Notas iniciais
Capítulo não recomendado pra crianças.

P.O.V. Daniel.

Ela sentou na cama e comeu um pote de sorvete. O humor dela foi de depressivo para dando gargalhadas.

—O sorvete sempre funciona.

—A cabeça tá menos bagunçada?

—Muito menos. Quer um pouco?

—Quero.

Ficamos sentados na cama tomando sorvete. Então, o momento pelo qual eu esperei por milhares de anos finalmente chegou.

—Sempre vai ser você Allison como sempre foi.

P.O.V. Allison.

Puta merda, isso é muito bom. Eu to pegando fogo.

Estávamos trocando carinhos quando ele abriu as asas e eu parei. Eu parei na hora.

—O que foi? Eu to te machucando?

—Não.

Respirei aliviada. Então eu senti, doeu, mas então foi o céu.

—É assim que é estar no céu?

—Não. Isso deixa o paraíso no chinelo.

—Olha, ouvir isso de um anjo deixa o meu ego deste tamanho.

Eu estendi os braços para demonstrar o tamanho. E ele deu risada.

P.O.V. Daniel.

Estávamos conversando, rindo depois de termos feito amor. Não foi só sexo, foi amor. Então ela me pegou totalmente de surpresa, subiu encima de mim.

—Minha vez de ficar no controle. Agora, você é meu.

Ela me encaixou dentro dela e começou a me cavalgar.

—Senta. Vem cá.

—Mais perto. Mais perto.

Ela me puxou.

—Perfeito.

Allison colocou as mãos nos meus ombros pra ajudar a tomar impulso, me fazendo ir cada vez mais fundo dentro dela. Então... foi melhor que o céu.

—Você tá bem?

—Melhor que bem. Eu te amo sabia?

—Eu também te amo.

—O meu pai vai matar você.

—Então vou morrer feliz.

Ela deu risada.

—Sabe o que eu acabo de notar?

—O que?

—Que eu roubei a pureza de um anjo. Será que isso vai me mandar pro inferno?

—Não. E mesmo se te mandar, eu te sigo até no inferno mulher.

Nós ficamos lá abraçados, rindo, beijando, namorando.

—Eu te amarei pra sempre.

—Quando se é um vampiro ou no seu caso um anjo, pra sempre é muito tempo. Minha nossa! Quando Deus criou você ele tava de ótimo humor e super inspirado.

—Posso dizer o mesmo á seu respeito.

—Eu quero tentar uma coisa. Se eu te machucar, você fala tá?

—Que coisa?

Ela se enfiou embaixo do edredom e ai eu entendi o que ela tava falando.

—É salgado e gosmento, mas é bom.

—Minha vez.

—Você não precisa se não quiser.

—Mas, eu quero.

P.O.V. Allison.

Eu senti a língua dele tocando a minha intimidade, ela era quente e eu senti aquela maravilhosa sensação no baixo ventre. Ele ficou naquela deliciosa tortura por vários minutos.

—Porra Daniel! Me deixa gozar desgraçado!

—Só, se pedir por favor.

Ele ficou provocando e até eu não aguentar mais e implorar:

—Por favor.

Então finalmente tudo explodiu.

—Isso não ficar assim não. Eu fui boazinha com você.