Notas iniciais
Oiiee pessoinhas de my ❤ queria agradecer muito pelos comentários e por vocês estarem gostando da minha história. Também queria agradecer pela DunaT4ever por ter favoritado a história. Bom gente, aconteceu algo super chato relacionado com essa história. Eu leio em muito sites, e um deles é o whatppad. Eu tava fuçando algumas fics de C1R, quando eu encontro uma fic intitulada com o mesmo nome da minha, e com a Giih e o Gui na capa. Achei aquilo uma baita de uma coincidência e resolvi ler, mais não era coincidência não... Era minha história mesmo. Plagiaram minha história! Eu fiquei muito chocada e com bastante raiva. Acho que a pessoa também se surpreendeu, pois, nunca imaginaria que eu a achasse. Se você estiver lendo isso, peço que bote a mão na consciência poxa. É chato você escrever alguma coisa, e bonitinhos e bonitinhas pegarem sua ideia, sem ter a maior sensibilidade ou desenvolvimento pra criar algo de seu próprio intelecto criativo. Como eu disse na MP, eu repito aqui: se tivesse me pedido e colocado os devidos créditos, eu poderia deixar você posta-la... Bom meus amores, quis desabafar com vocês, porque eu ainda estou muito frustrada. 2bj de morango e boa leitura!

POV JÚLIA

— Chega, não aguento mais! – exclamei irritada, pelos cincos minutos que Priscila estava fazendo a gente esperar – Onde essa garota se enfiou? – cruzei os braços.

— Realmente eu não sei, Júlia. – respondeu Vicente, entrando na outra parte do estúdio – Você e a Isabela podem procurá-la?

— Mais é claro que sim, Vicente! – Manu dissera gentilmente. É nesses momentos que eu sinto falta da verdadeira Isabela.

Manu puxou-me pelo pulso, e eu a xinguei nos meus pensamentos. Não me levem a mal, mais realmente eu não sou fã da Priscila!

Saímos do estúdio, e caminhamos pelo corredor, até encontrarmos Letícia parada, olhando alguns papéis que estavam em sua mão.

— Letícia? – eu falo, me aproximando, juntamente da Manuela. – Você viu a Priscila por aí?

— Olha Juh, eu não tenho certeza, mais eu acho que ela tá no banheiro. Agora tenho que ir, beijo! – ela mandou um beijo no ar, e saiu rapidamente.

Soltei um suspiro, irritada!

— Vamos?! – Manuela perguntou-me, e eu assenti desgostosa.

— Manu... – chamei-a, quando começamos a caminhar novamente – Você tava com o meu irmão né? Foi por isso que você não viu a Priscila!

Notei um levo rubor aparecendo em suas bochechas, mais ela logo disfarçou. Eu ia abrindo a boca novamente, quando percebi que estávamos em frente ao banheiro.

Manu abriu a porta e entrou, logo em seguida deu um grito. Entrei com rapidez no banheiro, e encontrei Priscila desmaiada!

..............

MINUTOS ANTES

POV PRISCILA

— Vou ao banheiro! – falou Isabela, logo após de Vicente anunciar nosso pequeno intervalo.

Cruzei os braços, e fui me isolar... Como sempre!

— Err, gente! – ouvi Joaquim se pronunciar – Eu vou ali e já volto. – e saiu rapidamente.

Bufei, e descruzei os braços.

— Vou ao banheiro! – declarei de cara emburrada e deixei o estúdio.

Por conta da caminhada rápida, consigo vê Joaquim andar pelo corredor. Mais desacelero o passo quando percebo que a Isabela estava três passos a sua frente.

Dei mais alguns passos, e me escondi na parede lateral que interligava ao corredor. E assim passei a escutar atentamente oque eles diziam:

— Eu não gosto da Priscila! – ouvi Joaquim dizer, e aquilo foi como um tiro no meu peito. Senti as primeiras gotas de lágrimas escorrerem – Eu não gosto e nunca vou gostar! Sabe porque? Porque eu te amo!

Abafei um soluço com a mão e tentei reprimir o choro descontrolado que implorava pra sair. Apenas abafei-o e continuei a ouvir a conversa, mesmo se aquilo fosse muito doloroso.

— V-você tá falando s-sério?

— Nunca falei tão sério como agora... Esse namoro falso entre mim e a Priscila, não passa disso: de um namoro falso que nunca vai acontecer!

Novamente abafei um soluço. Mais as lágrimas desciam sem controle.

— Joaquim...

Depois disso, escutei um instalar de lábios. Virei minha cabeça e me deparei com a cena mais dolorosa que eu já vi.

Virei-me para parede de novo, e imprensei minhas costas nela, chorando com força. Tudo que eu queria era me isolar! Esperei dolorosos e torturante minutos para eles saírem. Caminhei desastrosamente em direção ao banheiro, mais eu parei quando ouvi a voz de Regina se aproximando da porta. Voltei pro mesmo lugar de antes, esperando uns três minutos, para a Isabela passar pelo corredor.

As lágrimas mesclavam-se com a minha visão destorcida. Eu empurrei o trinco da porta com força, logo batendo-a fortemente quando eu entrei. Deslizei minhas costas sobre a porta, soluçando alto.

É claro que isso aconteceria. Como eu fui uma burra ao pensar que o Joaquim gostaria de mim. A Isabela era tão linda, gentil, talentosa... E magra!

Eu não passo... De uma gorda!

Levantei-me furiosamente do chão, ficando em frente ao espelho.

— GORDA!!! – gritei em frente ao meu reflexo – É isso que você é! Uma gorda inútil, feia e horrível! – derramei mais lágrimas. – QUE ÓDIO!!!!! – berro, socando o ar. E logo caio sobre o chão, soluçando mais uma vez...

Depois de um tempo, às cores foram perdendo o brilho. A escuridão as tomava cada vez mais, até eu estar inconsciente por completo.

POV JOAQUIM

Eu sorria que nem um bobo. Pois finalmente eu havia tomado coragem e me declarado pra Manuela!

Não foi do jeito que eu pensei, e muito menos da forma que eu esperava. Apenas foi impulsivo e instantâneo. Eu já não aguentava mais viver de tanta mentira!

Mais recompensou tudo, no instante que eu ouvi um “eu te amo!”, da sua boca!

Era verdadeiro, era bonito...

Era recíproco...

Abrir mais um sorriso, mais paro de o faze-lo quando vejo minha irmã adentra a sala com um suspiro ofegante, e com as mãos apoiadas nos joelhos.

— Puf... Puf... – ela suspirou mais uma vez – Gente!!! – ela gritou – A Priscila tá desmaiada no banheiro!

— Ela tá oque?! – exclamou Vicente, num sobressalto. Logo, ele e o Bira sumiram pela porta.

Eu fui o primeiro a sair correndo, com o corpo e mente desesperados. Quase derrubei a porta do banheiro, e encontrei a Manu sentada no chão, com a cabeça da Priscila em seu colo.

— Como ela tá? – eu questionei pra Manuela, enquanto me agachava. Ela acariciou os cabelos da Priscila e me fitou com um olhar triste.

— Já ligamos pra emergência! – declarou o Vicente, com um suspiro – Fiquem aqui tá? Vou avisar a Regina, já que o Geraldo não está... – e então ele saiu...

— Priscila... – sentei-me no chão por completo e fitei seu rosto pálido – Isso é tudo culpa minha! – falei com raiva, e triste ao mesmo tempo...

— Como isso foi culpa sua, Joaquim? – André me questionou com a voz confusa e preocupada.

— Hoje de manhã, a Priscila passou mal na hora do almoço. Mais ela pediu pra não contar nada pros avós dela.

— Joaquim, não foi sua culpa... – Manuela segurou meu queixo, forçando-me a olha-la. Mais nem seu olhar de ternura me acalmou daquela vez.

— Priscila... – balancei seu ombro levemente – Por favor... – peço-a, com a voz já falha. – Acorda! – por um instante penso em tocar seu rosto, mais paro minha mão no meio do caminho.

— Como assim ela desmaiou de novo?! – ouvi a voz irritada da Regina se aproximando.

— Já chamei a emergência, Regina! – Vicente tentou acalmar sua irritação.

A porta se abriu, e entrou uma Regina mais vermelha do que seus próprios cabelos...

— Isso já está ficando um caso sério! – declarou a cenoura-vingadora, com um suspiro irritado – Temos que avisar os avós, mãe, pai ou sei lá que seja! Isso não pode continuar assim!

De repente, pudemos ouvir barulhos de sirenes. E menos de dois minutos, os paramédicos já colocavam a Priscila numa maca.

— Oque aconteceu e... PRISCILA?! – gritou Letícia alarmada, quando chegamos a recepção. – Oque aconteceu com ela? Porque ela tá assim?

— Ela desmaiou, Letícia! – respondeu Vicente – Eu vou com a Priscila na ambulância, o resto fica aqui com a Letícia até eu voltar. O ensaio está suspenso por hoje! – dizendo essas últimas palavras, ele deixou a recepção, indo logo atrás dos paramédicos.

Eu sentei-me em uma das cadeiras que havia na recepção e massageei as têmporas com os dedos.

— Joaquim?! – Manuela sentou-se ao meu lado – Não fique assim, ela ficará bem... – acariciou minha bochecha com o polegar e exibiu seu típico sorriso doce.

— Isabela! – exclamou Regina, chamando-a com um olhar feroz. Manuela suspirou, e olhou pra mim novamente.

— Tchau, Joaquim! – e se levantou, com uma feição tristonha.

Tentei controlar meus pensamentos, mais eles estavam fora de controle. Oque resultou que eu tivesse uma dor de cabeça insuportável.

— Quero ir pra casa! – levantei-me meio zonzo, e me apoiei na parede.

— Oque foi, Joaquim? – André perguntou-me, se aproximando – Cê tá bem, cara? – fitou-me com um olhar preocupado.

— Não, não estou bem! – sou sincero e expresso uma feição de dor quando minha cabeça dá outra pontada.

— Vou chamar um táxi pra vocês! – respondeu Letícia, já pegando o telefone.

POV ANDRÉ

— Ele tá péssimo! – analisei e comento com Júlia, que preparava um suco para Joaquim. O meu amigo se encontrava esparramado no sofá.

— E eu não sei? – ela retrucou, e soltou um suspiro – Tem muitos problemas pesando sobre o Joaquim. Uma hora ou outra isso acabaria explodindo.

— E isso envolve também a Priscila? – ergui uma sobrancelha.

— Joaquim se preocupa com ela, apesar de tudo. – Júlia terminou de bater o liquidificador e despejou o suco na jarra – Eu ainda não entendo oque ele foi fazer na casa dela...

— Bem... – cocei a nuca, e Júlia me encarou com a curiosidade aguçada – Eu que dei a ideia do Joaquim ir pra casa da Priscila.

Júlia deixou a jarra de lado e voltou a me encarar fixamente. Confesso que eu sentir minhas bochechas corarem, mais logo desviei o olhar pra o balcão da cozinha.

— O Joaquim está muito chateado com esse lance de namoro falso e tal, então eu disse pra ele falar com a Priscila. Ela é chata, mais gosta do Joaquim de verdade, e se ele falasse com jeitinho e tal, podia convencer a ela de desistir desse namoro falso, fazendo o mesmo com a Regina...

— Entendo! – ela derramou o suco dentro do copo – E ele conseguiu falar com ela?

— Eu não sei... – cocei a minha nuca novamente. Júlia pegou o corpo, e saiu detrás do balcão que dividia os cômodos, se dirigindo até o sofá.

— Joaquim, pega! – ela estendeu o copo, mais o mesmo recusou com a cabeça.

— T-to com frio! – ele murmurou, abaixando o olhar. Júlia então colocou a mão em sua testa, e tirou-a, me olhando preocupada.

— Ele tá ardendo em febre! – declarou, se sentando ao lado de Joaquim.

— Vou chamar a minha mãe. – falei e saí do apartamento.

Subi as escadas, e passei por alguns apartamentos, até chegar no meu. Abri a porta desastrosamente, e me deparei com o Felipe e a Lola com olhares assustados em minha direção.

— Oque foi? Invasão Alienígena? – alarmou Felipe.

— Mããeee!!!! – gritei.

— Oque foi? – ela surgiu na sala com uma feição espantada.

— O Joaquim está ardendo em febre.

— Aí meu Deus! – ela colocou a mão na testa – Lola, pega o termômetro pra mim filha? Eu vou vê o Joaquim!

— Eu também vô! – falou Felipe, com uma feição preocupada. Então eles deixaram o apartamento.

Notas finais
Obrigada por me acompanharem até aqui, meus amores! ❤ 2bj de chantilly e até a próxima ;-)