Notas iniciais
aeeee o/
como prometido mais uma fic nova minna!
conto com vcs pra saber se ela permanecera aki ou não?!^^
Boa leitura!!

Eu sou mais um “vampiro adolescente” de 16 anos, muito amado pela minha família que não é nada pequena, sou muito bom na escola, tenho um passa tempo favorito: desenhar. Só sou um pouco diferente dos demais... Não tenho as minhas presas, as quais eu deveria ter desde os dez anos, estou prestes a tornar-me um vampiro completo, e não tenho as minhas presas ainda.

Isso é meio desconfortante, pois sou motivo de piadas na escola toda, pra falar a verdade no bairro inteiro.

-hei ruki-chan!!!!-meu irmão mais velho me chamou.

-hai??-atendi.

-o que faz ai sentado??-ele sentou se ao meu lado, de baixo da enorme sakura de nosso jardim.

-ah nada... –suspirei fundo.

-sei nada... –ele me encarou. –está pensando no que??

-... Quando será que eu vou deixar de ser diferente!-respondi seco.

-ai para com isso!-ele me empurrou de leve.

-mais é uru, eu to cansado de ser sempre o pobre coitado, a piada da escola, o vampiro diferente... Aquele que ninguém leva a serio... –abracei meus joelhos.

-ruki... Você não é diferente, você é especial, meu maninho do coração!-uruha me abraçou.

Uruha tem 18 anos, é o primeiro filho que meus pais tiveram, é filho legitimo assim como eu, um vampiro muito sedutor, misterioso, amigo, e bondoso, não gosta de atacar pessoas, assim como o resto de nossa família. Ele tem um namorado, eu não vou à cara do ser, mais faço o possível para não demonstrar pro uru que eu não gosto dele.

-bem... –uruha se levantou. -Vamos!Logo o reita e o otosan trazem o jantar!-ele sorriu e esticou a mão para me ajudar a levantar.

-ok!-peguei em sua mão e fomos juntos.

Por mais que eu seja diferente, pra minha família não é assim, eles me amam demais inclusive meus pais.

-uruha me empresta seu mp3?!-yui minha irmã mais velha desceu as escadas.

-não sei vou pensar o seu caso!-respondeu uruha rindo.

-como você é mau!-ela cruzou os braços e eu ri com a cena.

Yui é minha irmã mais velha, mais não de sangue como uruha, ela havia sido internada e abandonada no hospital quando tinha 17 anos, por ter uma doença que na época não tinha remédio: turbeculose, então meu pai que trabalhava no hospital, não queria deixá-la morrer, assim ele a transformou em vampiro, e desde então yui mora com a gente sendo considerada minha irmã e filha de meus pais. Ela é uma menina muito extrovertida, divertida, amiga e confiável.

-ta bem... Pode pegar!-disse uruha.

-ae!!-yui correu para o quarto do outro.

-vem vamos ajudar a okasan!-falei.

-hai.

Fomos para a cozinha, na qual estava nossa mãe.

-quer ajuda??-perguntei.

-hai, coloquem isso na mesa onegai!-ela sorriu nos mostrando várias taças no armário.

Minha mãe se chama Ayumi Hamasaki, tem sei lá quantos anos mais parece ser minha irmã. Ela era uma mulher muito respeitada, bondosa e trabalhadora, mais sempre com problemas na família, fazia o possível pra ver todos em sua casa feliz mais todos eram muito ingratos, seu noivo era um baita de um aproveitador que nem se importava com ela. Então certo dia ela foi ao hospital, para uma consulta com o doutor Gackt Camui meu pai, esse acho que tem uns duzentos já, pois já era vampiro há muitos anos, mais quem o olha pensa que tem a idade de uruha, ele se apaixonou por minha mãe, o que resultou em ela se apaixonar por ele também, ai você já deve de imaginar o resto da história, ele transformou ela em vampiro e eles ficaram juntos... Eita historia melosa! ¬¬

Bem... Enquanto arrumávamos a mesa, pela porta entram reita e nosso pai.

-aqui está!!-reita, pois sobre a mesa uma mochila cheia de bolsas de sangue, vindas do hospital onde ele e nosso pai trabalhavam.

-sugoi!!-disse uruha.

-você tem sorte de ter um mano tão bom como eu né?!-reita ri batendo no peito.

-também não é pra tanto. –uruha lhe da um “pedala” na cabeça.

-itai!!Não faça isso, por que dói!!-esbraveja reita.

Reita tem 18 anos é meu segundo irmão mais velho, assim como a yui não é meu irmão de sangue.

Há dois anos, quando meu pai estava voltando do hospital, houve um tiroteio no transito aonde reita, que na época era um entregador de pizza foi injustamente baleado bem na frente do carro de meu pai, que tentou ajudá-lo mais não pode fazer nada, pois a bala tinha atingido o peito em segundos ele morreria, vendo o loiro se debater e suplicar para viver, meu pai o transformou em vampiro para que não fosse lhe tirada à vida antes da hora. Como não podia voltar para casa, reita passou a trabalhar no hospital com meu pai, tornando se um filho para ele e minha mãe. Sim meu pai é muito caridoso, por ele nós teríamos uma ninhada de irmãos.

-hei parem vocês dois!-ordenou o pai se aproximando de uruha e reita os segurando pelos ombros.

-gomenasai!!-coro de reita e uruha.

-como estava o trabalho??-perguntou a mãe rindo.

-bem... Como sempre um pouco difícil, mais tudo bem!-sorriu reita.

-oh sei como é difícil pra vocês trabalharem em um hospital sendo vampiros, mais é por isso que são os homens da casa. -ela abraçou reita e logo depois beijou o pai. –não que você não seja uru. -ela foi em direção do loiro maior o abraçando.

-e eu sou o que??-os olhei incrédulo.

-você é o nosso bebê!!!!-reita me abraçou praticamente me esmagando.

-... –baixei a cabeça decepcionado assim que reita me soltou.

-logo será nosso outro grande vampiro meu pequeno!-disse a mãe acariciando meu rosto.

-nee... Venha cá!-o pai me chamou para mais perto. –vamos ver essas presas?!-abri a boca e ele vistoriou meus dentes. -... Não se preocupe logo eles crescem... –ele fez aquela cara de sempre, fingindo sorrir.

-logo “eles crescem”??-me irritei. –é sempre a mesma coisa!!Você me diz isso desde que eu tinha dez anos otosan, o “logo” nunca chega!A cada dia que passa você vistoria meus dentes, e a única coisa que eu vejo é a sua decepção cada vez maior!!-enchi os olhos de lagrimas e sai da cozinha.

-ruki!!!!!-gritou uruha, sendo impedido por reita que o puxou.

-deixe ele ir... Ele precisa ficar sozinho.

-em breve a agonia de nosso pequeno vai passar... –a mãe pegou na mão do pai.

-... Receio dizer que não sei mais ayumi... –ele olhou para o chão com olhos cheios de lagrimas.

-como assim??-todos o olharam.

-tudo bem que demore um pouco, mais... As presas dele já deviam de ter nascido, há um ano... Era o Maximo de tempo que elas tinham para começar a crescer... –ele dizia decepcionado e um tanto preocupado.

-não diga isso!-ela se alterou e o pai baixou a cabeça, uruha e reita ficaram em silencio.

Logo o loiro mais alto sai da cozinha indo ate a sacada que havia na sala.

-você ouviu não foi...?-ele se aproximou de mim, que nesse momento me encontrava sentado na mesma com lagrimas correndo por meu rosto.

-... Eu sabia... –eu continuava a chorar soluçando, fitando algum ponto da rua.

-não pense assim... –ele se aproximou mais de mim me abraçando. –você vai ver como isso vai passar otosan não tem certeza o que pode não ser verdade, certo?

-... Sou uma aberração!!-me alterei.

-não chore ruki... Você não é aberração nenhuma. –ele apertou mais o abraço.

-... –ri sarcástico. –o que seria de mim sem você, para mentir e me fazer sentir como se eu ainda tivesse alguma esperança?

-não fale assim eu não estou te mentindo chibi... –senti sua cabeça deitar sobre meu ombro e suas lagrimas molharem minha camisa.

-amo você ni-san... –afaguei seus cabelos loiros. –não chore...

Ficamos na sacada alguns minutos, eu sei que uruha queria o meu bem mais... Eu não tenho mais esperança alguma de que algum dia serei um vampiro de verdade. Nem bem melhor eu fiquei, quando ouço uma voz meio rouca gritar o nome de uruha... Por que meu deus?Sim é o namorado de meu irmão, Aoi.

-koi!!??-uruha me soltou e foi de encontro ao moreno de piercing. –não sabia que vinha jantar com a gente??

-ah surpresaa!!!-ele abraçou uru, logo olhando para mim. –e ai nanico?-ri.

-hum... Oi pra você também aoi... –sorri forçado o fuzilando com os olhos, “nanico”?Quem ele pensa que é hein?

-então quem lhe atendeu??-perguntou uruha soltando o abraço do outro.

-ah sua irmã. –sorri.

-a ta, então vem meus pais estão na cozinha!-uruha pegou na mão de aoi e sorriu para mim. –vem ruki??

-ah já to indo, podem ir à frente!-sorri e eles saíram. –ai kami-sama daime forças!!-pedi olhando em direção ao infinito do céu. Bem eu não posso ficar aqui não é?Fui para a cozinha e quando entro me deparei com todos a mesa.

Eles bebem e riem falando assuntos alheios, eu sento a mesa e fico a observar meu copo, bebendo de gole em gole como se nada tivesse acontecido minutos atrás. Eu adoro estar com uruha, mais quando ele esta com o aoi eu sou ignorado não o culpo. Senti-me deslocado, ate que ouço a porta ser fechada... Arigatou kami-sama!!!Ele chegou, naquele momento olho direto para a porta...

Notas finais
há fiz suspense né?!xD
o q acharam??!!-anciosa-
podem criticar, elogiar
falem como ficou isso, pra eu poder continuar
ou não ok!?
gostaria de muitos review's *--*
kissus!!o/
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.