Notas iniciais
https://youtu.be/oIjgZ-i9v_k

P.O.V. Ester.

Estávamos todas acabadas. Quando chegamos em casa, tomamos banho pra tirar o laquê do cabelo, o suor do corpo, secamos o cabelo e fomos dormir.

Durante a noite começou a cair a maior tempestade.

P.O.V. Allison.

Eu estava deitada na cama quando vejo aquela figura aparecer na minha janela, as asas eram lindas, brilhavam.

Levantei e abri a porta do pequeno balcão que tinha no meu quarto.

—Entra ai. Se ficar nessa chuva vai ficar doente.

Ele entrou e eu fechei a porta.

—Olha só pra você. Ta todo ensopado. Vou buscar uma troca de roupa pra você, só... fica ai tá bem?

Eu tava tão preocupada com ele e meio dormindo que até esqueci que estava só de blusa e calcinha. Fui até o quarto dos meus pais, peguei uma cueca e um pijama do meu pai e levei pro Daniel.

P.O.V. Daniel.

Ela estava tão dormindo que acho que nem reparou que estava usando uma roupa bem reveladora.

—Toma. O banheiro fica ali na porta, a quente é do lado da parede e a fria é a outra. Aqui uma toalha.

Ela se virou e caminhou até o seu lado da cama, eu fiquei aproveitando aquela visão. A visão daquela linda bundinha sexy coberta apenas por uma calcinha de renda vermelha.

Allison voltou a se deitar e para minha tristeza se cobriu com o edredom.

Eu entrei no banheiro, liguei o chuveiro e tomei um banho, senti a água quente esquentar cada centímetro do meu corpo, saí, me sequei e coloquei a roupa que ela tinha me arrumado. Então, eu me deitei ao seu lado.

—Eu te amo.

A cama, os lençóis tinham o cheiro dela, do perfume floral e doce dela. Era doce, mas não enjoativo.

Durante a tempestade vários trovões rebombavam e a cada trovão que dava ela acordava em pânico.

—Odeio tempestade.

—Se você me permitir, eu posso te abraçar.

—Tá bem.

Eu abracei-a e ela disse:

—Mantenha suas mãos longe das minhas zonas proibidas.

—E quais seriam as suas zonas proibidas?

—Meus peitos, minha bunda e a parte da frente.

Não aconteceu nada. Eu nunca faria nada que desrespeitasse a Allison, nós só dormimos de conchinha, mas foi ótimo.

—Tudo bem.

O problema mesmo foi o dia seguinte. O pai de Allison veio ver se a filha estava bem e quando ele me viu... foi o caos.

—Allison Cullen Mikaelson!

—O que aconteceu Elijah? Nossa Senhora!

—Calma, não aconteceu nada.

—Não aconteceu nada?! Tem um rapaz na sua cama!

—Pai, a gente só dormiu.

—Eu tenho mil anos de idade menina. Sei o que acontece, sei como o só dormiu funciona.

—Elijah, ela tá falando a verdade. Eles só dormiram.

—E como eu sei que você não ta acobertando?!

—Pelo amor de Deus Elijah! Que tipo de pessoa você pensa que eu sou?

—Se duvida olha a cama.

—O que?

—Quando as garotas perdem a virgindade, a gente sangra. Sente cheiro de sangue?

O pai revirou a cama inteira e não achou nenhum resquício de sangue.

—Viu? Agora vaza do meu quarto.

—Olha como fala comigo!

—Sai já do meu quarto!

O pai de Allison foi lançado longe e a porta fecho sozinha fazendo um estrondo e a tranca se moveu.

—Odeio ter um pai que tá aqui desde a época da arca de Noé.

P.O.V. Elijah.

Ouvi ela falar:

—Odeio ter um pai que tá aqui desde a época da arca de Noé.

O rapaz deu risada.

—O seu pai não está aqui desde a época da arca de Noé.

—Mas, você tá.

—Sim. Desde antes disso.

—Uau! Você ta super bem pra alguém com a sua idade.

Eles riram.

—Obrigado.

Ouvi a minha mulher falar:

—Vem Elijah, vamos voltar pra cama.

—Ele tava usando um pijama meu.

—Pelo menos ele tava de pijama. Agora vamos dormir.

—O que isso quer dizer?

—Elijah, ela é uma adolescente. Ela não vai ser virgem pra sempre.

—Renesmee!

—Que é? Falei alguma mentira?

Ai a minha mulher não tem jeito mesmo. Ela sempre me surpreende, ela é a única que consegue me chocar.

Nós dormimos mais um pouco e então decidimos acordar, ela fez café e logo a família desceu. O café da manhã aqui em casa é uma loucura.

Como tem muita gente, as refeições são sempre meio caóticas.

Mas, dessa vez foi muito caótico.

—Menino, o que você cutucar com... não!

O sapo caiu encima da mesa.

—Ai que nojo!

A mulherada toda gritando. E a gente tentando pegar o sapo.

Hora que a minha mulher viu o estado da cozinha ela gritou:

—Minha cozinha! Minha prataria.

—Vão buscar os materiais de limpeza e limpem isso! Agora!

Todo mundo teve que limpar a cozinha e a minha esposa refez o café.

—Tira esse bicho gosmento da minha cozinha agora.

—O que eu devo fazer com esse bicho Renesmee?

—Joga no mato! De preferência o mais longe possível da minha casa! Eu odeio a Louisiana!

Eu joguei aquele animal nojento no pântano e voltei pra casa.

—Tira o sapato Elijah! E entre pelos fundos.

P.O.V. Daniel.

A família dela é muito louca. As duas mães da casa jogavam torradas pra nós, os maridos faziam o bacon e os ovos, aquele monte de comida com um monte de gente.

—Mãe, a Lilian Martines vai dar uma festa do pijama no sábado. Posso ir?

—Pode.

—Não!

—Perguntei pra mamãe. Tio Klaus passa os ovos.

—Toma.

—Pai passa o melado.

—Toma.

—Mãe, mesma pergunta. Posso ir?

—Ir aonde?

—Na festa do pijama da Lilian Martines?

—Pode.

—E eu não tenho direito de opinar?

—Não. Eu quero um jantar romântico, por isso as meninas vão na tal festa e você vai me levar pra jantar.

A mulher loira sentou e começou a comer.

—Ah, vou?

—Vai. Porque é o nosso aniversário e se me der bolo no nosso aniversário eu fico de greve.

—Tudo bem.

—Bem que você podia me levar pra jantar fora também não é querido?

—Claro.

—E não fala assim comigo não!