, fraca e purpurinada.

–E porque cria essa menina? E faz dela sua herdeira?

–Porque ela é minha filha mais velha. Afinal apesar de eu odiar admitir Miguel e eu somos a mesma pessoa.

–Essa mulher traiu você meu senhor. Deitou-se na cama de outro homem.

–Eu e Abaddon nem nos conhecíamos quando ela e o meu eu fraco tiveram um relacionamento amoroso então, ela não me traiu.

–E quanto ao seu filho bastardo Samuel Winchester?

–Samuel também é filho de Abaddon. Ele é nosso filho e eu já era casado com ela quando ele nasceu.

–Eu não...

–Não sabia? Ótimo, ninguém sabe.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.