Um Seme Cruel

1 Manda quem pode, obedece quem tem juízo...


Notas iniciais
Minha primeira história Yaoi.

Se você não gosta (novamente) peço para que não leia, não me responsabilizo por sua falta de moralidade, receber mensagem dizendo coisas ruins da história é diferente de crítica.

Boa leitura!

Estando em seu galpão onde se podia colocar um enorme Zeppelin, Prestor estava sozinho já que ambos haviam combinado de sair por aí. Mas uma visita inesperada fez com que aquele dia chato se torne de fato um dia que ele desejava há tempos. Trevor chegara e perguntara sobre Anne, Prestor não podia perder a chance de falar com ele e então mentiu dizendo que ela estava no quarto, então o menino foi pra lá rapidamente.

Chegando ao quarto, Trevor percebe que Anne não estava lá, logo depois Prestor entra pela porta e sem pensar duas vezes a tranca. Tira sua cartola deixando seus cabelos rebeldes cinzas caírem para frente de seus olhos. Trevor começou a ter medo enquanto Prestor cochilava a cartola em cima da mesa que ficava ao lado da porta. Ele foi caminhando devagar para perto de Trevor e o mesmo estava quase cambaleando pra trás de vergonha e medo, já se podia ver em seu rosto claro, ele estava vermelho. Trevor cambaleou até cair de bunda no chão, por trás da máscara se deu para ouvir a risada maliciosa de Prestor.

Prestor chegou perto de Trevor, colocou um de seus joelhos entre as pernas dele, retirou sua boina preta e com delicadeza acariciou seu rosto fazendo-o ficar com mais vergonha. Prestor olhou para baixo, em seu joelho conseguia sentir uma forte elevação, fixando a calça de Trevor conseguiu ver que o garoto estava ficando excitado, aproveitando essa chance, se afastou um pouco e se sentou no chão, com suas mãos começou a retirar uma das cordas que se encontrava ao lado de sua grande máscara. Estava decidido a tirar a máscara.

Com cuidado e um ar de mistério, Prestor continua até que sua máscara de couro preto cair em seu ombro, fazendo-o abrir um grande sorriso perfeito e malicioso. Então novamente foi até Trevor e começou a beijá-lo, o garoto não teve reação, Prestor segurava a mão do garoto, ambos demonstravam a sensação de prazer. Com um desvio no olhar, Trevor conseguiu ver, e também sentir, a elevação que vinha de Prestor.

Em um momento de susto e pavor, eles param de se beijar, Trevor se levanta rapidamente a fim de parar com aquele momento.

— Não posso fazer isso... — disse o garoto

— Mas eu posso. — disse Prestor com um tom calmo e ainda malicioso.

Trevor com rapidez foi em direção a porta na esperança de sair, mas foi em vão, a porta estava trancada. Prestor mostrou a chave que estava em suas mãos, ostentava ela fazendo com que as esperanças do garoto sumissem de pouquinho em pouquinho, e com um ato de crueldade para com o garoto, Prestor colocar a chave dentro de sua cueca.

— Seu idiota, o que pensa que está fazendo?! — perguntou Trevor, parecia já irritado.

— Estou brincando. — a voz de Prestor ainda continuava calma, mas o som ficou estridente

Prestor se adiantou, retirou sua blusa e agarrou Trevor que o mesmo soltou um gemido baixo, isso motivou Prestor a continuar. O empurrou para o outro lado. O garoto caiu aos pés de uma das camas, nesse momento Prestor teve uma ideia. Pegando as cordas, de sua máscara, que estavam no chão, com cuidado amarrou as mãos do garoto com espaço apenas para girar um pouco as mãos.

Com gestos calmos, Prestor iniciou a retirada dos botões da roupa de Trevor, o garoto se debatia, não queria fazer isso. Logo depois o zíper se tornou o alvo das mãos de Prestor. Com cuidado ele tira as calças dele, olhando seu rosto, ele mudara, aquele rosto de pavor e de timidez do garoto se tornou um sorriso sem graça. O sorriso do jovem garoto era motivo o suficiente para fazer Prestor retirar a blusa contida em seu dorso deixando o rapaz apenas de Box. Sua Box de cor verde escura e uma pequena elevação fizeram com que Prestor dê uma risada fraca.

Prestor se levantou, dessa vez Trevor ficou curioso, foi até um canto da sala e colocou uma música baixa, se posicionou na frente do rapaz e com movimentos simples de dança, mas sensuais, se pôs a fazer Trevor se excitar.

Retirando sua blusa devagar a mostrar parte de seu abdome quase sarado, utilizando uma de suas mãos ele faz um caminho pelo seu próprio corpo a fim de fazer Trevor ficar mais inquieto. Com a outra mão, devagar, abaixa o zíper. Logo Prestor parou de dançar a música de fundo, e com isso fez com que nosso garoto o focasse retirando suas calças.

Com sua Box preta, Prestor se adianta para perto do garoto colocando, novamente, seu joelho esquerdo perto do membro de Trevor, logo ele o beijou, de inicio Trevor pareceu rejeitar, mas depois de alguns segundos, não conseguiu resistir ao charme de Prestor. O seme com uma de suas mãos segura o queixo do garoto, mas logo esta estava descendo, percorrendo o caminho do dorso de Trevor com um único alvo: “Sua cueca Box e o que continha dentro”. Assim que chegou na borda da cueca, Prestor brincou com o elástico uma vez e depois colocou uma de suas mãos dentro da cueca e agarrou o membro com delicadeza, mesmo assim o garoto sentiu um incomodo rápido, mas Prestor continuou beijando-o, fazendo com que ele não se importasse para o que estava para acontecer.

Com movimentos rítmicos, Prestor metaboliza o membro do garoto a continuar a ficar enrijecido. Não demorou muito para que eles parassem de beijar, pois a mão de Prestor subiu até perto da boca de Trevor e quase obrigado-o a chupar seus dedos, ele diz:

— Prometo não fazer nada de bom... mas para isso você teria de colaborar Trevor.

Após ouvir isso Trevor pensou: “Por que eu iria concordar em ser abusado?”.

Prestor sentia seus dedos se lubrificarem, pelo jeito Trevor tinha decidido colaborar um pouco. Ele viu que uma das mãos de Trevor estava vermelha, estavam se formando machucados por causa da amarração. Por pena ele soltou essa mão e se afastou um pouco. Trevor retirou a mão de Prestor da sua boca, segurou sua nuca e puxou para perto de seu rosto, com um beijo de esquimó Trevor diz:

— Agora você vai pagar por ser levado! — um sorriso malicioso saiu de Trevor, mas um sorriso maior ainda saiu de Prestor.

Segurando a mão de Trevor, com voracidade, contra a cama Prestor diz:

— Eu ainda não terminei!

Com os dedos lubrificados, Prestor com suas pernas obriga Trevor a deixar as penas abertas também. Com um pouco de dificuldade, ele retira uma parte da cueca verde de Trevor, fazendo-o se render de vergonha.

Com calma ele leva um dos dedos até a região anal do garoto, fazendo-o soltar um gemido baixo, de fato ele não queria gemer, mas diante daquilo, era uma ação involuntária do próprio corpo que estava sendo usado.

Em movimentos devagar, Prestor faz com que seu dedo analise o local antes de acrescentar mais um e fazendo com que o jovem se acostumasse com o tamanho da abertura.

— Prestor... por favo... or... — havia dificuldade em sua voz e Prestor observava e isso foi a motivação dele para continuar acelerando mais — Por favor... isso é... tão...

— Shiii... Não diga nada.

Então ele continuou com movimentos rápidos e sem ritmos, o garoto gemia sem intenção, involuntariamente.

Assim que Prestor terminou de fazer os movimentos com a mão, retirou a cueca de Trevor e assim abocanhou o membro do garoto que se encontrava totalmente enrijecido. Indo para cima e para baixo, fazia com que Trevor não aguentasse de tanta excitação. Prestor era um seme cruel, mas acabou soltando a mão de Trevor sem intenção, mas o mesmo não fez nada, estava extasiado por aqueles movimentos, queria mais.

Então Prestor se ajeitou, estava se preparando para poder penetrar Trevor, amarrou novamente a mão solta dele à cama, dificultando a movimentação.

O garoto todo nu em sua frente, com calma ele retira sua Box e deixa o membro dele, que já estava lubrificado pela excitação do momento, a mostra. No momento Trevor estava vermelho.

— Não se preocupe, serei gentil com você.

Indo com a boca em direção ao pescoço do garoto, o fez soltar um gemido. E novamente colocou os dedos na boca de Trevor, fazendo-o lubrificar novamente.

Ele já sabia o que estava para acontecer, não queria, mas não podia fazer nada. Assim que lubrificou os dedos de Prestor, ele o segurou e jogou para cima da cama, com suas mãos ainda amarradas, ficou de mau-jeito. Prestor segurou suas pernas, as levantou e com cuidado o penetrou com os dedos novamente, mas dessa vez não demorou muito com os dedos lá.

Com cuidado ele aproximou seu membro perto da região anal do garoto, o mesmo soltou um soluço que fez com que Prestor desse uma risada maliciosa. Então devagar ele o penetrou e de inicio o garoto gemeu de dor, mas o tom dos gemidos foi mudando ao decorrer do tempo, de dor passou para prazer.

— Prest... vai com calma... por... favor! — sua voz ofegante e pausada.

— Não se preocupe... vou com calma. — a voz de Prestor demonstrava prazer.

Os movimentos prazerosos aumentavam o ritmo ao passar do tempo e do gemido que iam aumentando o volume junto com a velocidade. Com uma das mãos livres, Prestor segurou o membro do garoto que se encontrava ereto na sua frente, e com o mesmo ritmo de sua penetração ele masturbava o garoto que não conseguia se conter. Em sua mente iria explodir de uma erosão de excitação por aquele quem o penetrava.

Não conseguia parar, seus músculos em suas partes íntimas se contraiam. Depois de um tempo sendo penetrado e masturbado, o garoto não estava mais se contendo. Não conseguia definir o que lhe dava mais prazer se era a masturbação ou a penetração, mas ambos o deixava querendo mais.

— Eu não... aguento mais... já acabou... minha hora! — sua voz demonstrava certa exaustão.

— Já está no clímax? — Perguntou com um ar malicioso.

— Si... im!!! — cada vez mais as pausas iam aparecendo.

Então para que o garoto não ficasse tão dolorido, Prestor diminuiu a velocidade e parou de masturbá-lo, soltou as mãos de Trevor e o recolocou em outra posição, agora de quatro, a penetração continuava.

— Prestor... está... me mata...ando!

Prestor fingiu não ouvir, mas sabia que o garoto não aguentaria tanto tempo quanto queria, então novamente pegou o membro dele e o masturbou com mais velocidade. O garoto sofria de prazer, não estava suportando a velocidade da erosão que vinha te corroendo por dentro e estava quase para sair...

E com um movimento final e um ultimo gemido de prazer... Trevor soltou o liquido branco na cama, estava exausto, mas ainda não era hora de parar, mesmo que seu clímax já estivesse chegado, ainda estava sendo penetrado por Prestor, que continuará com os movimentos sem ritmos. Os gemidos do garoto ficavam mais altos, mesmo Prestor que não era de fazer isso, acabou soltando uns gemidos de prazer.

O garoto soluçava enquanto a penetração ainda estava acontecendo.

— Rm... rm...— com força, mesmo não sendo palavras, Prestor sabia que a hora dele já estava vindo, seu clímax estava perto.

Aumentando ainda mais a velocidade, seu membro latejava e depois ele ejaculou dentro de Trevor que gemia por estar molhado por dentro, assim que terminou, Prestor estava cansado, caiu sobre Trevor e ambos deram uma risadinha.

Estavam cansados e seus corpos tremiam, mas o prazer era algo que nenhum dos dois experimentara em meses, pela janela se via o sol se pondo, a música que antes tocava, já era outra fora de nexo quanto a ultima.

O dia estava acabando e os dois estavam da melhor forma possível. Não se conseguia imaginar coisa melhor...

Notas finais
Críticas são bem-vindas.

Obrigado por lê-la... :3
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!