Um amor inesperado2: Between love & hate
17 Danger
Pov Melissa
O quê você disse, amor?- eu me desesperei
–Mel escuta! O único jeito de acabar com tudo isso é ir a Volterra e confrontar o Aro!Eu não vou deixar que ele envolva a minha filha e você nos seus planos sórdidos!- Alec dizia tentando me acalmar
–Não de jeito nenhum amor. Eu não vou perder você!- eu dizia em prantos
– Eu te garanto que vou voltar são e salvo- ele me dizia me olhando firmemente
–Não, meu amor, eu te amo, não vai, eu te imploro! eu dizia desesperada
–Eu também não gostaria de voltar a aquele lugar, mas é preciso, pela Rafinha, por você e por mim também. Só vamos ter Paz quando finalmente acabarmos com Aro. É por isso que eu preciso ir- Alec disse em um ultimato
–A única coisa que eu desejo é te ver entrando novamente pela porta da nossa casa são e salvo. Eu não sei viver sem você- eu disse em um fio de voz
– Vai dar tudo certo, amore mio, ele disse me beijando de leve
–Eu preciso compar a passagem e ligar para os Cullens- ele disse
–Vai com os Cullens?- eu disse tensa
–Não amor, eu vou sozinho. Mas quero que você e a Rafaela fiquem sob a proteção deles até eu voltar- ele disse sério
Pov Alec
Eu entendia p desespero da Mel só que eu tinha que ir acertar as contas. Eu tinha medo de voltar lá também, ainda mais depois de tudo o que eu passei lá, de todo aquele sofrimento. Tenho esperança de que, pelo menos, se eu não voltar para Forks, como a Mel e eu tanto queremos, pelo menos a minha família que eu tanto amo vai estar a salvo e isso agora era o mais importante.
Depois de alguns minutos no telefone com Carlisle, eu avisei a Mel para que ela e a Rafinha fizessem as malas e fossem para a casa dos Cullens o quanto antes.
Comprei as passagens de ida e volta para essa noite mesmo. Queria chegar logo aquele covil e resolver tudo. Não levei nem mesmo uma muda de roupas, que agora eram bem diferentes daquelas sombrias de antes. Apenas separei alguns documentos falsos é claro, que eu precisava para viajar como passaporte e documento de identificação. Ainda bem que eu podia contar com a ajuda dos Cullens nesse aspecto. Já que eles tinham excelentes contatos.
Tudo arrumado, me despedi da Mel e da Rafinha com um longo e apertado abraço e peguei um táxi rumo ao aeroporto.
Cheguei ao setor de embarque em cima da hora e fiz o check in. Em poucos segundos foi anunciado o vôo de Washinton para Roma e eu me dirigi ao avião.
Depois de algumas horas cheguei a Roma onde aluguei um carro e fui direto para Volterra, que por sorte nesta época estava vazia sem muitos turistas. Estacionei próximo a torre do relógio e segui até o grande portão de entrada do castelo.
Logo dei de cara com Felix, que estava de guarda na entrada
–Alec???!!!- o quê faz aqui??- ele disse visivelmente assustado
–Vim falar com o seu mestre- eu disse seco
–Sobre?- ele disse
– Não é da sua conta Felix Saia da frente e me deixe passar- eu disse ríspido
–Eu acompanho você- ele disse
–Não é necessário. Eu conheço o caminho- eu disse
Sem mais perder tempo me dirigi até a grande sala onde eles ficavam e abri em um ropante só a enorme porta de madeira
–Olá Aro, — eu disse sério
–Alec?!!!- O que está fazendo aqui???- ele disse surpreso e com ódio
–Temos algumas pendências a acertar- eu disse impassível
–Mas é claro, eu tenho certeza que sim, meu jovem- ele disse antes de trocar um olhar sinistro com Caius e Marcus
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